Ministério quer tornar rio Negro sítio Ramsar

5 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

Parna do Jaú: área úmida da região – Iasmina Freire/ Arquivo ICMBio

Caso aprovado, será a maior área úmida do mundo reconhecida pela Convenção de Ramsar. São 11,2 milhões de hectares na Amazônia. Leia mais »

Terra indígena não é empecilho para o desenvolvimento, diz MPF em visita ao Rio Negro

4 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

Com apoio do Exército Brasileiro, acompanhado pela FOIRN, o Ministério Público Federal visitou Cucuí, São Joaquim e Iauaretê entre 24 a 25 de janeiro.

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Iniciativa pioneira implementa regras para pesca esportiva sustentável na Amazônia

10 de agosto de 2017  - Jaime de Agostinho

Para eliminar os conflitos e promover o ordenamento pesqueiro, uma parceria inédita foi firmada na região envolvendo comunidades indígenas, ISA, Foirn, Funai, Ibama e a Prefeitura de Santa Isabel. O esforço coletivo visa colocar em prática um modelo pioneiro de pesca esportiva sustentável e de base comunitária, capaz de transformar a realidade de danos socioambientais e gerar renda para o município.

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Governo adia plano de construir usinas hidrelétricas no Rio Negro

24 de junho de 2017  - Jaime de Agostinho

O plano de erguer usinas hidrelétricas no Alto Rio Negro, em uma das regiões mais remotas e preservadas da Amazônia, foi adiado pelo governo. No início deste mês, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), responsável pelo planejamento do setor elétrico, pediu à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que cancele autorizações para novos estudos sobre a viabilidade de erguer barragens ao longo do Rio Negro, afluente do Rio Amazonas. 

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Cheia dos rios causa prejuízo ao cultivo de hortaliças e frutas no Amazonas

9 de junho de 2017  - Jaime de Agostinho

Com mais da metade dos municípios em situação de emergência por causa da cheia dos rios, o Amazonas também contabiliza prejuízos na agricultura. De acordo com estimativa do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal do estado (Idam), as perdas no setor já somam R$ 128 milhões. As culturas mais afetadas são as das hortaliças, como couve, repolho e cheiro-verde, além da produção de tomate, banana, mamão e maracujá. De acordo com o chefe do Departamento de Assistência Rural do Idam, Alfredo Pinheiro, as plantações mais atingidas pela cheia estão localizadas em áreas de várzea, sujeitas a alagamentos todo os anos.

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Primeiro Centro de Medicina Indígena da Amazônia é inaugurado em Manaus

9 de junho de 2017  - Jaime de Agostinho

O primeiro Centro de Medicina Indígena da Amazônia, chamado de Barserikowi’i, começou a funcionar hoje (6), em Manaus. No espaço, especialistas indígenas de diversas etnias do Alto Rio Negro que dominam o conhecimento do Bahsese, que significa benzimento, vão oferecer um tratamento diferenciado de enfermidades para indígenas e não indígenas. O projeto foi idealizado por João Paulo Barreto, da etnia tukano, que é doutorando em Antropologia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). 

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AM – Moradores de áreas alagadas aguardam ansiosos pelo fim da cheia do rio Negro

9 de junho de 2017  - Jaime de Agostinho

Nos últimos três dias, o rio Negro tem dado sinais de que se aproxima do início da vazante. Nesta quinta-feira (9), o nível da água desceu mais dois centímetros, somando quatro desde terça-feira e atingindo a cota de 28,96 metros, abaixo, portanto, da cota de emergência, que é de 29 metros.

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Rio Negro atinge cota de emergência com 29 metros no fim de semana

6 de junho de 2017  - Jaime de Agostinho

Rio Negro atingiu a chamada cota de emergência ao ultrapassar os 29 metros de altura em relação ao mar. Apesar disso e contrariando secretário, prefeitura ainda não editou decreto. 

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Nível do rio Negro em Manaus deve ficar entre 28,96 a 29,46 metros, diz CPRM

3 de junho de 2017  - Jaime de Agostinho

O nível do rio Negro em Manaus deve ficar entre 28,96 a 29,46 metros, com média de 29,31 metros. O volume é 2,02 metros acima do mesmo nível registrado na cheia do ano passado. Os dados fazem parte do 3° Alerta de Cheia divulgado nesta quarta-feira (31) pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM). 

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Cheia do Rio Negro em Manaus este ano deve superar a de 2016

1 de junho de 2017  - Jaime de Agostinho

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) emitiu o último alerta de cheia de 2017 que indica que o nível do Rio Negro, em Manaus, deve ficar entre 28,29 e 29,46 metros. A previsão é 2 metros superior em relação à cheia registrada no ano passado. Na medição de hoje (31) foi verificada a cota de 28,96 metros, faltando pouco para alcançar a cota de emergência, que é de 29 metros. Apesar disso, a cheia deste ano não deve superar a de 2012, a maior da história, quando o nível chegou a 29,97 metros. A preocupação deste ano, segundo o superintendente do CPRM, Marco Antônio Oliveira, é que as águas do Rio Negro vão ficar elevadas por um período maior. 

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São Gabriel y sus demonios

26 de Maio de 2017  - Jaime de Agostinho

Compartimos el reportaje “São Gabriel y sus demonios” galardonado con el Premio García Márquez 2016 referido al suicidio de adolescentes indígenas en São Gabriel da Cachoeira,, Brasil. 

Hace poco más de dos meses que ella se fue, un día antes de su cumpleaños. Maria –vamos a llamarla así— cumpliría 20 años el 2 de marzo. Nadie diría que no era una indiecita como tantas que colorean las calles de São Gabriel da Cachoeira, municipio en el noroeste de Amazonas, a orillas del río Negro. Era bajita, los cabellos negros sobre los hombros, las ropas ajustadas, andaba en zapatillas. Pero María estaba ahí sólo de paso. En su entierro los parientes contaron que había venido de río abajo para pasar el periodo de vacaciones escolares, cuando centenas de indígenas de diversas etnias dejan sus aldeas y llenan la sede del municipio para resolver temas pendientes con la burocracia. Ahí en la ciudad, ella consiguió un enamorado, un militar, y pasaba los días con él, cuando no estaba entre amigos. Pero en los últimos días María andaba triste: la pareja había roto. Estaba rara, nerviosa. Sus parientes contaron que llegó a tener alucinaciones.

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Cheia dos rios deve afetar mais de 100 mil pessoas no Amazonas

14 de Abril de 2017  - Jaime de Agostinho

A cheia deste ano no Amazonas deve afetar pelo menos 100 mil pessoas, de acordo com a Defesa Civil do estado. A previsão é que as fortes chuvas continuem até maio, com impacto no nível dos rios. Mais de 9 mil famílias já sentem os efeitos da enchente nos municípios que estão em situação de emergência na região do Rio Juruá. Segundo o secretário da pasta, coronel Fernando Pires Júnior,  há a previsão de uma cheia de grandes proporções em 2017. 

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Previsão do Inpa aponta que cheia do rio Negro este ano poderá atingir média de 29,18 m

17 de Março de 2017  - Jaime de Agostinho

A previsão de cheia do rio Negro para este ano, em Manaus (AM), que normalmente atinge o pico na segunda quinzena de junho, indica que deverá alcançar entre 28,88 e 29,48 metros (média de 29,18 metros) e poderá causar grandes impactos sociais e econômicos para as zonas urbanas críticas e para os ribeirinhos. A informação é do pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), Jochen Schongart, de acordo com o modelo matemático que desenvolveu de previsão de cheias do rio Negro. 

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Fiocruz diz que mudança climática compromete saúde da população no Amazonas

14 de outubro de 2016  - Jaime de Agostinho

No estudo “Vulnerabilidade à Mudança do Clima”, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) analisou as doenças contraídas pela população do Amazonas nos períodos de secas e enchentes extremas e as relacionou com as taxas de desmatamento e queimadas nesses períodos no estado, que tem a maior cobertura vegetal da Floresta Amazônica atualmente. 

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MPF/AM quer suspensão de pesca esportiva irregular em terras indígenas de Santa Isabel do Rio Negro

11 de outubro de 2016  - Jaime de Agostinho

O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) expediu recomendação para impedir a realização de qualquer atividade de exploração turística ou pesca esportiva em terras indígenas, sem regular autorização dos povos indígenas envolvidos. A recomendação do MPF destaca a proibição de realização destas atividades, sem autorização, nas terras indígenas Médio Rio Negro I, Médio Rio Negro II, Tea, Uneuixi e Yanomami, no município de Santa Isabel do Rio Negro (a 630 quilômetros de Manaus).  

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