Expedição promove oficina para elaboração de Plano de Gestão Ambiental e Territorial em comunidades da TI Alto Rio Negro

Durante o mês de abril, uma equipe formada pela Funai (Coordenação Regional do Rio Negro, Coordenação-Geral de Monitoramento Territorial e Coordenação-Geral de promoção ao Etnodesenvolvimento), Instituto Socioambiental(ISA) e Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro(Foirn) percorreu a região dos Rios Apapóris e Traíra em direção à Terra Indígena Alto Rio Negro para realizar oficina de elaboração de Plano de Gestão Territorial e Ambiental(PGTA).  Leia mais »

Rio Negro, no Amazonas, é sítio Ramsar Regional

Resex Unini, na Amazônia -Josângela Jesus/ Arquivo ARPA

Em São Gabriel da Cachoeira (AM), Ministério do Meio Ambiente apresenta aspectos relacionados ao reconhecimento internacional da área úmida. Leia mais »

MPF promove audiência pública sobre exploração de animais silvestres em atividades turísticas no AM

O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas promoverá, no dia 18 de maio, audiência pública para obter informações, sugestões, críticas ou propostas relacionadas à prática de exploração de animais silvestres em atividades turísticas no Estado do Amazonas. O evento, aberto ao público em geral, será realizado no auditório do prédio anexo do MPF, na avenida Ephigênio Salles, 1570, Aleixo, às 9h.

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Comunidades do Amazonas começam a ficar isoladas por causa da seca do rio Negro

Agora que começou a chover, mas o nível do rio ainda é baixo (Foto: Juliana Radler/ISA)

A cada ano a natureza apresenta surpresas quando o assunto é relacionado à cheia e à seca nos rios do Amazonas. A cota d’água do Alto Rio Negro foi tão insignificante que a seca naquela região preocupa muito mais a Defesa Civil do Amazonas que a enchente na calha do Madeira, termômetro para os níveis máximos em todo o Estado. A situação é tão crítica que está prejudicando a trafegabilidade, deixando comunidades praticamente isoladas. Agora que começou a chover, mas o nível do rio ainda é baixo.

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Justiça determina que o Mirante do Rio Negro seja demolido em 180 dias

Imagem: iStock #PraCegoVer: Rio Negro

O Tribunal Regional Federal da 1º Região (TRF1) determinou a demolição do Mirante do Rio Negro, localizado na área portuária de Manaus (AM), por causar obstrução da visibilidade e desvalorização do conjunto paisagístico e artístico do local. A Superintendência Estadual de Navegação, Portos e Hidrovias (SNPH) e a Estação Hidroviária do Amazonas, responsáveis pela obra, têm 180 dias para cumprir a decisão, que atendeu apelações do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), União Federal e Ministério Público Federal. A determinação do TRF1 foi em 21 de março. 

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Cheia do rio Negro sem impactos em Manaus, aponta previsão de pesquisador do Inpa

“É sempre importante acompanhar e monitorar daqui pra frente o comportamento do nível da água”, diz Schongart.  A média histórica do Rio Negro é de 27,87 metros com base nos dados que se tem desde 1903.

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AM: Calha do Alto Rio Negro está em estado de alerta por causa da estiagem

Nesta sexta-feira (16), a Defesa Civil do Amazonas emitiu estado de alerta para a calha do Alto Rio Negro. Mas ao contrário do que acontece no sul do Amazonas, o alerta é para a estiagem.

Manaus, AM, Brasil: Encontro das águas dos rios Negro e Solimões, em Manaus. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

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Terra indígena não é empecilho para o desenvolvimento, diz MPF em visita ao Rio Negro

Com apoio do Exército Brasileiro, acompanhado pela FOIRN, o Ministério Público Federal visitou Cucuí, São Joaquim e Iauaretê entre 24 a 25 de janeiro.

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Iniciativa pioneira implementa regras para pesca esportiva sustentável na Amazônia

Para eliminar os conflitos e promover o ordenamento pesqueiro, uma parceria inédita foi firmada na região envolvendo comunidades indígenas, ISA, Foirn, Funai, Ibama e a Prefeitura de Santa Isabel. O esforço coletivo visa colocar em prática um modelo pioneiro de pesca esportiva sustentável e de base comunitária, capaz de transformar a realidade de danos socioambientais e gerar renda para o município.

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Governo adia plano de construir usinas hidrelétricas no Rio Negro

O plano de erguer usinas hidrelétricas no Alto Rio Negro, em uma das regiões mais remotas e preservadas da Amazônia, foi adiado pelo governo. No início deste mês, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), responsável pelo planejamento do setor elétrico, pediu à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que cancele autorizações para novos estudos sobre a viabilidade de erguer barragens ao longo do Rio Negro, afluente do Rio Amazonas. 

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Cheia dos rios causa prejuízo ao cultivo de hortaliças e frutas no Amazonas

Com mais da metade dos municípios em situação de emergência por causa da cheia dos rios, o Amazonas também contabiliza prejuízos na agricultura. De acordo com estimativa do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal do estado (Idam), as perdas no setor já somam R$ 128 milhões. As culturas mais afetadas são as das hortaliças, como couve, repolho e cheiro-verde, além da produção de tomate, banana, mamão e maracujá. De acordo com o chefe do Departamento de Assistência Rural do Idam, Alfredo Pinheiro, as plantações mais atingidas pela cheia estão localizadas em áreas de várzea, sujeitas a alagamentos todo os anos.

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Primeiro Centro de Medicina Indígena da Amazônia é inaugurado em Manaus

O primeiro Centro de Medicina Indígena da Amazônia, chamado de Barserikowi’i, começou a funcionar hoje (6), em Manaus. No espaço, especialistas indígenas de diversas etnias do Alto Rio Negro que dominam o conhecimento do Bahsese, que significa benzimento, vão oferecer um tratamento diferenciado de enfermidades para indígenas e não indígenas. O projeto foi idealizado por João Paulo Barreto, da etnia tukano, que é doutorando em Antropologia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). 

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AM – Moradores de áreas alagadas aguardam ansiosos pelo fim da cheia do rio Negro

Nos últimos três dias, o rio Negro tem dado sinais de que se aproxima do início da vazante. Nesta quinta-feira (9), o nível da água desceu mais dois centímetros, somando quatro desde terça-feira e atingindo a cota de 28,96 metros, abaixo, portanto, da cota de emergência, que é de 29 metros.

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