Secas no sul da Amazônia e no Pantanal foram as piores dos últimos 50 anos

Organização Meteorológica Mundial, OMM, divulga relatório “O Estado do Clima na América Latina e Caribe”, que destaca incêndios na Amazônia; 2020 foi o segundo ano mais quente na América do Sul.

17ª Brigada de Infantaria de Selva/Rondônia – Incêndio na floresta Amazônia no Brasil (2019) Postada em: ONU

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Produtores rurais montam brigada particular contra incêndios florestais

Um grupo de produtores rurais de Sapezal, em Mato Grosso, montou uma brigada particular para combater queimadas na região. A articulação chega em boa hora. Com o início da temporada de fogo, e apesar da moratória instituída pelo governo federal, Mato Grosso já registrou um incêndio de grande proporção em agosto. Aproximadamente 2,3 mil hectares de vegetação nativa e pastos naturais foram atingidos.

Caminhão de combate a incêndios foi comprado com remuneração do CONSERV. Foto: Carlos Roberto Simoneti – IPAM Amazônia

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Quase 20% do Brasil queimou ao menos uma vez entre 1985 e 2020

Uma casa que pega fogo todos os anos: esse é o retrato do Brasil obtido pelo MapBiomas após analisar imagens de satélite entre 1985 e 2020 para entender o impacto do fogo sobre o território nacional. Na média, em cada um desses 36 anos, o Brasil queimou uma área maior que a Inglaterra: foram 150.957 km² por ano, ou 1,8% do país. O acumulado do período chega a praticamente um quinto do território nacional: 1.672.142 km², ou 19,6% do Brasil.

IPAM/Illuminati Filmes

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Rio Madeira começa a sofrer restrições de navegação em Rondônia

Nessa última segunda-feira (09), o Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) divulgou o novo Boletim de Monitoramento Hidrológico da Bacia do Rio Madeira. Segundo ele, já se pode indicar estado de atenção para cotas mínimas em alguns pontos da bacia. Só para ilustrar, o nível do Rio Madeira decaiu para abaixo dos 4 metros nesta semana. Dessa maneira, restrições à navegação já começaram a ser feitas pela Capitania Fluvial de Porto Velho da Marinha do Brasil

Postada em: SGB CPRM

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SGB-CPRM acompanha comportamento da vazante do rio Madeira

O Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) lançou, nesta segunda-feira (2), o 18º Boletim de Monitoramento Hidrológico no rio Madeira de 2021. Na última semana a tendência geral foi de redução dos níveis dos rios nas estações monitoradas, como esperado para o período. A maior parte das bacias monitoradas apresentou precipitação dentro da climatologia ao longo da última semana.

Mapa da bacia do rio Madeira, com destaque para as estações de monitoramento

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Sem manejo adequado, incêndios em áreas naturais devem se intensificar nos próximos meses, alerta estudo

Para evitar novas tragédias, pesquisadores defendem a implantação de uma política de gestão integrada do fogo

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Artigo explora a complexidade das dinâmicas do fogo no Brasil

A pesquisa ajuda a qualificar a compreensão sobre os efeitos do fogo nos diferentes biomas brasileiros. Na Amazônia, cuja temporada de seca se intensificará a partir de agosto, a expectativa de aumento dos incêndios florestais é preocupante.

Postada em: Museu Goeldi

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OMM destaca estudo sobre declínio na captura de carbono na Amazônia

Pesquisa publicada na revista Nature sublinha que floresta Amazônica está emitindo mais gás carbônico do que absorvendo; mudança de padrão é resultado do desmatamento e da mudança climática.

17ª Brigada de Infantaria de Selva/Rondônia – Incêndios aumentaram, contribuindo para o desmatamento na Amazônia – Postada em: ONU

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Crise hídrica: em processo de vazante, rio Madeira tende a níveis mínimos

Em Porto Velho (RO), o nível do rio Madeira está abaixo da média para a época do ano e tende à zona de atenção para mínimas. A previsão do Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), no primeiro Boletim de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Madeira para esse período de estiagem, é que o rio Madeira atinja a cota de 4 metros na segunda quinzena de agosto. Nesta segunda-feira (19), a estação de Porto Velho registra o nível de 5,48 metros, tendo baixado 11 centímetros nas últimas 24h. A partir da segunda quinzena de agosto, a cota pode atingir patamar em que a navegação passa a ter restrições. A Delegacia Fluvial de Porto Velho passa a adotar restrições quando o rio atinge nível inferior a quatro metros.

Para a operação de secas, a zona de atenção é a faixa laranja no gráfico – Postado em: SGB

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