Licitação para avaliação das águas subterrâneas na fronteira entre Brasil e Colômbia recebe propostas até 6 de maio

Até as 18h de 6 de maio, a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) receberá propostas para a licitação para contratação de empresa para realizar a avaliação hidrogeológica, de vulnerabilidade e de risco para a região transfronteiriça entre as cidades de Tabatinga (AM) e Letícia (Colômbia). As empresas interessadas em participar devem enviar todos os documentos indicados no Termo de Referência, em formato digital e em português e/ou espanhol, através do e-mail selecao@otca.org.

Nascente na Amazônia em Presidente Figueiredo (AM) – Foto: Rui Faquini / Banco de Imagens ANA

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Pesquisadora descobre rio subterrâneo de 6 mil km que começa no Acre e vai até o Amazonas

A pesquisadora e professora Elizabeth Pimentel fez uma das maiores descobertas dos últimos anos em sua pesquisa de doutorado, publicada em 2010. Ela identificou um rio subterrâneo com mais de seis mil quilômetros de extensão que corre abaixo do Rio Amazonas e passa pelo Acre. O afluente foi batizado de Rio Hamza – nome também inserido no título da tese de Elizabeth.

Ilustração feita por Elizabeth mostra parte do fluxo do rio subterrâneo na região do Amazonas/Foto: Reprodução

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Artigo revela a importância da profundidade do lençol freático nas respostas da floresta amazônica à seca

As florestas amazônicas são globalmente importantes para o armazenamento de carbono, o sistema climático e a diversidade biológica. Por isso, a importância de estudar como esses ecossistemas estão respondendo às mudanças climáticas e, em especial, às secas, é fundamental. No entanto, diversas pesquisas frequentemente desconsideram um componente crítico do ciclo hidrológico: as águas subterrâneas.

Banner: Thalita Bandeira.

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ANA e Marinha assinam parceria para construção de duas embarcações para monitoramento de rios na Amazônia

Na tarde desta terça-feira, 28 de dezembro, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Marinha do Brasil assinaram o Termo de Execução Descentralizada (TED) no valor de R$ 1,019 milhão.

Diretor Vitor Saback (centro) se reúne com oficiais da Marinha para assinatura do TED – Foto: Thamiris Lima / Banco de Imagens ANA

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Amapá decreta calamidade pública após salinização do Rio Amazonas

O governo do Amapá decretou estado de calamidade pública na região do Distrito do Bailique, arquipélago que fica a 12 horas de barco de Macapá, a capital do estado, e que sofre com o aumento da salinização das águas na foz do rio Amazonas.

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ANA e IRD realizam cooperação para ampliar monitoramento das águas do Brasil com satélites

Ampliar o monitoramento hidrológico de rios e lagos do Brasil e o conhecimento sobre os impactos das mudanças climáticas sobre as águas nacionais, fornecendo insumos para a gestão de recursos hídricos. Com esse objetivo, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA); o Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD), da França; e a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) iniciaram as atividades do projeto de cooperação técnica Monitoramento Hidrológico de Rios e Lagos por meio de Satélites (HidroSat), assinado em julho e com vigência até 2026.

Rio Araguaia (GO) – Foto: Rui Faquini / Banco de Imagens ANA

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IBGE divulga bases de dados que aprimoram a representação das bacias hidrográficas do país

O IBGE divulga hoje (24), em parceria com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), duas bases de dados que buscam orientar as análises sobre recursos hídricos no país: a inédita base de dados geográficos das Bacias Hidrográficas do Brasil (BHB250) e ainda a rediscussão da base da Divisão Hidrográfica Nacional (DHN250). Os vetores, tabelas e mapas estão neste link

Parceria do IBGE com a ANA ajudará a orientar as análises sobre recursos hídricos no Brasil – Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias

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ANA e IBGE lançam inéditas bases de dados hidrográficos do Brasil

As novas bases apresentam recortes mais precisos e detalhados das bacias hidrográficas e da Divisão Hidrográfica Nacional.

Macrorregiões e Mesorregiões Hidrográficas – 1º e 2º níveis da DHN250

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Estudantes da Universidade do Amazonas falam sobre doenças de veiculação hídrica

Entre os sintomas mais comuns, causados pela água contaminada ou não tratada, estão a diarreia, vômito, tontura, fraqueza e fadiga

Postada em: EBC Rádios

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Seleção de consultor para o projeto Bacia Amazônica recebe currículos até 25 de agosto

Os interessados em concorrer para uma vaga de assistente técnico de apoio para a Coordenação do Brasil no contexto do projeto Bacia Amazônica têm até 25 de agosto para enviarem currículo e carta de interesse para a seleção realizada pela Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).

Foto:Rui Faquini / Banco de Imagens ANA

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MPF vai recorrer da sétima suspensão de segurança concedida pelo TRF1 em favor de Belo Monte

Decisão derrubou liminar que garantia mais estudos e consulta prévia sobre hidrograma

Comunidades que vivem da pesca enfrentam danos da usina de Belo Monte. Foto: Ascom/PRPA

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Crise hídrica: em processo de vazante, rio Madeira tende a níveis mínimos

Em Porto Velho (RO), o nível do rio Madeira está abaixo da média para a época do ano e tende à zona de atenção para mínimas. A previsão do Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), no primeiro Boletim de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Madeira para esse período de estiagem, é que o rio Madeira atinja a cota de 4 metros na segunda quinzena de agosto. Nesta segunda-feira (19), a estação de Porto Velho registra o nível de 5,48 metros, tendo baixado 11 centímetros nas últimas 24h. A partir da segunda quinzena de agosto, a cota pode atingir patamar em que a navegação passa a ter restrições. A Delegacia Fluvial de Porto Velho passa a adotar restrições quando o rio atinge nível inferior a quatro metros.

Para a operação de secas, a zona de atenção é a faixa laranja no gráfico – Postado em: SGB

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Desmatamento e fenômeno La Niña põem em risco abastecimento hídrico e elétrico no País

Conforme Pedro Luiz Côrtes, se a quantidade de chuvas continuar ínfima, o abastecimento hídrico no País corre risco, prejudicando a produção elétrica, industrial e de serviços

A redução de chuvas tem prejudicado o abastecimento do sistema Cantareira, do sistema do Alto Tietê e Guarapiranga – Foto: Wikimedia Commons -Postada em: Jornal da USP

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