Pretenden apoderarse de territorios asháninkas mediante procesos fraudulentos

17 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

El territorio de los Asháninka del río Ene se encuentra una vez más en peligro. Colonos pretenden apoderarse de predios de la comunidad nativa de Potsoteni – ¡Alto Tabecharo en peligro de desaparecer!

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Fotógrafa que dedicou 40 anos da vida à causa indígena alerta: “só vai piorar”

15 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

Foto: Claudia Andujar. “No passado, quando a gente lutou pela demarcação da terra Yanomami, foi muito difícil, mas foi através de muita pressão que [Fernando] Collor, na época presidente, demarcou a terra. Obviamente, quando fui expulsa, durante algum tempo, eu não pude voltar, mas continuei mantendo minhas relações e meu desejo de continuar a trabalhar. Depois voltei e continuei até hoje. Eu realmente dediquei a minha vida aos Yanomami”.

Claudia Andujar denuncia ameaças de garimpeiros à Terra Indígena dos Yanomamis e ressalta importância da pressão popular.

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Lançado guia sobre patrimônio genético

14 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

Povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares agora têm texto de referência sobre a Lei 13.123/15.

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Raposa Serra do Sol – Demarcação desastrosa em Roraima dificulta absorção dos venezuelanos, diz Heleno

12 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

O general Augusto Heleno, ex-comandante militar da Amazônia e um dos mais admirados oficiais do Exército Brasileiro, lembrou neste domingo (11) que se não tivesse ocorrido a “demarcação ideológica” da reserva indígena Raposa Serra do Sol, que destruiu a cultura do arroz, o Brasil poderia absorver nesse setor boa parte da mão de obra dos 50 mil venezuelanos que invadiram Roraima à procura de trabalho e melhores condições de vida.

“O presidente Temer vai a Boa Vista  conhecer o problema dos 50 mil imigrantes venezuelanos”, escreveu o general em artigo para o Diário do Poder. “Por ser o Comandante Militar da Amazônia, denunciei, em 2008, a lamentável política indigenista. Alertei sobre a falta de critério na demarcação ideológica de Raposa Serra do Sol. Economistas avisaram que a expulsão dos arrozeiros era medida social e economicamente desastrosa. Ignoraram. Favelizaram Boa Vista e empobreceram Roraima”, acusa.

Ao decidir pela demarcação em terras contínua da reserva Raposa Serra do Sol, em 2009, sob influência de conceitos meramente ideológicos, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a expulsão dos arrozeiros.

Atualmente, a gigantesca região de 17 mil quilômetros quadrados, mais de 11 vezes o tamanho da cidade de São Paulo e três vezes maior que o Distrito Federal. A reserva faz fronteira com a Venezuela e Guiana. Antes a maior produtora de arroz do Brasil, virou terra abandonada, com cerca de 20 mil índios aculturados e sem atividade econômica, passando fome e com milhares deles entregues ao alcoolismo.

“Hoje, a situação gerada pela ditadura de Maduro poderia ser contornada pela ampliação da cultura arrozeira e pelo consequente emprego de boa parte da mão de obra estrangeira que chegou a Roraima”, afirma o general Augusto Heleno em seu artigo. “Não há mais essa alternativa”, lamenta. “Infelizmente, vem aí mais improvisação e desordem urbana. Em outubro, temos que  mudar o País”, conclama.

FONTE: Diário do Poder http://www.diariodopoder.com.br/

http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=96351147362

 

NOTA

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Projetado para receber 250 pessoas, abrigo atende 388 indígenas vindos da Venezuela

11 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

Na fronteira chegam todos os povos, línguas e nações. Indígenas da etnia Warao vivem numa Casa de Passagem que se tornou literalmente um abrigo desde que foi inaugurado em novembro do ano passado. Projetado para receber apenas 250 pessoas, atualmente o local comporta 388 indígenas.  Vivendo entre barracas, fumaça e redes, eles se alimentam e dormem.

Abrigo parou de receber estrangeiros depois que a capacidade máxima chegou ao extremo -Foto: Fabio Calilo

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Migración venezolana en jaque: El drama de las dos fronteras

11 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

frontera-brasil-Venezuela Cambio16

La migración venezolana está en jaque en sus fronteras. Colombia y Brasil han establecido medidas en sus fronteras con Venezuela en los últimos días ante el río crecido de venezolanos que buscan escapar del hambre, la crisis y la falta de oportunidades. El éxodo venezolano se ha convertido en una situación humanitaria grave digna de un país en guerra. Por consiguiente los países vecinos se preocupan en cómo regular la crisis humanitaria y el desborde de los índices poblacionales de distintas zonas del país.  Leia mais »

Presidente da Funai participa de reunião sobre imigrantes Warao em Belém

10 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

O presidente Franklimberg de Freitas participou de reunião na Procuradoria da República no Estado do Pará para tratar sobre a situação dos indígenas venezuelanos da etnia Warao que chegam às cidades de Belém e Santárem.

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Livros do Programa de Capacitação em Proteção Territorial disponíveis para download

10 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

A Coordenação-Geral de Monitoramento Territorial disponibiliza para download os 7 livros que compõem o Programa de Proteção para Proteção Territorial. 

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Terras indígenas em Rondônia estão sendo loteadas por grileiros, acusa MPF

10 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

Terras indígenas no norte de Rondônia estão sendo loteadas por grileiros e madeireiros ilegais. De acordo com o Ministério Público Federal, as áreas mais afetadas são as terras do povo Uru-Eu-Wau-Wau e do povo Karipuna.

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AGU consegue cassar liminar que obrigava policiamento da PF em terras indígenas no AM

9 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), a cassação de liminar que obrigava a Polícia Federal a realizar policiamento ostensivo em duas reservas indígenas, na região do Alto Solimões. 

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Terra indígena não é empecilho para o desenvolvimento, diz MPF em visita ao Rio Negro

4 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

Com apoio do Exército Brasileiro, acompanhado pela FOIRN, o Ministério Público Federal visitou Cucuí, São Joaquim e Iauaretê entre 24 a 25 de janeiro.

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MPF pede fiscalização urgente contra garimpo ilegal em áreas Munduruku no Pará

2 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

Área de garimpo na região de Itaituba, no Pará (foto: Paulo de Tarso Moreira Oliveira – arquivo MPF)

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça que obrigue o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) a começar com urgência a fazer fiscalizações periódicas contra a garimpagem ilegal na terra indígena Munduruku, no sudoeste do Pará.

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Projetos comunitários que visam melhoria de vida de indígenas do Sul do Amazonas receberão apoio

2 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

Iniciativa faz parte do Projeto Nossa Terra: Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas do Sul do Amazonas, implementada pelo IEB e pela OPAN e apoiado pela USAID.

FOTO: Instituto Internacional de Educação do Brasil IEB

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Decisão da Justiça reconhece violações contra povo Waimiri-Atroari na abertura da BR-174

2 de Fevereiro de 2018  - Jaime de Agostinho

Decisão liminar em ação civil pública do MPF indica que a ditadura civil-militar causou danos ao referido povo; medidas de grande impacto que afetem a sobrevivência dos indígenas não poderão ser adotadas sem a concordância dos indígenas.

Foto: Ascom MPF/AM

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Povo Munduruku aponta fim de aldeia em Jacareacanga (PA)

31 de Janeiro de 2018  - Jaime de Agostinho

ÍNDIO / ELZA FIÚZA / AGÊNCIA BRASIL

O anúncio foi feito pelo povo munduruku, em um comunicado às autoridades ambientais, Ministério Público Federal e Funai.   

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