Leticia será sede de PreCOP sobre biodiversidad

Servindi, 29 de agosto, 2021.- La ciudad fronteriza de Leticia, en Colombia, será el lunes 30 de agosto, sede de la PreCOP de Biodiversidad, un evento de importancia mundial preparatorio de la COP15 de la Convención sobre la Diversidad Biológica.

Foto: Minambiente Colombia – Postada em: SERRVINDI

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Deputados listam “pauta sustentável” para possível votação antes da Conferência do Clima

Entre as propostas estão a que regulamenta o mercado de carbono no Brasil e a que cria incentivos à restauração florestal

Um dos projetos que devem ser votados é o que cria uma Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo – Mayke Toscano/Governo de Mato Grosso – Postada em: Câmara dos Deputados

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La Amazonía y su rol decisivo ante un planeta en crisis

Recientemente, el mundo conoció el reporte sobre cambio climático más completo producido hasta el momento. Frente a un escenario de temperatura en aumento y fenómenos meteorológicos extremos, sobre los que allí se advierten, es urgente proteger regiones de gran biodiversidad que juegan un papel importante en la regulación del clima global como la Amazonía. ¿Por qué? Aquí algunas consideraciones de Gaia Amazonas.

*Gaia Amazonas – Juan Gabriel Soler

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Modelo de Qualidade do Ar do INPE/MCTI retorna mais preciso

Após hiato para desenvolvimento, aprimoramento e avaliação, o modelo ambiental BRAMS para previsão de Qualidade do Ar retorna ao site do INPE com dados de extrema relevância para a sociedade.

Postada em: INPE

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Cientistas revelam como queimadas afetam a formação de nuvens de chuva na Amazônia

Aerossóis gerados dificultam movimento de massas de ar e limitam congelamento da água em nuvens, o que pode afetar chuvas

A temperatura média de glaciação ou congelamento de nuvens na Amazônia afeta a formação de chuva, e depende de três principais fatores: a umidificação da atmosfera, a presença de partículas de aerossol e a quantidade de radiação solar. As queimadas produzem uma quantidade imensa de partículas aerossolizadas, influenciando em todo o sistema. Imagem: Fotos públicas – Postada em: Jornal da USP

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COP26: Brasil quer aprovar regras previstas para mercado de carbono

Um dos principais objetivos da participação do governo brasileiro na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26) será o de aprovar a regulamentação do Artigo 6º do Acordo de Paris. O artigo trata das regras para operacionalização do mercado global de carbono. O tema foi debatido hoje (20) em audiência pública na Câmara dos Deputados.

Valter Campanato – Agência Brasil

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Governo e cientistas sugerem medidas contra impacto de incêndios florestais no solo e na água

Publicação com dados sobre incêndios nos últimos 30 anos será lançada na próxima semana

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Aula Magna da Pós-Graduação do Inpa apresenta Impactos de Mudanças Climáticas na Amazônia

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) realiza nesta quinta-feira (12) a Aula Magna para receber 119 novos alunos de mestrado e doutorado dos Programas de Pós-Graduação da Instituição. O tema da aula é “Impactos de Mudanças Climáticas na Amazônia”, que será ministrada pelo cientista de renome internacional, o professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP) e membro do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC), Paulo Artaxo.

Banner: Tito Fernandes – Editora Inpa

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Dia dos Povos Indígenas: Movimento Laudato si’ e a petição on-line para ajudar as comunidades

“A atenuação dos efeitos do desequilíbrio atual depende do que fizermos agora”, afirma o Papa na encíclica Laudato si’. Uma oportunidade prática é mobilizar as comunidades para assinar a petição on-line “Planeta Saudável, Pessoas Saudáveis” que pede medidas urgentes em linha com a ciência para toda a criação em vista da COP15 de outubro e da COP26 de novembro.

Postada em: Vatican News

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Efeito climático na Amazônia já é realidade e Acordo de Paris está defasado, diz brasileiro do IPCC

Conter as emissões de dióxido de carbono e o aquecimento global era missão 20 anos atrás. Agora, trata-se de correr atrás dos prejuízos e dos efeitos que a inação já nos trazem. Essa é a avaliação de Paulo Artaxo, autor-líder de um dos capítulos do relatório do IPCC e professor da Universidade de São Paulo (USP).

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Brasil e as Mudanças Climáticas: Novo Relatório do IPCC

Agência FAPESP – A Academia Brasileira de Ciências (ABC) realiza amanhã (10/08) o seminário on-line “Brasil e as Mudanças Climáticas: Novo Relatório do IPCC”.

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Invasões de florestas públicas aumentam pegada de carbono do Brasil

A invasão e o desmatamento de florestas públicas não destinadas na Amazônia jogaram 1,871 bilhão de toneladas de CO2 equivalente na atmosfera entre 2003 e 2019, agravando assim o efeito estufa e as mudanças climáticas globais e aumentando a pegada de carbono do Brasil.

Floresta vista de cima. Foto: Anna_Weinhold/IPAM

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Estudo da Embrapa revela potencial de Terra Indígena para gerar créditos de carbono

Resultados de um estudo desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostram que é possível promover serviços ambientais e garantir créditos de carbono em Terras Indígenas (TIs). A pesquisa foi realizada na TI Poyanawa, estado do Acre, por meio do projeto “Etnoconhecimento, agrobiodiversidade e serviços ecossistêmicos entre os Puyanawa”, executado com o apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai).

Foto: Eufran Amaral – Postada em: Funai

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Soluções baseadas na natureza são essenciais para combater mudanças climáticas e a perda de biodiversidade

Elton Alisson  |  Agência FAPESP – A conservação de ecossistemas, como áreas florestais, pantanosas ou ocupadas por pastagens naturais, e a restauração de áreas já degradadas são essenciais para enfrentar, conjuntamente, dois dos maiores desafios globais atualmente: as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade.

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Estudo liderado por pesquisadora do INPE/MCTI mostra que a Amazônia passou a ser fonte de carbono devido as queimadas, ao desmatamento e as mudanças climáticas

As regiões da Amazônia com desmatamento em torno de 30% ou superior apresentaram uma importante alteração na estação seca (principalmente agosto, setembro e outubro), ficando mais seca, mais quente e mais longa, representando um período de grande estresse para a floresta. Estas regiões apresentaram uma emissão de carbono 10 vezes maior que as regiões com desmatamento inferior a 20%.

Postada em: INPE

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