Pronasolos é destaque na Comissão Nacional de Cartografia

Com o objetivo de adequar a estrutura de pesquisa para aumentar o nível de conhecimento dos solos brasileiros, possibilitando sua governança por parte do poder público, a Embrapa lançou o Programa Nacional de Solos do Brasil (Pronasolos), por meio da assinatura de um protocolo de intenções, em dezembro de 2017, com 20 instituições brasileiras da área de solos. O próximo passo é a assinatura do decreto federal que institucionalizará o programa e garantirá os recursos necessários para sua execução.  Leia mais »

USP oferece palestras sobre biodiversidade e tecnologia na Amazônia com pesquisadores do Instituto Mamirauá

Os cientistas João Valsecchi e Emiliano Ramalho serão os palestrantes convidados. Evento é gratuito e acontecerá na próxima segunda-feira (21), às 15h.

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Descoberta na Amazônia enzima-chave para obtenção do etanol de segunda geração

Proteína, codificada por gene encontrado em microrganismos do lago Poraquê, poderá potencializar a ação do coquetel enzimático necessário à sacarificação do bagaço de cana-de-açúcar (imagem: Beta-Glucosidase Amazônica)

A produção do etanol de segunda geração ou etanol celulósico, obtido a partir da palha e do bagaço da cana-de-açúcar, pode aumentar em até 50% a produção brasileira de álcool. Desnecessário enfatizar a importância econômica e ambiental dessa possibilidade, que transforma resíduo em recurso. 

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Nova espécie de “cobra-cega” na Guiana Francesa

Cor, forma do corpo, escamas e dentes são algumas das características que diferenciam Caecilia museugoeldi, o mais novo anfíbio da Guiana Francesa, das espécies já descritas. Os pesquisadores Adriano Maciel e Marinus Hoogmoed, ambos do Museu Goeldi, são os responsáveis pela descrição do novo táxon, o primeiro do gênero em 33 anos. O trabalho faz parte da primeira edição de 2018 do Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Naturais.

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Nova Base Alto Cuieiras do Inpa possibilita pesquisa, turismo científico e capacitações

Rio Cuieiras – Foto Olivier Jaudoin – INPA

O projeto Museu na Floresta do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), em parceria com a Universidade de Quioto (Japão), inaugura Na próxima terça-feira (8) a Base Alto Cuieiras. Trata-se de uma base construída, no meio da floresta amazônica de terra firme, com novas estruturas que possibilitarão atividades de pesquisa, turismo científico e capacitações, voltadas para a observação, conservação da biodiversidade amazônica e a valorização da cultura tradicional. 

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Em seminário, Exército estuda incluir no cardápio dos militares alimentos orgânicos

Ascom/INPA

A pesquisadora do Inpa, a Dra. Dionisa Nagahama, coordenadora do evento, espera que este seminário inicie um diálogo entre potenciais compradores, órgãos governamentais e as organizações da agricultura familiar, que vivem e produzem alimentos bons, limpos e justos.

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Geotecnologias ajudam coletores de castanha a traçar rotas na Floresta Amazônica

– Foto: Lucio Cavalcanti

Coletores de castanha-do-brasil (castanha-do-pará, castanha-da-amazônia) e de outros produtos extraídos da Floresta Amazônica poderão contar com geotecnologia para traçar o melhor percurso pela mata e assim economizar tempo e esforço. Pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental (AM), em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e a Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), desenvolveram uma metodologia para a otimização do traçado de trilhas que dão acesso a produtos florestais não madeireiros.

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Proamazônia continua com apoio às pesquisas do Inpa nas áreas de fronteira da Amazônia

Chegar a lugares remotos e nunca estudados da Amazônia para fazer pesquisas é extremamente difícil, ainda mais quando os recursos são escassos. Para realizar a tarefa, há dois anos, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) contam com o apoio logístico do Exército e da Força Aérea.

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Pouco conhecida, Pacarana é encontrada em Resex no Acre

Esse é o principal resultado que um monitoramento, conduzido pelo WWF-Brasil junto a vários parceiros no Acre, que está monitorando a fauna da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes, no município de Xapuri. 

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Cientistas usam resíduos do dendê para cultivar cogumelos comestíveis

Pesquisadores da Embrapa Amazônia Oriental (PA) e da Embrapa Agroenergia (DF) encontraram uma alternativa para produzir cogumelos comestíveis, como o Pleurotus ostreatus, ou shimeji, no Brasil a baixo custo e, assim, tornar seu consumo acessível a grande parte da população. Os cientistas usaram biomassas residuais, resíduos gerados no processamento do óleo do dendê (óleo de palma), como substrato para cultivar o fungo.

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Novo estudo comprova que grandes populações já habitavam o sul da Amazônia há cerca de 800 anos

Foto aérea de um dos sítios arqueológicos revelados pelo novo estudo, no Mato Grosso: o geoglifo circular tem 140 metros de diâmetro e fica no alto de uma colina. Foto: José Iriarte

Em amplas áreas hoje pouco habitadas, longe dos rios principais, arqueólogos encontraram geoglifos e vestígios de numerosas aldeias pré-colombianas, que chegaram a somar até um milhão de pessoas a partir do ano 1250.

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Cientistas descobrem 81 aldeias ‘perdidas’ que podem recontar a história da Amazônia

Arqueólogos do Brasil e do Reino Unido descobriram que quase 1 milhão de pessoas habitaram áreas da Amazônia entre os anos 1200 e 1450, em áreas distantes de rios

O desmatamento é uma ameaça à Amazônia, mas desta vez foi peça chave para uma descoberta arqueológica que pode recontar a história da maior floresta do mundo.

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Instituto Mamirauá participa de workshop sobre domesticação de plantas na Amazônia

Colaboração internacional finaliza com o workshop um projeto sobre o histórico de espécies vegetais no Alto Rio Madeira. Instituto Mamirauá é uma das instituições convidadas com vistas a ampliar as pesquisas sobre o tema na região amazônica.

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Arqueologia na telinha: Instituto Mamirauá lança série de vídeos sobre a Amazônia pré-colonial

A Arqueologia ficou famosa nas telonas do mundo inteiro com as aventuras de Indiana Jones. Estrelada pelo personagem, a quadrilogia de filmes inspirou gerações de meninos e meninas a seguir a carreira arqueológica, mas tem sua porção de fantasia e incorreções históricas. O trabalho dos arqueólogos na realidade e como ele é importante pode ser visto a partir na websérie “Amazônia pré-colonial”, lançada hoje (01) pelo Instituto Mamirauá.

Expedição arqueológica feita por pesquisadores do Instituto Mamirauá na região do Médio Solimões, Amazonas, virou websérie com imagens do fotógrafo e cinegrafista Adriano Gambarini

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