Novas descobertas arqueológicas podem reescrever história da Amazónia

A descoberta de geoglifos no estado brasileiro do Acre, figuras construídas em encostas ou planícies, reforçam a ideia de que habitavam na região povos indígenas, 2500 antes da chegada dos europeus.

Amazónia, Brasil   © REUTERS/Bruno Kelly 

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Sustentabilidade e desenvolvido é tema de debate do Grupo de Estudos Estratégicos Amazônicos

Para o pesquisador do Inpa Luiz Antonio Oliveira, é urgente a necessidade de o Brasil ter condições de usar a biodiversidade amazônica para fins econômicos e sociais. 

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Indígenas da Amazônia têm dores frequentes, mas não reclamam

Estudo feito com três etnias verificou que, por considerarem o processo natural e não uma anormalidade, não há o costume de reclamar.

Estudo feito com três etnias na divisa do Brasil com Peru e Colômbia verificou que apesar de 77% sentirem dores não há o costume de reclamar, por considerarem o processo natural e não uma anormalidade – Foto: Eliseth Leão via Agência Fapesp

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A fauna amazônica nos estudos de iniciação científica do Goeldi

Os trabalhos apresentam novas espécies, atualizam informações nas coleções científicas, produzem revisões taxonômicas, abordam a exploração comercial de espécies e trazem novos dados sobre áreas do entorno de Belém e de regiões distantes. Durante dois dias, 27 pesquisas são apresentadas na terceira sessão do Seminário PIBIC/PIBIT do Museu Goeldi.

Dividida em dois dias (27 e 28), a terceira sessão do XXVI Seminário PIBIC e II Seminário PIBITI do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) concentra as pesquisas desenvolvidas na grande área da “Sistemática e Ecologia Animal”. Ao todo, 27 bolsistas apresentam seus estudos que abordam a fauna amazônica. Leia mais »

Pesquisas botânicas encerram seminário de iniciação científica

Plantas medicinais, taxonomia, composição química de vegetais e fungos estão entre os assuntos abordados em 26 trabalhos de bolsistas do Museu Goeldi.

Começa na tarde desta quinta-feira (28), a última sessão do seminário de iniciação científica do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), tendo como tema Sistemática Vegetal e Micologia, Morfologia e Anatomia Vegetal, Ecologia e Manejo, Botânica Econômica, Etnobotânica e Fitoquímica. Ao todo, 26 trabalhos serão apresentados entre comunicações orais e painéis. Leia mais »

Bactéria da hanseníase infecta mais da metade dos tatus analisados por cientistas

Para autores do estudo realizado no Pará, embora animal possa transmitir doença, contágio entre humanos é o principal problema; com 25 mil novos casos por ano, Brasil é o segundo país do mundo em número de infectados.   Leia mais »

Expedições à Amazônia revelam novas espécies de sapos, lagartos, aves e plantas

A ideia de passar um mês rodeado pelos barulhos da floresta tropical, sem sinal de internet ou chuveiro com água quente, dormindo em redes ou em barracas e trabalhando das cinco horas da manhã à meia-noite até mesmo nos fins de semana pode parecer estressante para muitas pessoas. Mas para o zoólogo Miguel Trefaut Rodrigues esse tipo de viagem é “a coisa mais relaxante do mundo”.     Leia mais »

Expedições à Amazônia identificam 12 novas espécies de animais

Em duas expedições à Amazônia, pesquisadores de São Paulo coletaram animais de pelo menos 12 espécies ainda não catalogadas de sapos e lagartos, além de uma coruja sem descrição científica. Ao todo, o grupo liderado pelo zoólogo da Universidade de São Paulo (USP) Miguel Trefaut Rodrigues trouxe para análise mais de 1,7 mil exemplares de mais de 200 espécies diferentes de animais e plantas.        Leia mais »

Enzima descoberta na Amazônia vai aumentar o potencial de álcool na cana-de-açúcar

Com esse avanço, é possível produzir etanol do bagaço e da palha da cana. O Brasil Rural desta quarta-feira (20) conversa com Mário Murakami, diretor científico do Laboratório de Ciência e Tecnologia do Bioetanol – CTBE e pesquisador científico do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais – CNPEM. Ele fala sobre o maior aproveitamento da palha e do bagaço da cana-de-açúcar (que antes eram desperdiçados) na produção do etanol, a partir da descoberta de uma enzima.   Leia mais »

Pronasolos é destaque na Comissão Nacional de Cartografia

Com o objetivo de adequar a estrutura de pesquisa para aumentar o nível de conhecimento dos solos brasileiros, possibilitando sua governança por parte do poder público, a Embrapa lançou o Programa Nacional de Solos do Brasil (Pronasolos), por meio da assinatura de um protocolo de intenções, em dezembro de 2017, com 20 instituições brasileiras da área de solos. O próximo passo é a assinatura do decreto federal que institucionalizará o programa e garantirá os recursos necessários para sua execução.  Leia mais »

USP oferece palestras sobre biodiversidade e tecnologia na Amazônia com pesquisadores do Instituto Mamirauá

Os cientistas João Valsecchi e Emiliano Ramalho serão os palestrantes convidados. Evento é gratuito e acontecerá na próxima segunda-feira (21), às 15h.

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Descoberta na Amazônia enzima-chave para obtenção do etanol de segunda geração

Proteína, codificada por gene encontrado em microrganismos do lago Poraquê, poderá potencializar a ação do coquetel enzimático necessário à sacarificação do bagaço de cana-de-açúcar (imagem: Beta-Glucosidase Amazônica)

A produção do etanol de segunda geração ou etanol celulósico, obtido a partir da palha e do bagaço da cana-de-açúcar, pode aumentar em até 50% a produção brasileira de álcool. Desnecessário enfatizar a importância econômica e ambiental dessa possibilidade, que transforma resíduo em recurso. 

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Nova espécie de “cobra-cega” na Guiana Francesa

Cor, forma do corpo, escamas e dentes são algumas das características que diferenciam Caecilia museugoeldi, o mais novo anfíbio da Guiana Francesa, das espécies já descritas. Os pesquisadores Adriano Maciel e Marinus Hoogmoed, ambos do Museu Goeldi, são os responsáveis pela descrição do novo táxon, o primeiro do gênero em 33 anos. O trabalho faz parte da primeira edição de 2018 do Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Naturais.

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Nova Base Alto Cuieiras do Inpa possibilita pesquisa, turismo científico e capacitações

Rio Cuieiras – Foto Olivier Jaudoin – INPA

O projeto Museu na Floresta do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), em parceria com a Universidade de Quioto (Japão), inaugura Na próxima terça-feira (8) a Base Alto Cuieiras. Trata-se de uma base construída, no meio da floresta amazônica de terra firme, com novas estruturas que possibilitarão atividades de pesquisa, turismo científico e capacitações, voltadas para a observação, conservação da biodiversidade amazônica e a valorização da cultura tradicional. 

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