Embrapa comprova que cafeicultura em Rondônia não desmata floresta

Uma pesquisa realizada pela Embrapa analisou o impacto da cafeicultura em Rondônia no desmatamento da floresta no estado. Essa pesquisa é inédita e foi feita por meio de imagens de satélite e uso de geotecnologias.

Foto: Paula Laboissérre – EBC – Agência Brasil

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Operação Ágata XVII deflagrada pelo Exército destroi oito dragas ilegais em Rondônia

O Comando de Fronteira Rondônia/6º Batalhão de Infantaria de Selva, Batalhão Forte Príncipe da Beira, deflagrou, na última sexta-feira, 19 de abril, a Operação Ágata XVII, a fim de combater o garimpo e uso de dragas ilegalmente nas regiões de Vila Murtinho, Prainha da Vila Murtinho e Ponto do Ribeirão – Estrada de Ferro.

Foto: CMA EB

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Guayaramerín anuncia cierre de frontera tras denunciar abusos de la Policía de Brasil

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Estudo comprova a sustentabilidade do café da região das Matas de Rondônia

Estudo inédito realizado pela Embrapa comprova a sustentabilidade da cafeicultura das Matas de Rondônia. Por meio do uso da geotecnologia e com o apoio de imagens de satélite, o trabalho registrou desmatamento zero em sete dos 15 municípios da região, entre os anos de 2020 e de 2023. Em toda a região, foram encontrados traços de retiradas de áreas florestais em menos de 1% da área total ocupada pela cafeicultura. O trabalho também demonstra que mais da metade dos territórios dos 15 municípios somados é coberta por florestas, o que totaliza 2,2 milhões de hectares com vegetação nativa. Leia o trabalho na íntegra aqui.

Café robusta amazônico – Photo: Fernando Wagner Malavazi -Postada em: EMBRAPA

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Coisas da Amazônia – Parte II

O aconchego da casa provoca harmonicamente o embelecimento da alma e os devaneios do imaginário privilegiado do sentimento de lugar. A casa ribeirinha é fabulosa e estesiante, e convive entranhada aos modos de vida das populações originárias e tradicionais da Amazônia brasileira.

Foto: Marquelino Santana

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Operação Wari combate ao desmatamento e desarticula invasão em terras indígenas

Guajará-Mirim (RO) – No dia 21 de março de 2024 o Comando de Fronteira Rondônia/6º Batalhão de Infantaria de Selva – “Batalhão Forte Príncipe da Beira” (Cmdo Fron RO/6º BIS) realizou a Operação Wari, em um ambiente de interagências com a Polícia Federal, Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) e do instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

Foto postada em: CMA EB

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PF deflagra operação para combater crimes ambientais na Terra Indígena Igarapé Lage em Rondônia

Guajará-Mirim/RO. A Polícia Federal, com apoio do Exército Brasileiro, Fundação Nacional do Indígena (FUNAI) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), deflagrou, nessa quinta-feira, 21/3, a Operação Wari para combater os crimes de invasão e desmatamento praticados na Terra Indígena Igarapé Lage, em Nova Mamoré/RO e em Guajará-Mirim/RO.

Foto: Polícia Federal DPF

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PF deflagra a Operação Limítrofe para combater desmatamento ilegal

Porto Velho/RO. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (12/3), a Operação Limítrofe, a fim de desarticular grupo especializado na falsificação de documentos públicos, utilizados para dar aparência de legalidade à madeira extraída de forma ilegal, em Alta Floresta D’Oeste/RO, Porto Velho/RO e nos distritos de Vista Alegre do Abunã, Nova Califórnia e Extrema.

Foto: Polícia Federal DPF

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Coisas da Amazônia – parte I

A embelecida paisagem amazônica no seu indubitável e encantatório adorno, continua resistindo de forma honrosa aos ataques nefastos de uma sociedade envolvente que preza pela iniquidade ardil e pela desonra torpe dos valores dos povos da floresta.

Rio Mamu – Fronteira Brasil – Bolívia – Foto: Marquelino Santana.

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Aparecimento de oito indígenas isolados em Rondônia preocupa Funai e indigenistas

Em 22 de dezembro passado, um grupo de oito indígenas isolados apareceu em uma mata ao sul da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia, um dos territórios mais desmatados na Amazônia durante o governo de Jair Bolsonaro. Dois trabalhadores rurais estavam construindo um curral perto do rio São Miguel quando os indígenas surgiram nus, com adornos na cintura, todos homens adultos e portando arcos e flechas “bem grandes”. Eles ficaram parados em pé, apenas observando, a cerca de 200 metros. O contato visual durou cerca de 15 minutos, quando então os indígenas, provavelmente assustados pela chegada de uma motocicleta, retornaram à floresta. Desde então, não houve mais notícias sobre eles.

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Dnit vai pagar mais de R$ 8 milhões para empresa fiscalizar obras em pontes da BR-319

MANAUS (AM) – Apenas a fiscalização das obras de recuperação das pontes na BR-319, que desmoronaram no Estado do Amazonas, em 2022, terá um custo de R$ 8,1 milhões, conforme divulgado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 15. A supervisão dos trabalhos será conduzida pela empresa STE S.A. – Serviços Técnicos de Engenharia Sociedade Anônima.

Desabamento de ponte na BR-319, no Amazonas (Reprodução/CBMAM) – Postada em: Revista Cenarium

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O encontro dos deuses brasivianos – parte III

Na acepção de se manterem nos seringais do rio Mamu, os milicianos armados que expulsaram os seringueiros brasivianos, e que se intitulavam “zafreros” ou “campesinos”, tiveram a nítida impressão de que estariam definitivamente fixados à terra, e que iriam desfrutar de toda a riqueza natural ali existente.

Rio Mamu – Pando – Bolívia – foto: Marquelino Santana

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