Os Nazistas no Brasil: Fotografias dos Nazistas na Floresta Amazônica

Em janeiro de 2013 a Ecoamazônia postou neste site a matéria Nazistas na Amazônia – A história dos alemães que desembarcaram no Jari em 1935 para uma confusa e misteriosa expedição científica , hoje recebemos de um colaborador algumas fotos que ilustram o tema.

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Evidências mostram que Amazônia já teve até cidades

Olhando ao redor da floresta amazônica hoje é difícil imaginá-la cheia de pessoas. Mas nas últimas décadas arqueólogos encontraram evidências de que antes da chegada de Colombo, a região teve até mesmo cidades. O grau de ocupação humana na Amazônia continua a ser muito debatido, porque diversas áreas da floresta tropical de 6 milhões Km² permanecem inexploradas. Agora os pesquisadores construíram um modelo de previsão onde os sinais de agricultura pré-colombiana serão mais fáceis de serem encontrados, e eles esperam que essa ferramenta ajude a orientar futuros trabalhos arqueológicos na região, relata uma matéria da revista Science desta semana.  Leia mais »

Um presente à memória da Amazônia

Encantada desde a primeira vez que subiu as serras de Monte Alegre com a arte rupestre deste município do Oeste do Pará, no final dos anos 80, a arqueóloga Edithe Pereira, pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, vem se empenhando em compartilhar suas descobertas. Seus estudos trouxeram para o centro das discussões acadêmicas os milenares registros que fascinam os viajantes naturalistas desde o século XVIII, e já viraram livros, vídeos, pinturas, poemas, artesanatos, bijoux, notícias, debates em sala de aula e influenciaram políticas públicas. A mais recente novidade é a emissão especial de selo para divulgar a arte rupestre da Amazônia, que a Agência Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT) e o Museu Goeldi lançam no dia 13 de agosto, às 9h, em Belém. Leia mais »

Gravuras rupestres somem de sítios arqueológicos da Amazônia

Um sítio arqueológico localizado em terra indígena no município de São Gabriel da Cachoeira, na região do Alto Rio Negro, no norte do Estado do Amazonas, vem sendo alvo de depredações e, possivelmente, de furtos para atender demandas de colecionadores ou de comercialização de gravuras rupestres (petróglifos) em outras regiões do país ou no exterior. Leia mais »

Nazistas na Amazônia – A história dos alemães que desembarcaram no Jari em 1935 para uma confusa e misteriosa expedição científica

Entre a foz do Rio Jari, no Amazonas, e sua deslumbrante Cachoeira de Santo Antônio, há uma cruz de madeira, medindo três metros de altura por dois metros de largura, que há alguns anos é explorada como atração turística no Amapá. Debaixo dela jaz o teuto-brasileiro Joseph Greiner, ali sepultado em janeiro de 1936, vitimado pela selva. Feita sacrário, hoje a cruz é protegida por um telhado e encabeçada pelo entalhe de uma suástica – a cruz gamada de origens indo-tibetanas, popularizada como ícone incendiário do nazismo. Lápide improvisada, o necrológio da cruz explica: “Joseph Greiner morreu aqui em 2/1/36, a serviço da pesquisa alemã, vitimado pela febre – Expedição Alemã do Jary, 1935-1937″. Leia mais »

Fordlândia do Pará: patrimônio histórico no esquecimento

A vila foi construída nos anos 30, por iniciativa do fundador da Ford Motors, Henry Ford.

Fordlândia chegou a ter fábricas, restaurantes, praças, cinemas, dormitórios e muitos moradores. Hoje, parte dessa história é o retrato do descaso e da destruição. Construída na década de 30, a vila começou pela iniciativa do fundador da Ford Motors, Henry Ford, que buscava transformar a Amazônia em um grande centro de produção de borracha. Para preservar essa história, o Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) quer mais rigor da Prefeitura local contra a destruição do patrimônio histórico. Leia mais »