Seminário de História das Ciências na Amazônia recebe resumo de trabalhos

O evento será realizado de 11 a 13 de novembro em Belém e os interessados têm até dia 31 de outubro para se inscrever gratuitamente e online. O Grupo de Pesquisa História das Ciências na Amazônia realiza o seminário e conta com apoio do Museu Paraense Emílio Goeldi, Universidade Federal do Pará e Fundação Oswaldo Cruz.

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A LENDA DO MUIRAQUITÃ

A Lenda do Muiraquitã faz parte do conjunto de lendas envolvendo a existência mítica de mulheres guerreiras, vivendo separadamente dos homens, na região do Baixo Amazonas, compreendida de oeste para leste, entre Parintins e Monte Alegre, e de norte ao sul, das nascentes do Nhamundá ao baixo Tapajós, o local deste mítico País das Pedras Verdes.

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Dos selos, a história da arqueologia brasileira: Museu Goeldi inaugura nova exposição

Na manhã desta quinta-feira (25), no Parque Zoobotânico, será a abertura da exposição “Postado! Arqueologia brasileira nos selos”. A mostra mergulha nos universos da arqueologia e da filatelia, reunindo as representações de sítios e objetos arqueológicos nos selos postais do Brasil dos últimos 50 anos. Emitido em 1966, o selo em comemoração ao Centenário do Museu Goeldi foi o primeiro a fazer referência a arqueologia do país.

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Comando Militar do Norte e Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército promovem o II Ciclo de Estudos de História Militar na Amazônia

No dia 19 de setembro, o Comando Militar do Norte (CMN) e a Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército (DPHCEx) promoveram, em Belém, o II Ciclo de Estudos de História Militar na Amazônia – “A História da Amazônia Oriental: Conquista e Desafios”. O evento teve, como objetivo, impulsionar novas investigações sobre o tema, despertando o conhecimento dos participantes na área.

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Os Nazistas no Brasil: Fotografias dos Nazistas na Floresta Amazônica

Em janeiro de 2013 a Ecoamazônia postou neste site a matéria Nazistas na Amazônia – A história dos alemães que desembarcaram no Jari em 1935 para uma confusa e misteriosa expedição científica , hoje recebemos de um colaborador algumas fotos que ilustram o tema.

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Evidências mostram que Amazônia já teve até cidades

Olhando ao redor da floresta amazônica hoje é difícil imaginá-la cheia de pessoas. Mas nas últimas décadas arqueólogos encontraram evidências de que antes da chegada de Colombo, a região teve até mesmo cidades. O grau de ocupação humana na Amazônia continua a ser muito debatido, porque diversas áreas da floresta tropical de 6 milhões Km² permanecem inexploradas. Agora os pesquisadores construíram um modelo de previsão onde os sinais de agricultura pré-colombiana serão mais fáceis de serem encontrados, e eles esperam que essa ferramenta ajude a orientar futuros trabalhos arqueológicos na região, relata uma matéria da revista Science desta semana.  Leia mais »

Um presente à memória da Amazônia

Encantada desde a primeira vez que subiu as serras de Monte Alegre com a arte rupestre deste município do Oeste do Pará, no final dos anos 80, a arqueóloga Edithe Pereira, pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, vem se empenhando em compartilhar suas descobertas. Seus estudos trouxeram para o centro das discussões acadêmicas os milenares registros que fascinam os viajantes naturalistas desde o século XVIII, e já viraram livros, vídeos, pinturas, poemas, artesanatos, bijoux, notícias, debates em sala de aula e influenciaram políticas públicas. A mais recente novidade é a emissão especial de selo para divulgar a arte rupestre da Amazônia, que a Agência Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT) e o Museu Goeldi lançam no dia 13 de agosto, às 9h, em Belém. Leia mais »

Gravuras rupestres somem de sítios arqueológicos da Amazônia

Um sítio arqueológico localizado em terra indígena no município de São Gabriel da Cachoeira, na região do Alto Rio Negro, no norte do Estado do Amazonas, vem sendo alvo de depredações e, possivelmente, de furtos para atender demandas de colecionadores ou de comercialização de gravuras rupestres (petróglifos) em outras regiões do país ou no exterior. Leia mais »

Nazistas na Amazônia – A história dos alemães que desembarcaram no Jari em 1935 para uma confusa e misteriosa expedição científica

Entre a foz do Rio Jari, no Amazonas, e sua deslumbrante Cachoeira de Santo Antônio, há uma cruz de madeira, medindo três metros de altura por dois metros de largura, que há alguns anos é explorada como atração turística no Amapá. Debaixo dela jaz o teuto-brasileiro Joseph Greiner, ali sepultado em janeiro de 1936, vitimado pela selva.

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