Equipes terminam retirada de minério do navio Stellar Banner

As equipes envolvidas na emergência ambiental do navio Stellar Banner, encalhado na costa do Maranhão desde fevereiro deste ano, terminaram os trabalhos de retirada da carga de minério para a reflutuação da embarcação.

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Denunciado ‘genocídio’ de indígenas isolados na Amazônia

Indígenas da comunidade awá guajá isolados na Amazônia estão “sofrendo um genocídio”, denunciaram os chamados “Guardiões da Selva”, em comunicado divulgado nesta segunda-feira (18) pela ONG Survival International.

Foto de 3 de novembro de 2019, divulgada pela ONG Survival International, mostra os indígenas brasileiros (E-D) Laercio Guajajara, Paulo Paulino Guajajara e Olimpio Guajajara, membros do grupo ‘Guardiões da Floresta’, no território indígena Arariboia, no Maranhão, em abril de 2019

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Nota Informativa sobre embarcação com carregamento de minério de ferro encalhada no litoral do Maranhão – Atualização

Navio Stellar Banner: informações atualizadas em 02/03 (noite)

Brasília (02/03/2020) – O Ibama realizou dois sobrevoos nesta segunda-feira (02/03) na região localizada a cerca de 100 km da costa do Maranhão onde o navio Stellar Banner está encalhado. Mais uma vez, os sensores de detecção de óleo da aeronave Poseidon não identificaram sinais de combustível na superfície do mar.

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Caciques Guajajara reivindicam voz em Brasília

Cerca de 50 lideranças Guajajara compareceram à sede da Funai, em Brasília, na última terça-feira (28), a fim de manifestar apoio ao atual governo brasileiro e à gestão da Funai. Na ocasião, relataram a necessidade de que os órgãos públicos e a sociedade civil ouçam diretamente os caciques, considerados pelas comunidades indígenas como seus legítimos representantes.

As lideranças apresentaram demandas relativas ao etnodesenvolvimento, ecoturismo, representatividade, segurança, saúde e educação. Fotos: Mário Vilela/Funai

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Centro de Lançamento de Alcântara atinge marca de 487 lançamentos

Situado a 90 quilômetros de São Luís, no Maranhão, o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), encontra-se em plena operação, realizando o lançamento e o rastreio de foguetes.

O CLA integra a estrutura do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB), responsável por planejar, gerenciar, realizar e controlar as atividades relacionadas à ciência, à tecnologia e à inovação.

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MPF defende consulta prévia a quilombolas impactados pela proposta de expansão do Centro de Lançamento de Alcântara

Proposta afetará mais de 700 famílias locais, habitantes em 31 comunidades remanescentes de quilombos na região.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

 

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Comunidade Gavião Pykobjê realiza etnomapeamento da TI Governador

Um grupo de jovens agentes ambientais, professores, monitores e conselheiros Gavião Pykobjê finalizou nessa sexta feira (22) a terceira etapa do etnomapeamento da Terra Indígena (TI) Governador (MA). A atividade faz parte do ciclo de formação dos agentes ambientais Timbira, realizada pelo Centro de Trabalho Indigenista em parceria com a Associação Wyty Cate, no âmbito do projeto de implementação do Plano de Gestão Territorial e Ambiental das TIs Timbira, apoiado pelo Fundo Amazônia BNDES.

Foto: Acervo CTI

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Divisas e Fronteiras da Amazônia

Uma das postagens mais acessada em nosso site: https://www.ecoamazonia.org.br/ é Região onde fazem divisa os Estados do Amazonas, Rondônia e Acre é o faroeste brasileiro, diz pastoral na maioria das vezes contendo dúvidas sobre limites dos estados e fronteiras do Brasil.

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Como se fabrica um “massacre” (e uma “etnia”) indígena

Descendentes de indígenas gamelas, em uma das propriedades “retomadas” em 2015 (foto Cimi).

A facilidade e a leviandade com que palavras fortes como “massacre”, “barbárie”, “genocídio” e outras similares são empregadas em quaisquer situações conflituosas envolvendo indígenas foram novamente evidenciadas, no embate entre autodenominados indígenas gamelas e proprietários de terras invadidas por eles, no Maranhão. O caso é um exemplo clássico das táticas de propaganda do aparato ambientalista-indigenista, em sua campanha permanente de fustigamento do Estado e inoculação do vírus divisionista na sociedade brasileira, levando-a a apoiar a sua agenda antinacional e antidesenvolvimentista.    Leia mais »

A luta por terras e pelo resgate da memória dos gamela, apagada desde o Brasil colônia

Por volta das 16h do último domingo, 30 de abril, uma batalha campal se iniciava em Viana, município de 50.000 habitantes a pouco mais de 200 quilômetros da capital maranhense, São Luís. Em uma região em que quatro de cada dez pessoas é pobre, começava ali uma luta violenta de quem tem pouco contra quem tem quase nada. De um lado estavam indígenas da etnia gamela, que ocupavam uma área que reivindicam pertencer a seus ancestrais, expulsos dali no passado. Do outro, agricultores, alguns donos de uma quantia de gado possível de se contar nos dedos, que pretendem manter seu pedaço de chão para poder plantar. O enfrentamento deixou dezenas de feridos, vários deles com marcas de bala rasgadas pelo corpo. Quatro ainda estão internados em hospitais da capital. Dois indígenas tiveram as mãos quase arrancadas a golpes de facão, em uma cena que lembrou a alguns o tratamento dado, por vezes, a animais que ignoram cercas e entram em terra vizinha. Na pequena cidade, as imagens da barbárie ainda atormentam a população.

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