ONU reconhece povos indígenas como os melhores guardiões das florestas

Pesquisa também sugere que este papel protetor está cada vez mais em risco, à medida que a Amazônia se aproxima de um ponto de inflexão

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Novo relatório da ONU: povos indígenas e comunidades tradicionais são os melhores guardiões das florestas da América Latina e do Caribe

As taxas de desmatamento na América Latina e no Caribe são significativamente mais baixas em áreas indígenas e de comunidades tradicionais onde os governos reconhecem formalmente os direitos territoriais coletivos. Melhorar a segurança da posse desses territórios é uma maneira eficiente e econômica de reduzir as emissões de carbono.

Terra Indígena Yanomami (Arquivo/2015) – Foto | Leonardo Prado/PG/FotosPúblicas – Publicada em: ONU

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A capacidade de remoção de carbono pelas florestas secundárias na Amazônia é ameaçada por mudanças climáticas e distúrbios humanos

Um consórcio internacional de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN) e das Universidades Britânicas de Bristol, Cardiff e Exeter publicaram hoje um novo estudo na revista Nature Communications.

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Floresta Amazônica pode estar aquecendo o clima global, diz estudo com participação do Inpa

Perdas contínuas da Amazônia intensificam a mudança climática e estão levando provavelmente ao aquecimento do clima, que causará mais prejuízos para a região e o mundo

Foto: Fernanda Farias – Publicada por: INPA

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Pesquisadores detectam fortes contribuições da Amazônia para as mudanças climáticas

Uma rede formada por 30 pesquisadores analisou algumas das principais causas relacionadas ao papel da floresta amazônica nas alterações do clima regional e global. Entre outros fatores, o desmatamento e a degradação das florestas influenciam no sequestro de carbono, potencializam emissões por incêndios e, em alguns casos, provocam a ação de outros gases causadores do aquecimento global.

Foto FACEBOOK MUSEU GOELDI

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Estudo mostra impactos de 35 anos da hidrelétrica de Balbina em florestas de igapó da Amazônia

Publicado na revista científica Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Ecosystems, o artigo chama atenção para o efeito sanduíche, que resulta da alteração do regime hidrológico causada pela barragem impactando a vegetação da floresta de igapó. O artigo traz ainda recomendações para políticas públicas para mitigar os efeitos de outros empreendimentos similares para a geração de energia previstos para a região

Fotos e imagem: Jochen Schöngart – Publicada por: INPA

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Laser mapeia clareiras na Amazônia e auxilia estudos sobre mortalidade das árvores

Pesquisadores apontam que estresse hídrico, fertilidade do solo e degradação da vegetação causam clareiras na maior floresta tropical do mundo

Publicada em: FAPESP

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Roraima decreta compromisso de longo prazo com conservação

Governo de Roraima assinou, em dezembro, um decreto que institui a Política Estadual de Impulsionamento do Desenvolvimento Econômico-Ambiental de Baixas Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs), oriundos do desmatamento e de degradação.

Eugênio Pantoja e Gabriela Savian, do IPAM, com o governador do estado de Roraima, Antônio Denarium. Foto: Divulgação/governo de Roraima

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Científicos peruanos estudian en Loreto el impacto de los gases de efecto invernadero

Mediante sensores en torre instalada por el IIAP en un aguajal del Parque Turístico Quistococha.

Científicos del Instituto de Investigaciones de la Amazonía Peruana (IIAP) instalaron una plataforma vertical llamada “Torre de Flujo de Gases de Efecto Invernadero”, de 42 metros de alto, en medio del aguajal ubicado dentro del Parque Turístico Quistococha, para medir el impacto de esos gases en el ecosistema amazónico. Foto: IIAP

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Tecnología destaca “efectos de borde” de la deforestación amazónica

Fragmentación de bosques aumentó en 37 por ciento emisiones de gases de efecto invernadero en Amazonía. Ese aumento supuso la emisión de 3,4 mil millones de toneladas a la atmósfera entre 2001 y 2015. Se usó tecnología de detección remota para mapear la pérdida de biomasa en la región.

Tecnología LiDAR ayuda a conocer mejor los bosques amazónicos

La NASA, en asociación con el INPE de Brasil, trabaja en el mapeo de la mortalidad de los árboles en toda la región amazónica, usando tecnología LiDAR. En la foto, la reconstrucción digital de las copas de los árboles en una parte del bosque permite analizar la pérdida de biomasa en comparación con años anteriores. NASA / Veronika Leitold. Estudio de visualización científica de la NASA.

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Estudo do INPE MCTI sobre a Floresta Amazônica é capa na revista Science

Utilizando dados de escaneamento 3D a laser LIDAR aerotransportado sobre a floresta amazônica e mapas de 16 anos (2000-2015) da cobertura florestal, cientistas do Brasil, Europa e Estados Unidos da América, quantificaram, a partir de uma análise integrada, a perda dos estoques de carbono do bioma Amazônia devido ao desmatamento e ao efeito de borda e descobriram que efeitos indiretos do desmatamento podem causar perdas de carbono não contabilizadas na Amazônia.

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Florestas regeneradas compensaram 12% das emissões de carbono por desmatamento na Amazônia, diz estudo

Karina Ninni | Agência FAPESP – As florestas secundárias desempenham papel importante na captura de carbono, pois tendem a assimilar uma quantidade maior desse elemento em comparação ao que perdem para a atmosfera.

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Estudo sobre regeneração de capoeiras embasa política pública estadual

O estudo da Rede Amazônia Sustentável que mostra o acúmulo de carbono em florestas em regeneração no Pará é um dos pilares do Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), que foi decretado (decreto n° 941) este mês pelo Governo do Estado do Pará.

Capoeiras em regeneração absorvem carbono – Foto: Adam Ronan

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