MPF recomenda às Prefeituras de Borba e Autazes (AM) a suspensão de contratos que envolvam crédito de carbono firmados com empresa irlandesa

Governo do Amazonas e prefeituras de Carauari, Juruá, Borba e Autazes também devem prestar informações sobre projetos e atividades que envolvam o tema.

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Serras do Sul e noroeste da Amazônia têm maior estoque de carbono no solo

Um mapa digital, produzido pela Embrapa Solos, mostra quanto os solos brasileiros estocam de carbono. Sediada no Rio de Janeiro, a unidade calculou a quantidade de carbono em uma profundidade de 0-30 centímetros nos solos do país. De acordo com o levantamento, o estoque é de aproximadamente 36 bilhões de toneladas de carbono.

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Na COP23, brasileiros mostram que bioenergia pode reduzir emissão de carbono

Representantes brasileiros na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP23), que está sendo realizada em Bonn, na Alemanha, apresentarão hoje (14) um estudo sobre a importância da bioenergia na transição de uma economia baseada em recursos fósseis para uma focada em energias renováveis. 

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DGM Brasil realiza seminário sobre REDD+ e os povos indígenas e comunidades tradicionais

Começa hoje, em Brasília, o seminário realizado pelo DGM Brasil com objetivo principal de incluir povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais no debate sobre a estratégia nacional de Redução das Emissões Provenientes do Desmatamento e da Degradação Florestal, Conservação dos Estoques de Carbono Florestal, Manejo Sustentável de Florestas e Aumento de Estoques de Carbono Florestal (REED+). O seminário vai até domingo (20).  (*) 

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Especialistas apontam efeitos positivos de ações em agricultura de baixo carbono

Durante debate promovido pela Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas, nesta quarta-feira (11), representantes do Ministério da Agricultura, do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), da Embrapa Cerrados e da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) foram unânimes ao afirmar que as novas práticas adotadas pelo Brasil em agricultura de baixo carbono têm surtido efeito positivo na preservação e recuperação ambiental.    

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Florestas tropicais secundárias são eficientes na absorção de carbono

É o que mostra um estudo internacional realizado em 45 lugares da América Latina. Cientista do Museu Goeldi, Ima Vieira é uma das co-autoras do trabalho que será publicado na edição de fevereiro da revista Nature. 

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Floresta regenerada é esponja de carbono

As florestas secundárias, que rebrotam após o desmatamento de uma área, são conhecidas pelo nome algo pejorativo de capoeiras. A palavra vem do tupi e significa, literalmente, “mato que não é mais”. Vistas como pobres em biodiversidade e jamais tão ricas em estoque de carbono quanto uma floresta primária – a tal “mata virgem”–, as capoeiras são frequentemente desprezadas e outra vez desmatadas. Um estudo lançado hoje, porém, deve ajudar a reduzir esse preconceito. 

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Terras indígenas guardam 20% de todo o carbono das florestas tropicais

Estudo pioneiro, lançado na COP 21 e feito em parceria com organizações indígenas, revela que reconhecer territórios indígenas pode ser um aliado de peso para barrar as mudanças climáticas. 

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OCDE destaca política ambiental do Brasil

 O combate ao desmatamento e a redução das emissões de carbono foram reconhecidos como destaques da política ambiental do Brasil. Divulgado nesta quarta-feira (04/11), em Brasília, o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) reconhece que, para isso, o País duplicou as áreas protegidas e aumentou a participação de fontes renováveis de energia, o que mantém baixo o nível de carbono na economia.                    

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O fim da Amazônia já tem data: 2260

Mantido o atual ritmo de degradação, a maior floresta tropical do planeta pode durar pouco mais de dois séculos 

Ao aplicar um modelo de desmatamento com base nas taxas históricas e em áreas protegidas nas quais a fiscalização é ineficiente, um pesquisador britânico chegou a uma conclusão aterradora: restam pouco mais de dois séculos de vida à maior floresta tropical do planeta. Após esse período (245 anos, para ser exato, caso as atuais unidades de conservação não sejam efetivamente protegidas), a clássica imagem do tapete verde formado pela copa das árvores – assim como a imensurável biodiversidade – será apenas uma memória registrada em vídeos e fotos. A floresta, que se formou ao longo de milhões de anos, vai desaparecer.     Leia mais »

Estados da Amazônia fortalecem REDD+

O governo federal debateu, com autoridades locais, formas de fortalecer programas de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+). O secretário-executivo do MMA, Francisco Gaetani, reuniu-se, nesta segunda-feira (17/08), com secretários de Meio Ambiente dos Estados que compõem a Amazônia brasileira para analisar meios de implantar políticas voltadas para a conservação e recuperação do bioma.    Leia mais »