DGM Brasil realiza seminário sobre REDD+ e os povos indígenas e comunidades tradicionais

20 de outubro de 2017  - Jaime de Agostinho

Começa hoje, em Brasília, o seminário realizado pelo DGM Brasil com objetivo principal de incluir povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais no debate sobre a estratégia nacional de Redução das Emissões Provenientes do Desmatamento e da Degradação Florestal, Conservação dos Estoques de Carbono Florestal, Manejo Sustentável de Florestas e Aumento de Estoques de Carbono Florestal (REED+). O seminário vai até domingo (20).  (*) 

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Povos indígenas e governo avaliam resultados do programa REM, no Acre

25 de julho de 2017  - Jaime de Agostinho

Os resultados do investimento do Programa REDD Early Movers (REM) em terras indígenas do Acre foram discutidos durante seminário em Rio Branco-AC, nos dias 17 e 18 de julho. Os participantes avaliaram os números dos projetos de conservação florestal e as melhorias nas comunidades tradicionais realizados de 2012 a 2017, durante a primeira fase do programa. O Acre é o primeiro estado a receber o REM, que tem financiamento do Banco Alemão de Desenvolvimento KfW. 

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Projetos de conservação da Amazônia ajudarão a combater as mudanças climáticas

3 de Março de 2017  - Jaime de Agostinho

Tema será debatido em março, durante workshop em Manaus que reunirá especialistas de diversas áreas ambientais

Conter as consequências das alterações climáticas no planeta causadas pelas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é um dos maiores desafios da humanidade neste século 21. Na mais recente reunião do clima entre países do mundo inteiro, a COP 21 realizada em Paris em dezembro de 2015, o texto final do acordo chamado “Transformando nosso mundo: a agenda de Desenvolvimento Sustentável para 2030” reconhece que as alterações climáticas são uma ameaça urgente e potencialmente irreversível e exige uma grande cooperação de todos os países para acelerar a redução das emissões globais de GEE, especialmente o CO2. O Brasil tem um papel importantíssimo na agenda de Desenvolvimento Sustentável, especialmente conservando a floresta amazônica. Uma das formas efetivas de proteger as florestas é multiplicar os projetos de redução de emissões por desmatamento e degradação de florestas (REDD+) e incrementar o mercado de créditos de carbono.

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Sociedade discute clima e florestas

4 de Fevereiro de 2017  - Jaime de Agostinho

Ministério do Meio Ambiente realiza oficina para analisar formas de garantir benefícios socioambientais na implementação do REDD+. 

Comunidade Terra Nova (Resex do Rio Unini) – Josângela Jesus/ Programa Arpa

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Workshop discute conservação de florestas e mercado de carbono

3 de Fevereiro de 2017  - Jaime de Agostinho

Desmistificar os projetos de REDD+, envolver mais pessoas na discussão sobre mecanismos de conservação de florestas, debater o mercado de carbono com as principais referências nessa área no Brasil. Estes são apenas alguns dos principais objetivos do Workshop REDD+ Amazônia – Do desenvolvimento à implantação.

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Florestas: estratégia brasileira será exportada

13 de novembro de 2016  - Jaime de Agostinho

Pioneiro no corte de emissões florestais, o Brasil será exemplo para a comunidade internacional. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou nesta sexta-feira (11/11) na 22ª Conferência das Partes (COP 22) em Marrakech, Marrocos, os resultados da implantação da medida em território nacional. Os avanços brasileiros nessa agenda servirão de base para países como Moçambique, em fase inicial de cooperação com o governo federal na área de florestas. 

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Presentarán alternativas indígenas frente a REDD+

11 de novembro de 2016  - Jaime de Agostinho

Compartimos la agenda vinculada a los pueblos indígenas en el marco de la cumbre climática COP22 que se celebra en Marrakech, correspondiente al viernes 11 de noviembre de 2016. Agradecemos el envio de la misma del centro de información, investigación y documentación Docip.  

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Peru – Proponen aplicar RIA como política pública para territorios indígenas

26 de setembro de 2016  - Jaime de Agostinho

Servindi, 25 de setiembre, 2016.- La Asociación Interéntica de Desarrollo de la Selva Peruana (AIDESEP) demanda que 12 territorios indígenas, que representan más de 2 millones de hectáreas, sean consideradas en el marco de REDD+ Indígena Amazónico (RIA), que más que una propuesta debe convertirse en un Programa Nacional y una política pública. 

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REDD+ y otras soluciones imperfectas

15 de junho de 2016  - Jaime de Agostinho

Comunidades indígenas de la Amazonia peruana están probando diversas formas de conservar los bosques, al tiempo que generan ingresos de ellos.  

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Instituto da Amazônia reconhece Redd do Acre como referência no país

22 de Março de 2016  - Jaime de Agostinho

Pioneiro na conservação de floresta. Foi na Conferência das Partes (COP) 21, em Paris, ainda em 2015, que o estado do Acre recebeu um certificado de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação com Benefícios Socioambientais (Redd+SES). Essa certificação garantiu ao estado o reconhecimento internacional por respeitar as salvaguardas ambientais na execução do seu programa de Redd. A premiação fez do Acre o primeiro estado do mundo a receber o título.                       Leia mais »

Comissão do governo tratará da redução de efeito estufa por desmatamento

28 de novembro de 2015  - Jaime de Agostinho

Na véspera da 21ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que começa na próxima segunda-feira (30), em Paris, o governo brasileiro instituiu hoje (27) uma comissão nacional para tratar da redução de gases de efeito estufa relacionada ao desmatamento.  

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Estados da Amazônia fortalecem REDD+

19 de agosto de 2015  - Jaime de Agostinho

O governo federal debateu, com autoridades locais, formas de fortalecer programas de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+). O secretário-executivo do MMA, Francisco Gaetani, reuniu-se, nesta segunda-feira (17/08), com secretários de Meio Ambiente dos Estados que compõem a Amazônia brasileira para analisar meios de implantar políticas voltadas para a conservação e recuperação do bioma.    Leia mais »

Lideranças Suruí afirmam ao presidente da Funai que não querem mais o projeto de carbono em suas terras

1 de Março de 2015  - Jaime de Agostinho

Doze lideranças do povo Paiter Suruí, da Terra Indígena (TI) Sete de Setembro, localizada no estado de Rondônia, afirmaram ao presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Flávio Chiarelli, em uma reunião realizada na manhã de ontem (24), que desejam que o projeto de Carbono Florestal Suruí seja suspenso. Os principais argumentos apresentados pelas lideranças foram: as graves divisões ocorridas no povo; o não cumprimento das promessas de melhoria de vida da comunidade (enquanto, por outro lado, afirma que algumas poucas famílias têm se beneficiado bastante); o afastamento de lideranças e a centralização da representatividade do povo; e as ameaças feitas a vários integrantes do povo que, atualmente, se posicionam contrários ao projeto.

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Lideranças Paiter Suruí pedem extinção de projeto de carbono com a Natura

13 de Janeiro de 2015  - Jaime de Agostinho

Em uma Nota de Esclarecimento encaminhada ao Ministério Público Federal (MPF) de Rondônia na última semana, lideranças do povo Paiter Suruí posicionam-se sobre o Projeto de Carbono Paiter Suruí e o Plano de Gestão de Cinquenta Anos do Povo Paiter Suruí, implementados na Terra Indígena Sete de Setembro. Após apresentarem várias críticas e denúncias em relação à gestão do projeto, principalmente, à perda de autonomia e à divisão do povo, dentre outras, no final do documento as lideranças demandam que “o Projeto de Carbono Paiter Suruí seja extinto e que as associações possam elaborar e executar projetos que garantam uma autonomia de verdade para as comunidades, com desenvolvimento sustentável e geração de renda sem depredação dos recursos naturais”.  

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Questão Indígena – A desconstrução de Almir Surui: Veja como age o indigenismo para manter os índios sob controle

13 de Janeiro de 2015  - Jaime de Agostinho

Cerca de cinco ou seis anos atrás os índios suruí, ou paiter, como eles preferem ser chamados, viviam como quase todas as outras etnias do país: a margem da sociedade ocidental. Assim como as demais etnias, eram obrigados a recorrer a atividades ilegais para auferir alguma renda e acessar bens da cultura ocidental como roupas, biscoitos recheados, sandálias de borracha e calções com listras. Para além do ideário dos indigenistas de Copacabana, a vida dos índios na Amazônia não é nada fácil.

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