Governo afirma ter atingindo meta de redução de emissões; organizações desmentem

O governo anunciou que o Brasil já cumpriu a sua parte dos acordos internacionais para redução das emissões de gases de efeito estufa que causam o aquecimento global. O feito teria sido alcançado graças a redução do desmatamento da Amazônia e do Cerrado, conforme apresentação que aconteceu ontem, na presença do presidente Michel Temer, no Fórum Brasileiro de Mudanças do Clima. Organizações ambientais questionam as informações. 

Presidente Temer (sentado, ao centro) acompanha anúncio sobre emissões de gases estufa no Brasil (foto: reprodução)

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O conhecimento dos Yepamahsã sobre a mudança climática

O antropólogo João Paulo Barreto foi um dos palestrantes do debate “Mudança climática e seu impacto nas populações tradicionais da Amazônia. O que esperar?” organizado pela agência Amazônia Real no mês de março na Galeria do Instituto Cultural Brasil – Estados Unidos (ICBEU), em Manaus. Ele falou sobre a visão dos kumuã, os especialistas do povo Yepamahsã (que em português significa Tukano), do Alto Rio Negro (AM). Kumuã ou kumu são chamados de pajé por outras etnias indígenas. 

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‘Ilhas de floresta num mar de degradação’ – Três especialistas explicam os perigos e consequências da redução e extinção de áreas protegidas na Amazônia

Crises hídricas mais frequentes e intensas, extinção de animais e plantas, perdas econômicas, maior propagação de doenças, aumento do aquecimento global. Estas seriam apenas algumas das consequências da redução de áreas protegidas na Amazônia. O ISA entrevistou três grandes especialistas no tema para entender melhor quais seriam os impactos de termos “ilhas de floresta num mar de degradação”, como aponta o cenário de diminuição e extinção dessas áreas, e qual a importância das Unidades de Conservação (UCs) para o bioma e todo o país. 

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Cientistas que defendem a Amazônia criticam política ambiental de Trump e Temer

A ascensão de líderes políticos mundiais com visões contrárias às mudanças climáticas como resultado da ação humana preocupa os cientistas que participaram do debate Mudança Climática e seu Impacto sobre as Populações Tradicionais da Amazônia. O que esperar?, realizado na semana passada pela Amazônia Real no Instituto Cultural Brasil – Estados Unidos (ICBEU), em Manaus. Desde sua campanha em 2016, o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, promete retirar o país dos principais acordos para reduzir as emissões dos gases do efeito estufa. 

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Hidrelétricas e o IPCC: 11 – Potencial de Aquecimento Global desatualizado

Na contabilização das emissões sob a UNFCCC, gases de efeito estufa não-CO2 são convertidos em CO2-equivalentes (CO2e) multiplicando o número de toneladas emitido de cada gás por um potencial de aquecimento global (GWP). Cada gás tem um forçamento radiativo característico, que representa a sua eficácia em bloquear a passagem de radiação infravermelha pela atmosfera de forma quase instantânea: forçamento radiativo é o saldo do fluxo de energia na tropopausa (a divisão entre a troposfera e a estratosfera, em aproximadamente 10 km de altitude) causado por uma determinada quantidade de gás após uma demora de “alguns meses” para equilibrar a temperatura estratosférica ([1], p. 170).

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Projetos de conservação da Amazônia ajudarão a combater as mudanças climáticas

Tema será debatido em março, durante workshop em Manaus que reunirá especialistas de diversas áreas ambientais

Conter as consequências das alterações climáticas no planeta causadas pelas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é um dos maiores desafios da humanidade neste século 21. Na mais recente reunião do clima entre países do mundo inteiro, a COP 21 realizada em Paris em dezembro de 2015, o texto final do acordo chamado “Transformando nosso mundo: a agenda de Desenvolvimento Sustentável para 2030” reconhece que as alterações climáticas são uma ameaça urgente e potencialmente irreversível e exige uma grande cooperação de todos os países para acelerar a redução das emissões globais de GEE, especialmente o CO2. O Brasil tem um papel importantíssimo na agenda de Desenvolvimento Sustentável, especialmente conservando a floresta amazônica. Uma das formas efetivas de proteger as florestas é multiplicar os projetos de redução de emissões por desmatamento e degradação de florestas (REDD+) e incrementar o mercado de créditos de carbono.

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Pesquisa sugere que a Amazônia poderá resistir até a um aquecimento global

Isso só será possível se outras interferências humanas como desmatamento, queimadas e expansão da agricultura sejem contidas, para que não se perca o controle da umidade do ar.

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Mudanças Climáticas – Quase 200 países fecham acordo para reduzir um potente gás de efeito estufa

Por volta de 200 países, praticamente todos do mundo, fecharam neste sábado, em Kigali (Ruanda), um acordo internacional para reduzir o uso de hidrofluorcarbonetos (HFC), um potente gás do efeito estufa, muito utilizado no setor de refrigeração. Os HFCs começaram a ser emitidos nos anos noventa do século passado em substituição aos gases que danificavam a camada de ozônio. O acordo alcançado agora significa que o emprego de  hidrofluorcarbonetos seja reduzido entre 80% e 85% até meados do século ao redor do planeta. Os países desenvolvidos começaram a reduzir o uso de HFC em 2019, antes do restante das nações.  

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José Goldemberg alerta para perigo de savanização da Amazônia

Projeção do aquecimento global até meados do século 21 – Foto: Wikimedia Commons
Projeção do aquecimento global até meados do século 21 – Foto: Wikimedia Commons

Acordo de Paris ainda é pouco para combater o aquecimento global, que pode trazer como pior cenário para o País a modificação do ecossistema amazônico.

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Acordo de Paris é insuficiente para frear o aquecimento global, diz relatório da ONU

Análise aponta que serão necessárias medidas drásticas para reduzir gases de efeito estufa e evitar aquecimento de mais de 2 graus Celsius (°C) até o fim do século.  

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Alta concentração de CO2 na atmosfera pode reduzir impactos do clima na Amazônia

No meio da floresta amazônica, um grupo de cientistas está empenhado em responder uma questão considerada decisiva para entender os impactos das mudanças climáticas sobre a Amazônia. Qual é o efeito do aumento do gás carbônico (CO2) da atmosfera sobre o funcionamento da floresta? “Não é uma questão trivial”, já adianta o pesquisador David Lapola, coordenador do projeto Amazon Face, que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) criou em 2014 para investigar em que medida o CO2 ajuda a floresta a resistir ao aquecimento global. 

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ONU lança campanha “Árvores pela Terra” para celebrar acordo do clima

Líderes mundiais assinam em 22 de abril o Acordo de Paris, mesma data em que é comemorado o Dia da Terra; Pnuma sugere que as pessoas plantem ou abracem uma árvore; outra opção é tirar uma foto da árvore preferida.   

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