Cheia de rios deixa municípios acreanos em baixo d´água
21 de fevereiro de 2012O Acre vive hoje a situação que já foi vivida este ano em estados como o Rio de Janeiro e Minas Gerais: a força das águas e as cheias dos rios desabrigando milhares de famílias e deixando todos em estado de alerta. Em menos de 24 horas o Rio Acre subiu 1,18m em Brasileia e surpreendeu os moradores. Muitos, mesmo suspendendo os móveis, tiveram prejuízos porque o nível foi mais alto que o previsto. Leia mais »
Defeso quer garantir a reprodução de seis espécies de peixes amazônicos
15 de novembro de 2011A partir desta terça-feira (15) está proibida a pesca e comercialização dos peixes amazônicos pirapitinga, mapará, sardinha, matrinchã, pacu e aruanã. O período de defeso, determinado pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para permitir a reprodução destas espécies, vai até o dia 15 de março.
Brasil produzirá combustível a partir de lodo de esgoto
9 de novembro de 2011O Brasil vai importar da Alemanha um processo de fabricação de combustível limpo –sem emissão de gases do efeito estufa– que usa esgoto como matéria-prima.
O processo transforma os gases gerados na decomposição do lodo do esgoto em biometano, um tipo de GNV renovável, diferente do derivado de petróleo.
Ventos brasileiros semeiam empregos verdes
8 de novembro de 2011A expressão “emprego verde”, criada para definir os postos de trabalho que contribuem de algum modo para preservar ou restaurar o meio ambiente, esta cada vez mais presente no vocabulário das empresas dispostas a atender a demanda social por uma economia mais limpa. O Brasil não fica alheio à tendência. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), sua economia conta com mais de 2,6 milhões de postos de trabalho formais que se ajustam a esses critérios e empregam 6,7% da força de trabalho.
Turismo marginaliza comunidades litorâneas no Rio Grande do Norte
8 de novembro de 2011Desde as últimas décadas do século XX, o turismo vem sendo proposto como uma das formas mais eficazes de alavancar o desenvolvimento sustentável, em países de economia periférica ou em desenvolvimento, por meio da geração de emprego e renda e da melhoria da qualidade de vida. Desde a década de 1960, o Rio Grande do Norte, ao priorizar o turismo de “sol e mar”, vem sofrendo profundas transformações no seu litoral. O processo se aprofunda a partir de 1990, com o interesse internacional por lugares turísticos, particularmente no seu trecho oriental, que corresponde ao Pólo Costa das Dunas. Ao longo dos anos, as políticas adotadas promovem impactos socioespaciais e ambientais dos mais diversos, principalmente sobre as comunidades litorâneas que habitam os 400 km de praias norte-rio-grandenses. Mas, os empreendimentos turísticos e as atividades daí decorrentes não propiciaram empregos nem geração de renda para as populações locais que pudessem configurar uma alteração significativa na oferta de trabalho. A predominância de atividades vinculadas à agricultura e à pesca constitui forte indicativo de que o turismo não tem gerado as vantagens anunciadas pelo discurso oficial.
Clima mobiliza curiosidade científica
7 de novembro de 2011A mudança climática motiva dezenas de cientistas de universidades públicas mexicanas a pesquisar seus efeitos e descobrir formas de enfrentá-los. A escassez de água, a produção de agrocombustíveis, a degradação do solo e a perda de biodiversidade são alguns itens do menu de pesquisas dentro e fora dos claustros deste país latino-americano muito vulnerável ao aquecimento global.
Dilma submete área ambiental ao seu ritmo. Ministério Público deve analisar regras de licenciamento
31 de outubro de 2011Petista nunca escondeu a insatisfação com os atrasos nas licenças, mas tentou mudar sua imagem na campanha
O pacote ambiental lançado pela presidente Dilma era um de seus sonhos de consumo quando esteve no comando da Casa Civil na era Lula.
Estados já oferecem incentivos econômicos para quem preserva o meio ambiente em reservas particulares
31 de outubro de 2011Há outras iniciativas que premiam quem preserva o meio ambiente em processo. Em Minas Gerais, na cidade de Extrema, divisa com São Paulo, a prefeitura paga para que agricultores preservem as nascentes de água em suas propriedades.
As nascentes preservadas de Extrema deságuam em riachos e percorrem mais de cem quilômetros. Vão desembocar no Sistema Cantareira, em São Paulo, que abastece mais de 9 milhões de pessoas na capital. Em alguns casos, o benefício recebido para quem preserva passa de R$ 1 mil por ano. O incentivo financeiro ao pequeno agricultor ajuda o paulistano a beber água de qualidade. Esse benefício chama-se pagamento por serviços ambientais. Já foi testado e aprovado em outros países, como os Estados Unidos, e começa a ganhar força por aqui.
Governo publica pacote com novas regras para licenciamento ambiental
29 de outubro de 2011O governo lançou na sexta-feira (28) um pacote de medidas alterando o licenciamento ambiental, exigência legal para obras de infraestrutura no país. As novas regras foram publicadas no Diário Oficial da União e, entre outros aspectos, regulam a apresentação de estudos de impacto dos empreendimentos.
Senado aprova nova Lei de Competências Ambientais, que agora segue para a sanção presidencial
27 de outubro de 2011O Senado aprovou ontem (26) sem alterações o projeto enviado pela Câmara dos Deputados que trata de novas regras para licenças ambientais. Chamado de Lei de Competências Ambientais, o texto estabelece, em especial, as prerrogativas de órgãos estaduais, municipais e federais para atuar na fiscalização ambiental.
Ministra do Meio Ambiente defende licença do Ibama para Belo Monte
1 de outubro de 2011A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, defendeu nesta sexta-feira (30) a licença ambiental concedida pelo Ibama para a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, e disse que a liminar da Justiça ordenando uma paralisação parcial das obras nesta semana pode ser revertida.
Em junho, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), autorizou o início das obras do empreendimento baseado em estudo de impacto ambiental.
Ouro poderá ser mais sustentável. Novas certificações prometem diminuir o impacto da produção aurífera
27 de setembro de 2011Tradicionalmente as minas de ouro geram um grande impacto ambiental, mas essa prática tende a mudar com novos padrões de certificações. Com os selos de Fairtrade e Fairmined, são estabelecidos critérios sociais, ambientais e econômicos para impedir o uso de mão de obra infantil, o emprego de mercúrio e cianeto, além de evitar a destruição causada pela estrutura da mina.
Os selos prometem ajudar 100 milhões de pessoas diretamente envolvidas com a mineração, geralmente trabalhadores que usam o processo artesanal em pequena escala por um preço menor. A Green Leaf Gold é uma das empresas que está ajudando a treinar mineradores para conscientizá-los sobre a responsabilidade do desenvolvimento sustentável na área. Ela promete jóias produzidas sem mercúrio e cianeto, pagando quase o dobro dos salários comuns que seriam de aproximadamente U$ 300 para pequenas minas da América do Sul.
Essa iniciativa cobre apenas pequenas escalas e artesãos, um total de 15% da produção global de ouro. Por enquanto, esse ouro mais sustentável está sendo produzido somente na Bolívia, Colômbia, Equador e Peru, segundo a Fairtrade. Estima-se que em dois anos serão incluídas minas da Ásia e África.
Licença ambiental cresce 570% com aumento de obras no país
12 de março de 2011A demanda por licenciamentos ambientais cresceu 570% no Brasil na última década.
Os dados são do Ibama, que aponta a necessidade de dobrar o quadro de funcionários do setor –de 300 para 600 pessoas– para enfrentar a explosão nas obras.









