Suiá Missú – Agricultores deixam área indígena em MT

Encerrado ontem o prazo para desocupação da Terra Indígena Marãiwatsédé, no norte de Mato Grosso, a Fundação Nacional dos índios (Funai) informou ter planos para reforçar a presença do poder público na área. Hoje, cerca de mil xavantes vivem em cerca de 10% do território demarcado. Os últimos ocupantes não indígenas deixaram a área e, segundo a Polícia Federal, não houve resistência.  Continuar lendo Suiá Missú – Agricultores deixam área indígena em MT

Suiá Missú – Famílias abandonam gado no último dia de desocupação de terra indígena

A poeira formada pelo vaivém de caminhões carregados com a mobília e os restos das casas compõe a imagem do último dia dado pela Justiça para a desocupação do vilarejo de Posto da Mata que concentrou há dois meses o foco de resistência dos não índios contrários à saída da Terra Indígena de Marãiwatsédé, localizada no município de Alto Boa Vista, a 1.064 quilômetros de Cuiabá. Até esta quinta-feira (3), 60% dos produtores rurais já haviam deixado o distrito. Após 40 anos, o território que passa das 165 mil hectares será devolvido aos xavantes. Continuar lendo Suiá Missú – Famílias abandonam gado no último dia de desocupação de terra indígena

Suiá Missú – Termina nesta sexta desocupação de vila erguida em área indígena de MT

Termina nesta sexta-feira (4) o prazo para que os não índios desocupem o vilarejo de Posto da Mata, no município de Alto Boa Vista, a 1.064 quilômetros de Cuiabá. De acordo com a Associação de moradores da Gleba Suiá Missu, mais da metade das famílias já tinham deixado o distrito até esta quinta-feira (3). Continuar lendo Suiá Missú – Termina nesta sexta desocupação de vila erguida em área indígena de MT

Suiá Missú – Fazendeiros devem desocupar terra indígena em Mato Grosso até amanhã

Moradores não índios da comunidade Posto da Mata, na Terra Indígena Marãiwatsédé (MT), têm que desocupar a área até amanhã (4). O prazo foi determinado pela Justiça e faz parte da Operação de Desintrusão, iniciada em dezembro. Quem não deixar a terra indígena, terá os bens confiscados pela Justiça e poderá responder por crime de desobediência, segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai).  Continuar lendo Suiá Missú – Fazendeiros devem desocupar terra indígena em Mato Grosso até amanhã

Suiá Missú – Informes sobre a operação de desintrusão da TI Marãiwatsédé (MT) – Atualizado: Informe 09

Atualização da situação na região de Alto Boa Vista/MT, com base em dados veiculados pela Fundação Nacional do Índio – FUNAI – sobre a  desintrusão na Terra Indígena Marãiwatsédé.

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Suiá Missú – Moradores devem desocupar reserva indígena de MT em até dois dias

Faltando dois dias para o fim do prazo de retirada das famílias do Distrito de Posto da Mata, em Alto Boa Vista, a 1.064 quilômetros de Cuiabá, aproximadamente metade da população já desocupou o povoado, de acordo com a Associação dos Moradores da Gleba Suiá Missú. No entanto, as forças de segurança que atuam na operação não souberam informar quantas pessoas saíram até esta quarta-feira (2). A desocupação da reserva indígena Marãiwatsédé iniciou no dia 10 de dezembro do ano passado. As famílias devem sair da área até a sexta-feira (4).   Continuar lendo Suiá Missú – Moradores devem desocupar reserva indígena de MT em até dois dias

Suiá Missú – Polícia dá 4 dias para vila erguida em área indígena de MT ser desocupada

A desocupação do vilarejo de Posto da Mata, último reduto de resistência dos não índios contrários à saída da Terra Indígena de Marãiwatsédé, em Alto Boa Vista, a 1.064 quilômetros de Cuiabá, tem data marcada para acontecer. Ocupado por pelo menos 50 agentes da Força Nacional de Segurança, Polícia Federal e Rodoviária desde este último domingo (30), o lugar terá que ser desocupado definitivamente até o dia 4 de janeiro.  Continuar lendo Suiá Missú – Polícia dá 4 dias para vila erguida em área indígena de MT ser desocupada

Suiá Missú – Presos em área de conflito em MT suspeitos de queimar veículo da Funasa

Um grupo de moradores da comunidade de Posto da Mata, em Alto Boa Vista, a 1.064 quilômetros de Cuiabá, foi detido neste domingo (30) por agentes da Força Nacional de Segurança pela suspeita de atear fogo no caminhão da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) que carregava sete toneladas de alimentos que seriam entregues para os índios da região na última sexta-feira (28). Continuar lendo Suiá Missú – Presos em área de conflito em MT suspeitos de queimar veículo da Funasa

Suiá Missú – Agentes usam bombas durante desocupação de área indígena em MT

Segundo moradores, ação começou por volta das 5h deste domingo. Famílias resistem em deixar terra de propriedade dos xavantes.

Bombas de gás lacrimogênio foram jogadas na comunidade Posto da Mata, em Alto Boa Vista, a 1.064 quilômetros de Cuiabá, na manhã deste domingo (30), durante operação de retirada das famílias que vivem na terra indígena Marãiwatsédé, segundo relatos de moradores. “Fiquei desesperada. Eles passaram de helicóptero soltando bombas. Uma delas caiu no meu telhado e outra no quintal da minha casa”, declarou Neuza Fernandes.

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Suiá Missú – Informes sobre a operação de desintrusão da TI Marãiwatsédé (MT) – Atualizado: Informe 08

Atualização da situação na região de Alto Boa Vista/MT, com base em dados veiculados pela Fundação Nacional do Índio – FUNAI – sobre a  desintrusão na Terra Indígena Marãiwatsédé. Continuar lendo Suiá Missú – Informes sobre a operação de desintrusão da TI Marãiwatsédé (MT) – Atualizado: Informe 08

Suiá Missú – Produtores de área em conflito põem fogo em caminhão da Funasa

Um caminhão da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) foi incendiado nesta sexta-feira (28) no distrito de Posto da Mata, em Alto Boa Vista, a 1.064 quilômetros de Cuiabá,  onde se concentra o foco de resistência dos produtores rurais contrários à desocupação da Terra Indígena de Marãiwatsédé. Continuar lendo Suiá Missú – Produtores de área em conflito põem fogo em caminhão da Funasa

Suiá Missú – Rodovias de MT interditadas em área de desocupação são liberadas

O tráfego de veículos voltou a ser liberado nas BRs 158 e 242, região nordeste de Mato Grosso. Desde a noite de segunda-feira (24), veículos conseguem seguir viagem devido a interrupção parcial do protesto, realizado contra a desocupação da área indígena Marãiwatsédé. O fechamento fora iniciado ainda domingo (23). As rodovias são as principais rotas de ligação com os municípios de Alto Boa Vista, Confresa e Porto Alegre do Norte.  Continuar lendo Suiá Missú – Rodovias de MT interditadas em área de desocupação são liberadas

Suiá Missú – BRs 242 e 158 voltam a ser fechadas em área de desocupação em MT

As BRs 158 e 242, na região nordeste de Mato Grosso, voltaram a ser bloqueadas por moradores em novos protestos contra a desocupação da área indígena Marãiwatsédé. Desde a tarde de domingo (23), o tráfego encontra-se interrompido, sendo permitida apenas passagem de ambulâncias ou veículos oficiais. Continuar lendo Suiá Missú – BRs 242 e 158 voltam a ser fechadas em área de desocupação em MT

Suiá Missú – Xavantes, invasores e o Império da Lei

Uma das maiores operações de aplicação da lei jamais realizada na Amazônia brasileira começou no domingo 9 de dezembro. Nos últimos dias, conseguiu minar resistências locais e retomar para o patrimônio da União cerca de 50 fazendas ocupadas ilegalmente. Trata-se de uma terra indígena invadida, que é homologada pela Presidência da República e garantida por reiteradas decisões judiciais (Primeira Instância, Segunda Instância e o Supremo Tribunal Federal).  Continuar lendo Suiá Missú – Xavantes, invasores e o Império da Lei

Suiá Missú – Resposta à CNA sobre direitos dos povos indígenas e a desintrusão de Marãiwatsédé

No último dia 11 de dezembro, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou nota oficial apresentando elementos que não condizem com a realidade na desintrusão da Terra Indígena Marãiwatsédé, localizada no Mato Grosso. Assinada por Kátia Abreu, presidente da CNA e senadora do Tocantins pelo Partido Social Democrata (PSD), essa nota questiona a desintrusão e, em uma inversão mentirosa da história, chama os indígenas que vivem na área de “invasores”.

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