Ibama, PF e Receita apreendem madeira ilegal em 38 contêineres nos portos de Manaus (AM)


Agente ambiental inspeciona contêiner em porto de Manaus (AM) – Foto: Ibama

Operação de combate ao comércio ilegal de madeira realizada pelo Ibama em conjunto com a Receita Federal e a Polícia Federal (PF) resultou na apreensão de 38 contêineres em portos de Manaus (AM). Até o momento foram aplicados 17 autos de infração que totalizam R$ 150 mil em razão do transporte e armazenamento irregular de 580 metros cúbicos de madeira serrada. A carga equivale a cerca de 100 caminhões toreiros carregados e estava distribuída em 24 dos 38 contêineres. Os outros 14 serão vistoriados nos próximos dias.

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Entre acidentes fatais e ameaças dos donos de serrarias, homens cortam árvores de modo ilegal no Pará.  Crime afeta os trabalhadores, os indígenas e a floresta. 

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Procuradores federais asseguram devolução de madeira transportada sem licença

A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve decisão favorável na Justiça que obriga a Madeireira Aliança a entregar um caminhão e 45,39 m³ de madeira serrada que estavam sob sua guarda.  A empresa havia sido autuada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) porque estava transportando irregularmente o material, sem licença ambiental, e desde então havia sido nomeada fiel depositária dos bens.

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Infrator ambiental é condenado a ressarcir Ibama por madeira não devolvida

Depositário que não devolveu produto florestal terá que restituir o valor aos cofres públicos. Essa foi a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) após a Advocacia-Geral da União (AGU) atuar para a suspender sentença que havia reconhecido a prescrição da pretensão de recebimento pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

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Destruição liberada

O desmatamento descontrolado que assola a Amazônia não inclui apenas o apoio direto de servidores públicos, em conchavos com madeireiros e grileiros de terra.  Em algumas ocasiões, a derrubada da mata também passa pelas mãos de ex-funcionários.  O Estado teve acesso exclusivo a documentos que comprovam operações ilegais realizadas pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam), para favorecer madeireiros.

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Rastreamento de caminhões revela destruição silenciosa da floresta

Em investigação o Greenpeace monitorou o trajeto de caminhões no Pará e conseguiu estabelecer os vínculos de uma cadeia predatória de exploração de madeira ilegal que opera livremente na região e comercializa com os mercados nacional e internacional.

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Expulsão de madeireiros das terras dos índios Awá pode levar a conflito armado

Operação de retirada de invasores das terras Awá, uma das etnias mais ameaçadas do mundo, deve acontecer em dezembro.  No interior do Maranhão, funcionários da Funai recebem constantes ameaças de morte. Leia mais »

Ibama desmonta madeireiras de Nova Ipixuna, no sudeste do Pará

Belém (30/06/2011) – O Ibama iniciou na manhã desta quinta-feira (30/06) a retirada do maquinário e da madeira ainda existente nas 12 madeireiras instaladas em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará. Com vasto histórico de ilegalidades contra o meio ambiente, elas tiveram suas licenças ambientais estaduais cassadas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) a pedido do órgão ambiental federal. Todos os equipamentos e produtos florestais serão destinados à prefeitura de Vigia e ao Exército, que, após a conclusão do processo de doação, utilizarão os bens em obras sociais no estado.

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Madeireiras avançam em terra indígena

Pesquisa do Imazon mostra que mercado paulista consome a maior parte da produção predatória

Diante da escassez de madeira nas propriedades particulares do Mato Grosso, já desmatadas para criação de gado e plantio de soja, o alvo atual para a derrubada ilegal de árvores são as terras indígenas — última fronteira dos estoques disponíveis fora dos assentamentos de reforma agrária, parques nacionais e outras áreas protegidas.  Dados de um relatório inédito recém-concluído pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) com base em imagens de satélite indicam que a exploração ilegal de madeira superou o equivalente a 7 mil campos de futebol em reservas indígenas matogrossenses entre agosto de 2008 e julho de 2009.

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