Convênio entre banco de fomento alemão e governo do Amazonas viabiliza R$ 24,4 milhões para política ambiental

do portal A Critica:

Governo do Amazonas publica convênio com Banco Alemão KfW. A verba será aplicada no fortalecimento da gestão ambiental e combate ao desmatamento no Estado

O fortalecimento das ações de gestão ambiental no Sul do estado do Amazonas é o principal foco do contrato de contribuição financeira assinado entre o governador Omar Aziz e o Banco Alemão “Frankfurt Am Main” (KfW). O contrato firmado no valor de U$ 10,5 milhões de euros, equivale a R$ 24,4 milhões de reais.

A verba será aplicada no Projeto de Conservação das Florestas Tropicais do Amazonas (Profloram), com contrapartida de R$ 9,7 milhões do Governo do Estado. O convênio terá abrangência sobre os municípios que recebem a maior pressão de desmatamento por fazerem fronteira com Pará e Rondônia e que juntos representam 50% do desflorestamento no Amazonas.

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CAS aprova usina hidrelétrica “Bem Querer” para Roraima

Proposta que autoriza a implantação da Usina Hidrelétrica e da Eclusa “Bem Querer”, com hidrovia, no Rio Branco, importante afluente do estado de Roraima, foi aprovada na manhã desta quarta-feira pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e segue agora para análise da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), antes de seguir para o Plenário. Leia mais »

Conflitos indígenas: é hora de reabrir o caso de Roraima

A continuação dos contenciosos envolvendo comunidades indígenas em vários estados indica que o aparato internacional que controla a agenda política indigenista não tem a menor intenção de reduzir a intensidade da sua guerra irregular contra o Brasil. E guerra não é uma descrição exagerada do risco de escalada da campanha indigenista, a julgar pelas declarações de algumas lideranças indígenas das áreas em que ocorrem os contenciosos, que ameaçam “ir à guerra” para expulsar os não índios de terras ocupadas há décadas e para impedir a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. Desafortunadamente, as instâncias superiores do Judiciário têm se deixado contagiar pelo vírus do indigenismo militante nos processos de demarcações de reservas indígenas, adotando um nominalismo legalista que coloca o “cumprimento da lei” acima de qualquer consideração pela paz social ou a integridade territorial do País e, principalmente, tem incentivado o prosseguimento das campanhas indigenistas. Leia mais »

Cidade paraense vira modelo para construção de casas sustentáveis

Árvores no chão abriam caminho para os pastos. Há apenas três anos, a cidade paraense de Paragominas era uma das que mais contribuíam para o desmatamento da Amazônia. A cidade virou o jogo quando autoridades municipais fizeram um acordo com a sociedade e agora eles plantam 10 milhões de árvores por ano.

“Somos o único município da Amazônia com monitoramento por satélite e, mês a mês, a gente valida em capo se houve desmatamento”, garante o prefeito Adnan Demachki

 

 

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Encontro de povos indígenas

A TNC é uma organização não governamental que desenvolve projetos de conservação em mais de 35 países. Atuando no Brasil desde 1988, a organização tem a missão de proteger plantas, animais e ecossistemas naturais, protegendo os recursos necessários a sua sobrevivência. Desenvolve iniciativas nos principais biomas brasileiros (Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal e Caatinga), com o objetivo de compatibilizar o desenvolvimento econômico e social com a conservação dos ecossistemas naturais. Na Amazônia, a organização vem trabalhando para facilitar e promover a conservação de terras indígenas, além de desenvolver ações para a regularização ambiental de municípios estratégicos e para minimizar as causas e efeitos das mudanças climáticas. Atualmente, a organização e seus mais de um milhão de membros ajudaram a proteger 130 milhões de hectares em todo o mundo.

 

A CRISE AMBIENTAL GLOBAL E A CONSTRUÇÃO DE ALTERNATIVAS SÃO TEMAS DE ENCONTRO PAN-AMAZÔNICO DOS POVOS INDÍGENAS

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Operação Ágata reprime tráfico e contrabando na Amazônia

As Forças Armadas, em conjunto com órgãos federais, estão realizando desde o início deste mês a Operação Ágata, na fronteira do Brasil com a Colômbia. O “Fantástico” acompanhou por seis dias a operação, que com 3.500 homens, visa reforçar a vigilância na fronteira e coibir  o tráfico de drogas e armas, contrabando e crimes ambientais.

A Operação Ágata, resultado de um acordo entre Brasil e Colômbia, não tem prazo para terminar. Estão sendo utilizados na operação helicópteros de ataque, caças da Força Aérea Brasileira (FAB) e o veículo aéreo não tripulado (Vant), uma aeronave controlada à distância.

O Vant é de fabricação israelense e está sendo usado pela primeira vez no Brasil. O veículo tem seis metros de comprimento, é equipado com duas câmeras de alta definição e consegue voar até dezesseis horas seguidas a uma altitude de quatro mil metros com velocidade máxima de 110 quilômetros por hora.

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Ativistas protestam no Brasil e no exterior contra Belo Monte

Os movimentos “Brasil pela Vida nas Florestas”, “Xingu Vivo para Sempre” e a “Frente Pró-Xingu” querem fazer deste sábado (20) –Dia Internacional da Ação em Defesa da Amazônia– um dia de protesto contra a construção da Usina de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará.

As organizações alegam que 80% das águas do Xingu serão desviadas e que mais de 20 etnias indígenas ficarão desabrigadas após a construção da hidrelétrica.

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Manifestação contra Belo Monte reúne mil pessoas em São Paulo

Debaixo de chuva, cerca de mil pessoas participaram hoje (20), na Avenida Paulista, de manifestação contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no Rio Xingu.  O cálculo é da Polícia Militar.  Os organizadores do protesto, porém, estimam em mais de 2 mil o número de pessoas presentes ao protesto.

Com cartazes, faixas e gritos, os manifestantes reivindicaram a paralisação imediata da obra.  Ambientalistas e índios do região do Xingu defenderam, inclusive, a ocupação do canteiro de obras da usina, no Pará.  “Belo Monte é injusta, suja e burra”, disse Clarissa Beretz, do Movimento Brasil pela Vida nas Florestas, integrante da organização do ato.  “O governo quer enfiar a usina goela abaixo”, acrescentou.

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Vila amazônica vai ganhar exposição inédita pela internet

A comunidade de Tumbira, na Reserva Florestal do Rio Negro, fica a apenas duas horas de barco de Manaus. É um trajeto bem curto para uma região em que são comuns as viagens por rio de vários dias entre uma localidade e outra.

Tumbira é privilegiada não só pela pouca distância da capital amazonense, mas também pela beleza do lugar, rodeado por florestas virgens e às margens de um igarapé no qual, com um pouco de paciência, é possível ver, de vez em quando, um boto cor-de-rosa.

Mas apesar dos atrativos, os oito quartos da única pousada do local passam a maior parte do tempo vazios. Só de vez em quando aparecem alguns pesquisadores, funcionários públicos ou jornalistas interessados nas experiências de desenvolvimento sustentável da área. Turistas, mesmo, são bem raros.

Mas agora Tumbira vai aparecer para o mundo: o Google começou na comunidade um projeto piloto de fazer imagens do rio, da floresta e da vila, para disponibilizá-las online.

Trata-se de uma versão fluvial do Google Street View, em que o usuário consegue simular, via internet, uma caminhada pelas ruas de uma cidade.

Fonte: Estadão

Biodiversidade cai mesmo com mais áreas de preservação

As cerca de cem mil áreas protegidas no mundo estão sendo insuficientes para evitar a maior taxa de extinção de espécies dos últimos 500 milhões de anos, afirma estudo que recomenda outras ações para defesa dos ecossistemas.

Áreas protegidas são ferramentas de conservação muito úteis

  Atualmente, mais de 19 milhões de quilômetros quadrados de terras e 2,5 milhões de quilômetros quadrados de oceanos são dedicados a preservar habitats e ecossistemas. Pode parecer muito, mas corresponde a apenas 5,8% das terras e 0,08% dos mares do mundo, respectivamente. Mas a pior notícia é que, segundo uma nova pesquisa, toda essa área de preservação não está conseguindo evitar a perda de biodiversidade na Terra.

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Ibama inova com a implantação do Auto de Infração Eletrônico

 Com processo de licitação já concluído, o Ibama adotará, dentro de seis meses, o Auto de Infração Eletrônico nas fiscalizações de ilícitos ambientais como parte da estratégia de modernização do instituto, que prevê investimentos de mais de R$ 10 milhões no sistema no período de quatro anos.

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Funai divulga imagens de área de índios isolados no Acre

A Fundação Nacional do Índio (Funai) divulgou na quinta-feira (11) fotos do local onde moram os índios não contactados que se temia terem sofrido algum tipo de violência da parte de um grupo armado que estaria circulando pela Terra Indígena Isolados do Envira, no oeste do Acre, de acordo com informações de servidores do órgão federal. As imagens foram feitas na terça-feira. 

“O bom estado das moradias e plantações indica que é baixa a possibilidade de que tenha havido contato com o grupo armado vindo do Peru, que esteve monitorado pela equipe da Frente de Proteção Etnoambiental Envira, da Funai”, afirma o órgão em nota.

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Árvore gigantesca e secular exibe força da natureza na Amazônia

No Médio Amazonas, na região de Parintins, o rio exibe toda a sua grandeza. É onde ele corre na parte mais larga de sua calha. São dez quilômetros de uma margem à outra. Quanto mais avançamos, mais exuberante é a paisagem. É o coração da Amazônia brasileira.

A distância entre o ponto onde está a equipe de reportagem e a foz é de1.350 quilômetros. Ela está na área onde o Amazonas muda de nome. Desse local em diante, rio acima, ele passa a se chamar Rio Solimões até deixar o Brasil. O gigante, mais uma vez, mostra a sua força. Ele não deixa que suas águas barrentas se misturem com as águas do Rio Negro.

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CTNBio vota hoje liberação comercial de feijão transgênico

Brasília – A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) deve decidir hoje (11) sobre a liberação comercial de feijão geneticamente modificado. As variedades, produzidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), são resistentes ao vírus do mosaico dourado, principal praga da cultura do grão no Brasil e na América do Sul.

 

Plantação de feijão transgênico

 

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