Línguas indígenas podem desaparecer, alerta antropóloga da UFRJ

O Brasil corre o risco de perder um de seus grandes tesouros culturais, as línguas indígenas, se não forem tomadas medidas de preservação desses idiomas ancestrais. O alerta é da antropóloga e linguista Bruna Franchetto, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela falou sobre o assunto nesta terça-feira (19), quando é comemorado o Dia do Índio, em palestra no Museu do Amanhã, no centro do Rio.

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Brasil possui mais de 160 línguas indígenas, mas a maioria está ameaçada de extinção, alerta pesquisador do Museu Goeldi

Linguista Hein Van der Voort alerta para a extinção das línguas faladas pelos povos indígenas. “Esse é um legado que não pode se perder”, afirma.

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Pesquisas podem ajudar a salvar línguas indígenas da extinção

No Brasil são faladas, pelo menos, 181 línguas indígenas. Mas esse número já foi bem maior – estima-se que, antes da chegada dos europeus, mais de 1.500 línguas fossem faladas no território que viria a se tornar o país, sendo gradativamente extintas ao longo de cinco séculos. Para compartilhar estratégias de pesquisa que ampliem o conhecimento sobre esse patrimônio linguístico e cultural e ajudem a preservá-lo, mais de 100 cientistas de 10 países estão reunidos desde 21 de março até 2 de abril, no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), durante a Escola São Paulo de Ciência Avançada Putting Fieldwork on Indigenous Languages to New Uses, realizada com o apoio da FAPESP.                                                    Leia mais »

RR – Governo deve contratar intérpretes indígenas para hospitais

Etnias originárias de Roraima serão contempladas com tradutores de línguas nativas no HGR, HCM e Hospital Materno-Infantil. Inscrições serão abertas em breve e para a seleção será necessária experiência como intérprete num dos idiomas e títulos comprobatórios emitidos por Organizações Indígenas.  

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Critican veto a proyecto que fortalece enseñanza de lenguas indígenas

Organizaciones indígenas y vinculadas con la causa indígena manifestaron su indignación por el veto de la presidenta Dilma Rousseff (Partido de los Trabajadores) al Proyecto de Ley 5.954-C/2013, de autoría del senador Cristovam Buarque (Partido Democrático Trabalhista – Distrito Federal), que tiene el propósito de asegurar a las comunidades indígenas la utilización de sus lenguas maternas en la educación básica, en la educación profesional y en la educación superior, así como en procesos propios de aprendizaje y de evaluación que respeten sus particularidades culturales. 

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Nota pública de discordância com o veto presidencial ao Projeto de Lei 5.954 de 2013 que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

A Rede de Cooperação Amazônica (RCA) vem a público manifestar sua discordância com o veto presidencial (Mensagem 600/2015 emitida pela Casa Civil da Presidência da República) ao Projeto de Lei 5.954 de 2013 que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996). 

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2021, un bicentenario inclusivo: educación para los pueblos indígenas

El Plan Nacional de Educación Intercultural Bilingüe garantiza educación de calidad en lenguas originarias. El Minedu busca que cuando el país cumpla 200 años, 9 de cada 10 niños de comunidades indígenas culminen la educación primaria a tiempo, cuando el país cumpla 200 años.

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Índios do Rio Negro e estudantes são contra veto de Dilma a projeto que incentiva línguas indígenas

Veto de Dilma a projeto de lei que previa a ampliação do uso de línguas indígenas em universidades e escolas é criticado em cartas.  

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Novas metodologias para pesquisa com línguas indígenas serão apresentadas na Unicamp

O conhecimento sobre as origens das línguas nativas da América do Sul e seus parentescos está diante de um desafio metodológico: a pesquisa tradicional não tem se mostrado capaz de fazê-lo avançar mais na história dos povos que deram origem às línguas indígenas faladas atualmente.  

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Língua Indígena – O equívoco de um veto presidencial

O ano começa mal para os povos indígenas. Ainda mais para aqueles que se entusiasmaram com as medidas anunciadas pela Presidente Dilma no encerramento da I Conferência Nacional de Política Indigenista. Em 29 de dezembro, a Casa Civil da Presidência da República enviou ao Congresso Nacional a mensagem nº600/2015 vetando integralmente o Projeto de Lei nº5954/2013.   

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Dilma veta Projeto de Lei a favor do uso de línguas indígenas em escolas e universidades

Projeto foi aprovado pelo Congresso em novembro de 2015 e permitiria o uso de línguas indígenas e de processos diferenciados de avaliação escolar em todos os níveis de ensino.  Veto do governo veio em dezembro e preocupa lideranças indígenas e especialistas.    

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Câmara estende direito ao uso da língua materna para toda educação indígena

Lei atual assegura às comunidades indígenas a utilização de suas línguas e de processos próprios de aprendizagem apenas no ensino fundamental. Proposta aprovada pelos deputados segue para sanção presidencial. 

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Tupi deu importantes contribuições ao português

Meu xará, carioca da Tijuca, foi ao Pará surfar a pororoca, em um rio infestado de piranhas e jacarés. Nas margens, viu jaguares, quatis e capivaras. No céu, sobrevoavam araras, tucanos e urubus. Enquanto estava lá, bebeu suco de caju e de maracujá. Comeu pipoca, mandioca, carne de tatu e de paca. Visitou uma taba amazônica e foi cutucado por um curumim curioso. Dormiu em uma oca cheia de cupim e ficou com o corpo coberto de perebas. Foi atendido por um pajé. Depois de algum tempo, quando já estava na pindaíba, voltou para casa.

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Índios usam mídias sociais para fortalecer voz própria

Repercussão à morte de indígena em Sidrolândia ilustra como povos nativos têm usado redes sociais para se articular e divulgar bandeiras.  

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Tupi – Guarani

Muitas pessoas procuram conhecer um pouco sobre a origem de muitas palavras utilizadas diariamente. Por exemplo, os moradores de cidades com os seguintes nomes Piracicaba (SP), Buriti (MA), Manacapuru (AM), Jequié (BA) e outras procuram saber a origem do nome de suas cidades.

Outras pessoas desejam saber a origem de algumas palavras tais como: ipê, cipó, pitanga. Segundo os estudiosos muitas palavras usadas diariamente pelo povo brasileiro, de Norte a Sul, tem origem no Tupi – Guarani.

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