Fauna foi a que mais sofreu quando acabou febre da borracha na Amazônia

Não é uma história muito bonita a da convocatória durante a Segunda Guerra Mundial para que milhares de brasileiros pobres, sobretudo nordestinos, se embrenhassem na floresta amazônica para extrair a seiva de seringueiras, os chamados soldados da borracha. Muitos de seus descendentes se encontram espalhados pela Amazônia, ribeirinhos e agricultores, a maioria ainda pobre. São os filhos, netos e bisnetos dos que sobreviveram, porque muitos seringueiros morreram vítimas do sistema de escravidão por dívida.  

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Livro de jornalista americano conta a história dos soldados da borracha

Exército na floresta. Maioria dos recrutados era do Nordeste. Dos 55 mil que foram para os seringais, 26 mil morreram durante a guerra – Reprodução
Exército na floresta. Maioria dos recrutados era do Nordeste. Dos 55 mil que foram para os seringais, 26 mil morreram durante a guerra – Reprodução

Em plena Segunda Guerra Mundial, quando soldados travavam batalhas nas trincheiras europeias, um exército de retirantes protagonizava um silencioso esforço de guerra na Amazônia. Em plena floresta, eles trabalhavam horas a fio para extrair látex, insumo necessário para pneus e armamentos. Eram os chamados soldados da borracha, homens recrutados, em sua maioria, no Nordeste para trabalhar nos seringais da Região Amazônica, fornecendo aos Estados Unidos matéria-prima crucial para a vitória dos aliados. 

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Amazônia – Ação integra seringueiro à indústria

Cem anos após o fim do primeiro ciclo econômico da borracha (1879-1912), cerca de 40 seringueiros amazonenses fugiram da rotina da produção na floresta e percorreram longas distâncias em barcos para conhecer, em novembro, as instalações da Neotec – fábrica de pneus para moto e bicicleta do grupo Levorin, inaugurada neste ano nas proximidades de Manaus. O cheiro forte da matéria-prima vegetal, recém-chegada em fardos após beneficiamento intermediário, exalava no ambiente com máquinas modernas de grande porte. Na linha de montagem, os extrativistas percebiam a conexão entre o que sangravam nas árvores e o produto final vendido para a mobilidade nas ruas das cidades. Leia mais »

Exploração dos seringais na Amazônia

Servindi, 24 de setiembre, 2012.- Una conferencia a cargo del destacado antropólogo especialista en la amazonía Alberto Chirif sobre la época del caucho tendrá lugar el martes 25 de setiembre a las 7 p.m. en el Centro Cultural Inca Garcilaso de la Cancillería, situado en el Jr. Ucayali 391, Lima. El ingreso es libre. Leia mais »

Espanhóis foram atraídos ao Pará pela borracha

HISTÓRIAS DE VIDA

O Pará foi e continua sendo palco de intensa miscigenação por ter recebido vários povos, cada um carregando na bagagem lastro cultural que inclui costumes, hábitos, padrões de comportamento e religião. Os espanhóis, depois dos portugueses, são os imigrantes europeus em maior número no Estado.

De acordo com a professora e historiadora Nazaré Sarges, da Universidade Federal do Pará, a maioria dos imigrantes espanhóis veio para o Pará atraída pela economia da borracha no final do século XIX e início do XX.

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Encauchados de Vegetais

Oferecer condições de sustentabilidade para os povos da Floresta Amazônica é objetivo de projeto da Petrobras

Acre “Encauchados de Vegetais” é a nova denominação da borracha produzida na Amazônia. Resulta de uma tecnologia social desenvolvida pelo Polo de Proteção da Biodiversidade e Uso Sustentável dos Recursos Naturais (PoloProbio). Está sendo implantada em Terras Indígenas e em Unidades de Conservação de Uso Sustentável, como o Seringal Novo Encanto, em Lábrea, Estado do Amazonas.
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