Quatro novos sítios arqueológicos são descobertos em Marajó, no Pará

Peças foram encontradas após erosão e seca em rios do arquipélago

Foto: Ouripson Félix / IPHAN, postada em: Agência Brasil EBC

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Museu Goeldi e IPHAN catalogam quatro sítios arqueológicos no município de Anajás

Pesquisadores catalogaram peças de cerâmica marajoara expostas devido ao processo de erosão e seca ao leste do Marajó

Postada em: Museu Goeldi

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Cerâmicas milenares da Amazônia unem comunidades e cientistas em arqueologia “parente”

Pesquisa da USP com comunidades tradicionais no Amazonas envolveu moradores e trabalhadores ribeirinhos na valorização dos achados arqueológicos; trabalho foi premiado pelo Iphan

Escavação de urnas funerárias na comunidade de Tauary, 2018 – Foto: Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá/Cedida pelo pesquisador Postada em: Jornal da USP

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Gravuras de sítio arqueológico são vistas durante seca em Manaus

É a segunda vez que os desenhos rupestres podem ser observados

Gravuras rupestres encontradas em pedras da Ponta das Lajes, na zona leste de Manaus – Foto Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Dossiê atualiza pesquisas sobre antropologia, arqueologia e linguística sobre povos do Alto Xingu

Dossiê atualiza pesquisas sobre antropologia, arqueologia e linguística sobre povos do Alto Xingu
Revista do Museu Goeldi indica  novos saberes
Texto: Eduardo Rocha

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Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas

Fechamos e divulgamos com muita alegria a última edição de 2023 do Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas.

Foto: As moças reclusas estão se preparando para se apresentar no final do ritual Kaumãie, quando levam as castanhas de pequi para cada cacique convidado que participou do Kaumãi da aldeia Piyulaga, Waurá. Foto: Mapapalu Waurá (2016). – Postada em: Facebook

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Estiagem revela três novos sítios arqueológicos no estado do Amazonas

A seca histórica que assola a região amazônica revelou quatro sítios arqueológicos em diferentes pontos do estado do Amazonas, sendo três deles totalmente desconhecidos e de grande relevância. Para documentar e promover ações de fiscalização e registro desses bens, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) instituiu um plano emergencial, composto por vistorias e ações educativas em parceria com diferentes órgãos públicos e organizações sociais, dentre elas o Instituto Soka da Amazônia, que atua de forma voluntária na preservação do Patrimônio Cultural e ambiental da comunidade local.

Vestígios encontrados na área do sítio do Forte de São Francisco Xavier (Foto: Jaime Oliveira/Acervo Iphan)

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Seca do rio Solimões expõe ruínas do forte de Tabatinga, no AM

Como o rio Solimões sofreu mudança de curso ao longo dos anos, material achado agora pelo Iphan possui grande relevância arqueológica

Fotomontagem: reprodução/Exército/Jaime Oliveira/Iphan

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Ação educativa reúne cerca de 200 pessoas no sítio Ponta das Lajes, em Manaus (AM)

Iniciativa do Iphan e Instituto Soka, a ação visa à proteção do sítio arqueológico

Voluntários retiraram resíduos sólidos no sítio de Ponta das Lajes (Foto: Guilherme Silva/Acervo Iphan)

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Gravuras rupestres sob ameaças no rio Negro

Manaus (AM) – O afloramento rochoso com inúmeras gravuras e desenhos rupestres, a maioria de baixo relevo e gravadas nas pedras por povos  pré-colombianos entre 2.000 e 3.000 a. C no sítio arqueológico e geológico Ponta das Lajes, localizado na margem esquerda do rio Negro, na zona leste de Manaus, está sob ameaças de depredação e vandalismo pelos visitantes do lugar.

Foto: Alberto César Araújo/Amazônia Real

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PF realiza fiscalização em Sítio Arqueológico Pontas das Lages, no AM

A ação aconteceu a pedido do Iphan, tendo em vista possíveis danos ao pedral com gravuras rupestres visível com a seca do rio

Foto: Polícia Federal DPF

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Gravuras do rio Negro foram ateliês de antigos povos amazônicos Atualizado: Nota do IPHAN

Manaus (AM) – As gravuras milenares representando rostos, animais e elementos da natureza amazônica incrustadas na superfície do pedral e nas rochas submersas do sítio arqueológico Ponta das Lajes (ou apenas Lajes), localizado na margem esquerda do rio Negro, na zona leste de Manaus, foram feitas em épocas diferentes, quando os antigos povos da Amazônia confeccionavam ferramentas para o seu dia a dia e para desenhar as artes como meio de comunicação. Eles aproveitavam grandes vazantes para fazer essas intervenções.

Arqueólogo do Iphan no local (Foto: Alberto César Araújo/Amazônia Real).

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Estudo revela que florestas da Amazônia podem abrigar mais de 10.000 registros de antigas comunidades indígenas

Um artigo publicado recentemente na revista Science aponta que as florestas da Amazônia escondem milhares de registros de antigas comunidades indígenas. O estudo foi assinado por uma equipe de 230 cientistas de 156 instituições localizadas em 24 países de 4 continentes, entre eles estão 33 pesquisadores, entre alunos e doutores, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). A pesquisa foi liderada pelos cientistas Vinicius Peripato e Luiz Aragão do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI).

Foto postada em: INPA – Facebook

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Seca em Manaus faz reaparecer gravuras rupestres milenares

Manaus (AM) – As gravuras em forma de rostos humanos submersas nas paredes rochosas do sítio arqueológico e geológico das Lajes, à margem do rio Negro, em Manaus, voltaram a aparecer. Localizadas na região do Encontro das Águas, a última vez em que elas ficaram visíveis foi na seca de 2010.

Assim como em 2010, as “caretas’ estão reaparecendo à medida que o rio Negro desce. Sítio arqueológico está ameaçado por depredação de visitantes (Foto: Alberto César Araújo/Amazônia Real)

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