Aquecimento dos oceanos influencia queimadas na Amazônia, diz estudo
10 de novembro de 2011Cientistas norte-americanos desenvolveram uma metodologia que prevê com pelo menos seis meses de antecedência se o período de queimadas na floresta amazônica será grave a partir da medição da temperatura dos oceanos Pacífico e Atlântico.
O estudo, publicado nesta quinta-feira (10) pela revista “Science”, analisou dez anos imagens do satélite Modis, da Agência espacial norte-americana (Nasa) e utilizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para analisar o desmatamento do bioma e os focos de calor que atinge a floresta em tempo real.
Inpe fará parceria com Nasa em programa que monitora o clima
27 de outubro de 2011O astronauta Charles Bolden, diretor da Nasa, vem ao Brasil nesta quinta-feira (27) para debater com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) a cooperação num programa que monitora o clima em todo o planeta, entre outros assuntos.
Os institutos dos EUA e do Brasil vão assinar uma carta de intenção. “A carta de intenção sinaliza que Nasa e Inpe têm interesse em parcerias”, revela Marco Antônio Chamon, coordenador de gestão tecnológicadoInpe.
Aumento do desmatamento no Pará não é ‘significativo’, diz ministra
10 de agosto de 2011A Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse nesta sexta-feira (5) que o aumento do desmatamento no Pará – estado que mais desmatou a Amazônia em junho, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), não é singificativo.
“Houve um aumento no Pará, mas não é significativo, expressivo, como foi o de Mato Grosso”, disse. Até maio, Mato Grosso era o estado que, mês a mês, mais vinha desmatamento a floresta amazônica, o que levou à criação de um gabinete de crise para aumentar a fiscalização.
313 km² foram desmatados em junho na Amazônia, aponta sistema monitoramento.
3 de agosto de 2011Em operação desde 2004,o Deter é um sistema de alerta para suporte à fiscalização e controle de desmatamento.
Dados do Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT), indicam que 312,69 km² da Floresta Amazônica sofreram corte raso ou degradação progressiva no último mês de junho. Relatório completo dos dados está disponível em www.obt.inpe.br/deter.
Governo quer aumentar produção de grãos em MT sem derrubar árvores
19 de julho de 2011Apesar das intensas campanhas contra o desmatamento em Mato Grosso, o governador Silval Barbosa (PMDB) defendeu que o estado se mantenha no ranking de maiores produtores de grãos do país e, ainda, aumente a produtividade.
SDS inicia planejamento para operação de combate ao desmatamento no Amazonas
13 de julho de 2011A Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS) inicia esta semana o planejamento estadual do combate ao desmatamento previsto para acontecer até o final do ano.
As operações federais de fiscalização e combate ao desmatamento no Estado já vem sendo realizada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) desde março. Nesta semana, o Ibama divulgou o balanço parcial das operações.
Desmatamento da Amazônia em maio dobra de 2010 para 2011
30 de junho de 2011O desmatamento na Amazônia atingiu 268 quilômetros quadrados em maio deste ano, mais do que o dobro no mesmo mês de 2010, quando chegou a 109,6 quilômetros quadrados, informou nesta quinta-feira o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O Mato Grosso, principal produtor de soja e algodão do país e que abriga o maior rebanho bovino do Brasil, foi o Estado que mais sofreu desmatamento, com 93,7 quilômetros quadrados, de acordo com o sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Inpe.
INPE sobrevoa áreas de desmatamento no MT
8 de junho de 2011De 1º a 3 de junho, especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) sobrevoaram o norte do Mato Grosso para verificar alertas de desmatamento indicados pelo DETER. Nesta região, de grande incidência de desmatamento, foram vistoriados cerca de 90 pontos de alerta que, somados, chegam a 200 km².
INPE: Mudanças climáticas podem deixar a Amazônia mais quente e mais seca
12 de maio de 2011Com a elevação da temperatura do mundo, causada pelo aquecimento global, a Floresta Amazônica tende a se tornar mais seca e mais quente, prejudicando também outras regiões, por desempenhar importante papel no equilíbrio do sistema climático. A conclusão é do estudo “Riscos das Mudanças Climáticas no Brasil”, divulgado ontem (10) pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE).










