Memória indígena e violência estrutural” no boletim do Museu Goeldi

Reconhecido como um dos periódicos mais antigos do Brasil, o Boletim de Ciências Humanas do MPEG é publicado três vezes ao ano. Em seu mais novo número, que refere-se ao período de janeiro a abril deste ano, apresenta aos leitores 15 novos trabalhos.

Agência Museu Goeldi – “Memória indígena e violência estrutural” é o tema do novo Boletim de Ciências Humanas do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).

Disponível para a consulta e download no site do MPEG, o novo boletim refere-se ao período de janeiro a abril deste ano e compreende 11 artigos, 01 memória, 01 nota de pesquisa e 02 comunicações de teses e dissertações.

O periódico é reconhecido como um dos mais antigos do Brasil. Foi criado em 1894 por Emílio Goeldi, sob o nome original de Boletim do Museu Paraense de História Natural e Ethnographia. Atualmente, é publicado três vezes ao ano, em duas versões, Ciências Naturais e Ciências Humanas.

Trabalhos – Entre os artigos do novo número do Boletim de Ciências Humanas, destacam-se “Marcos de referencia en toba del oeste de Formosa (Guaycurú, Argentina)”, de María Belén Carpio; “Por dentro da rede: a circulação de conhecimentos e práticas de saúde no baixo Amazonas”, de Juliana Cardoso Fidelis e Luciana Gonçalves de Carvalho; “Em busca de outros passados museológicos: considerações sobre a constituição do campo museal no Maranhão (século XIX e início do século XX)”, de Clovis Carvalho Britto e outros autores; “Visibilidade, comunicação e movimento entre os cerriteiros na paisagem aquática da laguna dos Patos, Sul do Brasil”, de Rafael Milheira; “A teoria contemporânea do restauro e as cerâmicas arqueológicas da Amazônia”, de Lorena Porto Maia  e outras autoras; “Relações de objeto em Canela”, de Flávia de Castro Alves; “Pão-de-índio e massas vegetais: elos entre passado e presente na Amazônia indígena”, de Gilton Mendes dos Santos e outros autores; “Experimentação tafonômica em contextos de enterramento na Amazônia”, de Suiane de Sousa Santos e outras autoras; “Paleogenômica e Museologia: os museus e o paradoxo do Antropoceno”, de Josiane Kunzler e Vânia Dolores de Oliveira; “Jovens e sua percepção sobre fake news na ciência”, de Vanessa Oliveira Fagundes e outras autoras; “’Outros pesqueiros’: apontamentos sobre a pesca, os pescadores e os ambientes do Sul do Brasil”, de Gustavo Peretti Wagner e Lucas Antonio da Silva.

Na seção “Memória”, destaca-se o título “O martírio de mulheres indígenas do rio Negro em documentos do Serviço de Proteção aos Índios (1914-1915), do antropólogo Márcio Meira, pesquisador do Museu Goeldi.

Em “Nota de pesquisa”, Celia Futemma e outras autoras publicaram “A pandemia da Covid-19 e os pequenos produtores rurais: superar ou sucumbir?”.

Dois trabalhos se destacam em “Teses e dissertações”. O primeiro intitula-se “Entre objetos e instituições: trajetória e constituição dos conjuntos de objetos de C&T das engenharias em Pernambuco”, de Bruno Melo de Araújo; e o outro “Rompeu, e agora? Barragens de rejeito de mineração: economia ecológica e seus elementos espaciais”, de Tiago Soares Barcelos.

Serviço – Os novo Boletim de Ciências Humanas, referente ao primeiro quadrimestre de 2021, encontra-se disponível no site do Museu Goeldi. O pdf do novo número pode ser baixado na íntegra em http://editora.museu-goeldi.br/humanas/.

PUBLICADO EM:  MUSEU GOELDI

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