Indicadores apontam qualidade crescente em recursos hídricos e solos

O monitoramento e aferição de indicadores para os temas finais do PNIA têm por objetivo avaliar o nível de stress hídrico dos rios e principais bacias hidrográficas brasileiras sob o ponto de vista quantitativo dos recursos hídricos, e, para o tema Terra e Solos, estimar o percentual de cobertura dos territórios nacional, estaduais e dos biomas brasileiros com projetos de Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE).

Destaque para a expressiva evolução da cobertura territorial em pouco mais de uma década. Confira.

Relação entre demanda total e oferta de água superficial

Esse indicador permite refletir a situação real de utilização dos recursos hídricos das regiões do país, avaliando a relevância da estrutura de gestão requerida nas suas respectivas bacias.

A situação brasileira aferida em 2010 é a seguinte: 70% dos trechos dos rios analisados encontravam-se em situação Excelente, 7% como Confortável, 6% como Preocupante, 4% como Crítica e 13% como Muito Crítica.

Índice de qualidade da água dos rios e bacias hidrográficas em função do lançamento de esgotos domésticos

Entre 2006 e 2010, os pontos monitorados, distribuídos pelas bacias das 12 grandes regiões hidrográficas, evoluíram da seguinte forma: Ótima, de 9% para 6%; Boa, de 70% para 75%; Regular, de 14% para 12%; Ruim, de 5% para 6%; Péssima, de 2% para 1%.

Balanço hídrico quali-quantitativo dos rios e bacias hidrográficas

Os dados relativos a 2010 permitem análise da distribuição espacial da criticidade quali-quantitativa por bacia hidrográfica.

Até o período aferido, dos rios classificados, o Brasil possui 84,7% Satisfatórios, qualitativa e quantitativamente. Em 15,2% dos rios classificados, 10,9% apresentam algum tipo de criticidade quantitativa; 1,5% têm criticidade qualitativa, enquanto 2,8%, aproximadamente, apresentam ambas as criticidades.

Cobertura territorial dos projetos de zoneamento ecológico-econômico (ZEE)

A aferição dessa cobertura compreende o período de 2000 a 2011.

Em 2000, tal cobertura representava 13,4% do território nacional (1.140 mil Km²), atingindo 28% (2.390 mil Km²) e mais de 72% (6.209 mil Km²), o que representou uma evolução de quase 445% em pouco mais de uma década.

Em 2011, considerando-se apenas os projetos ZEE, cobriu-se a totalidade dos biomas da Amazônia e do Pantanal, cerca de 67% do Cerrado e 27% da Mata Atlântica. Contudo, a cobertura mostrou-se ainda irrisória para a Caatinga e nula para o Pampa.

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