A Terceira Margem – Parte XXXVIII

Porto Velho, RO/ Santarém, PA ‒ Parte VII

BANDEIRA” de Antônio Raposo Tavares – III 

Revista de História, n° 45

São Paulo, SP – Janeiro/Março, 1961

A Maior Bandeira do Maior Bandeirante ([1])
[Jaime Cortesão]

[…] Em 1641, ao aclamar-se em São Paulo a Restauração portuguesa e o monarca D. João IV, Raposo Tavares ocupa o lugar a seguir ao emissário que trouxera a notícia, primeiro dos que assinam na ata da Aclamação. Cabia-lhe de direito. Em 1639 a 1640 fora o primeiro organizador e comandante dos cento e cinquenta paulistas, recrutados à sua custa, para auxiliar lusos e luso-brasileiros na luta contra os holandeses. Tudo leva a crer que, durante essa campanha, tomou parte na célebre retirada de Luís Barbalho, do sertão de Pernambuco em direção à Bahia.

Em abril de 1642, conforme revelou Carvalho Franco, recebia dos vereadores de Parnaíba procuração que lhe dava poderes gerais de representação:

em toda a capitania, em todo o Brasil e no Reino de Portugal, diante de Nosso Senhor D. João IV e onde fosse necessário no dito Reino.

Desde então e até 1648 não se encontra rasto de sua atividade no Brasil. Inclinamo-nos, por consequência, para a hipótese de que durante alguns desses anos houvesse estado em Portugal. De Antônio Pereira de Azevedo sabia-se que era baiano, casado em Parnaíba, e que, em 1647, quando o Governador do Brasil, Antônio Teles da Silva, pedira a São Paulo um socorro de homens para defender a cidade da Bahia contra os holandeses, se ofereceu e foi nomeado Capitão-mor da companhia de paulistas que esteve prestes a partir.

Novidade é, segundo cremos, que o sertanista se tenha formado nas guerras de Pernambuco contra os holandeses, durante a qual tomou igualmente parte na célebre retirada de Luís Barbalho, conforme consta de sua folha de serviço. Nesta última ocasião deve ter conhecido a Raposo Tavares. Manuel de Souza e Silva, o alferes da bandeira, ao que supomos português, já havia servido no delta amazônico em luta contra holandeses, e índios rebelados, sob o comando de Pedro da Costa Favela.

Dentre os demais componentes da bandeira, assinalemos Simão e Manuel Pedroso, que supomos irmãos. Simão Pedroso, já em 1648, devia ter prática de bandeirismo, pois mais tarde afirmava em Belém ao Governador Gomes Freire de Andrade que já estivera em Buenos Aires. O comando e o sub-comando da bandeira em mãos de dois sertanistas, ambos voluntários na defesa do Brasil e a pedido dos seus Governadores gerais, mais nos convence de que a empresa, de que nos estamos ocupando, obedeceu também tácita ou declaradamente a um pensamento político, e, por ventura, de origem oficial.

A Expedição de Raposo Tavares compunha-se, segundo Vieira:

de 200 portugueses e mais de 1.000 índios de armas, divididos em duas tropas. A primeira governava o Mestre de Campo Antônio Raposo Tavares, que ia também por cabo de tudo, a segunda o capitão Antônio Pereira.

Os expedicionários partiram de São Paulo, baixando o Tietê, em maio de 1648. Baixado o Paraná, subiram, como era então uso, nas viagens ao Itatim, o Ivenheima, pelo qual passaram ao Aquidauana, Miranda e, por fim, ao Paraguai. Antes de aqui chegar, porém, a tropa de Antônio Pereira, dirigiu-se sobre a redução de Mboymboy, que atacou a 2 de novembro desse mesmo ano de 1648.Vejamos a seguia o que pode concluir-se do confronto das cartas do Padre Antônio Vieira com as relações dos jesuítas espanhóis, estas inéditas. Em 1650, o Padre João Batista Ferrusino informava: que Raposo Tavares e os seus companheiros,

tomando su derrota por los últimos fines del Itati pasaron a la otra banda de este rio Paraguay.

Esta informação inédita fora dada, não só pelos índios fugidos, mas pelos próprios bandeirantes que atacaram Mboymboy. Dizia ainda o jesuíta:

hasta hoy no se sabe que hayan vuelto… mas hoy es fama constante que se están situados en el mismo puesto donde fue muerto el Pe. Pedro Romero…

Há nesta notícia dois dados objetivos, um dos quais muito preciso e importante para a análise do trajeto da Bandeira:

tomou a sua derrota pelos últimos fins do Itati.

Ora, conforme dizia o Padre Diogo Ferrer, na sua descrição dessa província, o Itati estava compreendido entre 19° e 22°30’ de Latitude Sul. Por consequência a tropa de Raposo Tavares, propriamente dita, fez seu caminho diretamente à região onde hoje assenta Corumbá, no século XVIII Albuquerque, e no XVI Puerto de San Fernando.

Esse era o tradicional lugar de travessia, assinalado nos mapas jesuíticos com o nome de “paso”. Por aí atravessara, em 1524, o português Aleixo Garcia e, em 1537, Ayolas, guiado por um dos índios do primeiro, ambos em direção ao império dos Incas, que alcançaram na região andina do alto Rio Grande ou Guapaí. No mapa da viagem de Alexandre Rodrigues Ferreira [1793], figura um caminho que passa por Albuquerque, seguindo daí pelos “pueblos” de São Coração, Santiago e São José, ou seja pela linha de maiores e mais próximas elevações entre o vale do Paraguai e o Alto Rio Grande ou Guapaí.

Conforme as relações dos jesuítas espanhóis, na serra de Santiago deveria ser a redução pelo Padre Romero. Aí, pois, deve ter esperado a tropa de Raposo Tavares pela de Antônio Pereira, tanto mais quanto essa elevação, que atinge os 500 metros, e tem junto água corrente, se prestava para estabelecer a costumada paliçada ([2]) dos paulistas. Aí Raposo Tavares deve ter “invernado” conforme a expressão dos jesuítas espanhóis, isto é, passado a estação das chuvas e ordenado sementeira, enquanto esperava pela tropa de Pereira de Azevedo.

Entretanto este último atacava a redução de Mboymboy, que segundo as cartas dos jesuítas espanhóis, devia estar situada sobre a atual Aquidabã.

Retido cerca dum mês nessa região, em combates e aprisionamento de índios, só em dezembro deve ter reiniciado a marcha para juntar-se ao grosso da bandeira, fortificada na serrania de Santiago.

Vieira e os jesuítas espanhóis são concordes em assinalar que esse breve trajeto foi terrivelmente demorado e dificultado pelos repetidos ataques dos Paiaguás, por água, e dos Guaicurus, por terra.

Os bandeirantes, por vezes semi-imersos nos pantanais do Paraguai, passaram as maiores calamidades. Enumera-as Vieira: a peste, a guerra e a fome. Mais sóbrio e juntamente mais explícito, Pereira de Azevedo diz no seu requerimento que:

fome e viu morrer a maior parte de seus companheiros à fome e à sede.

Daqui concluímos que a Bandeira, obrigada pelos assaltos dos índios e, porventura, pela enchente do rio, tentou e realizou o caminho direto para a serrania de Santiago, atravessando o Chaco, única região onde era possível que morresse a maior parte dos homens da sua tropa à fome, e sobretudo à sede.

Incorporada a Bandeira, deverá ter seguido em abril ou maio de 1649 a rota natural, pela serra de São José e, passando ao Norte dos Banhados de Izozog, alcançado a região dos Serranos.

Num mapa anônimo traçado por bandeirante no segundo quartel do século XVIII, publicado por Mestre Taunay, e que abrange a região mais comum das Bandeiras paulistas, lá aparecem, no extremo Oeste, os Serranos, designação que se lê sobre um desenho tosco de serranias, situadas ao Sul de Santa Cruz de la Sierra e no Norte das “Sierras dos Siriguaianas”.

Não obstante essa diferenciação de nomenclatura, os “serranos” que habitavam a região andina do Alto Guapaí eram também Chiriguanos [Guaranis] ou Chanés [Aruaques guaranizados].

Qual teria sido o caminho de Raposo Tavares na última parte da viagem? Sabemos pela América abreviada de João de Souza Ferreira, que ele baixou o Madeira, mas por qual dos afluentes do Madeira teria navegado até alcançar a foz do Amazonas?

Vários documentos, a nosso ver, esclarecem o problema. Referimo-nos à carta do Padre Antônio Vieira, escrita a começos de 1654, à “Descripção do Estado do Maranhão, Pará, Corupá e Rio do Amazonas”, escrita cerca de 1665, por Maurício de Heriarte, que, sem dúvida, falou também com alguns dos bandeirantes da grande Expedição, e à carta do Conde de Castelar, Vice-Rei do Peru, de 1676, revelada por Basílio de Magalhães.

O Padre Antônio Vieira apontou como objetivo da Expedição os serranos, que habitavam a região andina do Alto Rio Grande ou Guapaí, afluente do Madeira. Esse simples fato faria admitir como hipótese, que a Bandeira tivesse baixado por esse Rio, tanto mais que Pedro Teixeira e seus companheiros tinham adquirido, como vimos, por informações dos indígenas, a convicção de que o Madeira nascia na região próxima do Potosi.

Mas Vieira, no seu relato, dá informações tão individuadas sobre o Rio percorrido que permitem identificá-lo seguramente. Os Bandeirantes, conforme o grande missionário:

I   ‒  Quando a primeira vez entraram neste grande Rio, estavam na altura do Espírito Santo, que são dezenove graus de banda do Sul;

II  ‒  Depois caminharam já a Sul, já a Leste, até que tomaram de carreira para o Norte e Nordeste a desembocar no Mar;

III ‒  Lançadas as canoas à água, ao terceiro dia se lhes sumiu o Rio entre uns juncais; mandaram descobridores a buscá-lo; e depois de três dias de jornada tornaram a dar como ele, mas distante do lugar onde se lhes tinha escondido;

IV ‒  Deliberaram-se a passar lá as canoas, e assim o fizeram à pura força de braços e de ombros, como dos Argonautas contam as fábulas, com exemplo verdadeiramente grande de constância e de valor, se o não deslustrara tanto a causa. Realizada esta difícil operação, e Embarcados segunda vez… aos oito dias de viagem deram na madre do Rio;

    ‒  E, finalmente gastaram onze meses inteiros na navegação.

A descrição do Padre Vieira, fornece, pois, dados preciosos sobre a Latitude atingida por esse Rio na sua parte navegável; a série dos rumos em que se desenvolve o seu percurso NS, OE, SN, e por fim NE; a circunstância da navegação ser de carreira, ou mais rápida e seguida, desde que a corrente tomou o rumo Norte; o fato singularíssimo do Rio desaparecer durante um trecho apreciável.

Ora o Rio Grande, que nasce no Vale de Cochabamba por 17°14’ de Latitude Sul começa a ser navegado por pequenas canoas em Tarata, cerca de 18° de Latitude Sul atinge, na sua curva descendente, 19°14’ de Latitude Sul, o que se acorda com a relação anterior.

Nesta parte do trajeto, que decorre entre dois graus de Longitude o curso do Rio, extremamente sinuoso, baixa de 2.100 a 500 metros aproximadamente, correndo em numerosas curvas, ora a Sul, ora a Leste.

Nesta particularidade, tão singular, também a descrição de Vieira está de acordo com os dados geográficos. Passado o extremo Sul da sua curva descendente, o Rio Grande descreve uma nova curva, mas está na direção do Norte e do Noroeste até desembocar no Mamoré, seguindo depois na direção geral do Norte, até desaguar no Madeira, o qual, por sua vez, baixa no rumo Nordeste até ao Amazonas. Mais uma vez a concordância entre as notícias recolhidas pelo Padre Vieira e a realidade geográfica é perfeita. Perfeita, insistimos. Só nos fins do século XVIII, note-se bem, a cartografia dessa região igualou ou excedeu esses dados. Até lá todas as representações literárias ou cartográficas ficaram muito aquém.

Resta a última singularidade apontada pelo grande jesuíta, essa muito notável. Em certa parte do seu trecho o Rio por onde navegavam desapareceu sob uns juncais e foi necessário buscar-lhe a continuação a três dias de distância. Observe-se que tendo baixado o Madeira propriamente dito, quer tomassem pelo Guaporé, quer pelo Rio Grande, o maior obstáculo que se opôs à navegação foi sem dúvida a série das terríveis cachoeiras, que acidentam aquele Rio. Mas, para os paulistas, habituados a baixar ou subir o planalto, ao sabor ou arrepio da corrente, as cachoeiras não representavam singularidade. Pelo contrário. Mais ou menos alterosas, entravam na regra.

E espanta a sobriedade desses homens que, havendo referido ao jesuíta escritor tão sequioso de pormenores flagrantes, incidentes mínimos da viagem, como o aparecimento de aves no céu ou animais na água, não tiveram, por certo, qualquer expressão de encarecimento para a empresa de galgar a escadaria do Inferno do Madeira.

Precisamente um século após, José Gonçalves da Fonseca que as subiu, vindo de Belém para Mato Grosso, demora-se a descrever na sua relação a escala e a escalada, com devido interesse pelo espetáculo da natureza hostil e do esforço do homem para dominá-la.

Se os bandeirantes houvessem contado a Vieira sua duríssima labuta, ao abrir das picadas na selva amazônica para arrasto das canoas, cachoeira a cachoeira, naquele trecho do Rio, por certo um dos mais selváticos do Brasil, era aí que ele daria àqueles Bandeirantes o epônimo de Argonautas. Mas não, impressionou-os mais o fato do Rio desaparecer durante alguns dias. Ora, precisamente, logramos averiguar que esse fenômeno ainda persistia no século XVIII, segundo supomos, já menos acusado que no século anterior, no curso do Guapaí.

Recorrendo apenas à história do Rio, poderíamos admitir a notícia de Vieira como perfeitamente viável. Os melhores mapas da Bolívia assinalam, ao lado do curso atual do Rio, entre 16° e 17° de Latitude Sul um Rio Viejo ou la Madre, isto é, um leito seco e obstruído pelas areias, fenômeno vulgar nos Rios que divagam em planícies de aluvião. Mais ao Norte, mas cerca de 16°, há outro Rio Viejo, que se perde num pantanal, que tem o nome de Los Limos. Ao que parece, pois, o fenômeno persiste.

Não obstante, e para maior segurança, resolvemo-nos a consultar geógrafos bolivianos, admitindo que a Bandeira pudesse igualmente ter seguido o trajeto Parapetí-São Miguel. O Dr. Alfredo Jauregui Resquellas, Presidente da Sociedade Geográfica de Sucre, respondeu-nos, em face dos dados que lhe enviamos, que os expedicionários não podiam ter deixado de seguir pelo Rio Grande ou Guapaí.

Seria demasiado longe expor aqui a sua opinião, que se funda na história do Rio e nos seus caracteres atuais, já referidos.

Mas, e ainda uma vez, a Coleção de Angelis nos ia dar a prova decisiva. Em nossas investigações sobre esta Bandeira, deparamos naquele acervo uma “Descripcion geográfica del Rio Mamoré o Madeira” enviada em 1872, pelo Padre Carlos Hirscko, antigo missionário jesuíta das Missões de Moxos, no Mamoré, ao Embaixador de Espanha, em Viena de Áustria.

Tendo abandonado aquela região após a expulsão dos jesuítas espanhóis, em 1767, o Padre Hirscko reporta-se declaradamente ao ano de 1751, em que, agregado à comissão espanhola para demarcar os limites do Tratado de 1750, se deu à tarefa de estudar e descrever o curso do Madeira desde as suas nascentes. Nesse documento, de um grande interesse para a história da geografia, afirma-se que:

el rio grande así llamado que nasce en la Provincia de Mizque… no sufre sino canoas y son estas en tiempo de grandes secas, por sumiera el agua en las arenas, por dos o tres parajes…

Aqui temos, pois, o fato inteiramente confirmado e com uma amplitude superior à dos próprios informes de Vieira. Também neste caso a descrição literária coincide com a geografia histórica, pois um século de intervalo entre um e outro depoimento carece de importância na evolução de semelhantes fenômenos.

Uma observação convém desde já fazer. O Padre Hirscko afirmava que o Rio só por alturas de Santa Cruz de la Sierra começava a ser navegável. Provém, este erro, em parte, da sua ignorância sobre as verdadeiras origens do Rio Grande.

Com efeito, este, depois de receber o Mizque, ainda se estende por um dos seus braços até cerca do lago Poopó. Em resumo: os dados muito concretos fornecidos ao Padre Antônio Vieira sobre o curso do Rio que os levou ao término da viagem e sobre as circunstâncias que o permitiam navegar, acordam-se um por um com a realidade geográfica e histórica.

Quanto à identificação de Washington Luís com o Guaporé, opõe-se-lhe inteiramente a Latitude extrema da origem ‒ 15°, e não os 19° da carta de Vieira, a direção geral para NO, que o Rio toma desde a origem até a foz, e a ausência completa do fenômeno da interrupção do curso.

Finalmente se, por exclusão de partes, chegamos à única conclusão possível de identificação com o Rio Grande, duas outras referências coevas a vem confirmar por modo decisivo. Maurício de Heriarte, escrevendo cerca de 1665, catorze anos após a Expedição de Raposo Tavares, mas que tomara parte na viagem de Pedro Teixeira e viveu desde então no Pará e no Maranhão, escrevia sobre o rio Madeira:

Vem este Rio da província dos Serranos, que estão na cordilheira do Peru pela banda do Paraguai. Nasce de muita quantidade de lagos…

Este depoimento confirma a informação de Vieira, ao qual acrescenta a situação de Serranos [Chiriguanos e Chanés] nas faldas Orientais dos Andes, ao Sul de Santa Cruz. Serranos era nomenclatura paulista e colhida da boca de paulistas. Nasce o Guapaí na região andina dos dois grandes lagos ‒ Poopé e Ti-ticaca, e não longe deles, o que dá certo caráter realista à segunda parte daquelas informações. (Continua…) (CORTESÃO, 1961)

Bibliografia   

CORTESÃO, Jaime. Conferência ‒ A Maior Bandeira do Maior Bandeirante ‒ Brasil ‒ São Paulo, SP – Revista de História, n° 45, Janeiro/Março, 1961.

Por Hiram Reis e Silva (*), Bagé, 07.09.2020 – um Canoeiro eternamente em busca da Terceira Margem.

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;

  • Campeão do II Circuito de Canoagem do Mato Grosso do Sul (1989)
  • Ex-Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);
  • Ex-Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);
  • Ex-Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM – RS);
  • Ex-Membro do 4° Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul (CMS)
  • Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);
  • Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);
  • Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS – RS);
  • Membro da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER – RO)
  • Membro da Academia Vilhenense de Letras (AVL – RO);
  • Comendador da Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Sul (AMLERS)
  • Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).
  • Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).
  • E-mail: hiramrsilva@gmail.com.

[1]    Conferência inédita, proferida no Salão Nobre da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, gentilmente cedida pela sua direção para publicação na Revista de História como homenagem ao autor, recentemente falecido [Nota da Redação].

[2]    Paliçada: alinhamento de estacas que serve de barreira defensiva.

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