Helicóptero auxiliará atendimento à população indígena no Amazonas e Pará

O atendimento médico e hospitalar aos povos indígena de Parintins-AM e de mais seis municípios – do Amazonas e do Pará – foi aprimorado no último mês. O Distrito de Saúde Especial Indígena – DSEI passou a ter à disposição um helicóptero, que assistirá a uma população de cerca de 17 mil pessoas, distribuídas em três terras indígenas – Andirá/Maraú, Nhamadú/Mapuera e Kaxuyana/Tunayna -, que abrangem juntas um território de mais de 4 milhões de hectares, área comparável ao estado do Rio de Janeiro ou à Dinamarca.

Utilização de helicóptero, semelhante ao da imagem, auxiliará trabalho do DSEI de Parintins no atendimento à cerca de 17 mil indígenas. Foto: Ministério da Saúde

As ações realizadas pela aeronave possuirão diversas naturezas. O equipamento, que tem capacidade de transportar até 06 passageiros, viabilizará atividades de imunização, entrada e saída das equipes multidisciplinares de saúde indígena, entrada de equipamentos e insumos médicos/hospitalares e odontológicos, acompanhamento de obras em execução e remoção de pacientes para consultas eletivas e de urgência e emergência. O serviço de horas de voo será disponibilizado através de processo emergencial para contratação de empresa especializada em fretes aéreos.

O coordenador distrital de saúde indígena de Parintins, José Augusto dos Santos Souza, enalteceu a importância da aquisição. “A contratação dos serviços de transporte aéreo permitirá a realização das atividades relacionadas aos programas de saúde do Ministério da Saúde, como disponibilização de equipes de saúde para atendimento, transporte de medicamentos, ações preventivas e de imunização, transporte de equipamentos básicos de infraestrutura, urgência e emergência, inclusive nas áreas mais remotas, e a manutenção das condições básicas necessárias à promoção da saúde indígena”, afirmou.

“Ao garantir aeromobilidade às atividades desenvolvidas pelo DSEI, teremos maior resolutividade, principalmente nas remoções de pacientes graves, ademais, o longo período de deslocamento por via fluvial demonstra a ineficiência dos serviços prestados no que diz respeito a urgências e emergências”, concluiu o coordenador.

Vagner Campos

Assessoria de Comunicação/Funai

 

 

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