Congresso debate as reservas ambientais criadas pelo setor privado

O Brasil Rural de hoje (02) entrevistou a bióloga e consultora da Fundação SOS Mata Atlântica, Mônica Fonseca, que fala sobre a participação do setor privado na criação de reservas ambientais.

Segundo a especialista, as reservas particulares são uma oportunidade de engajamento da sociedade na conservação dos recursos naturais que são essenciais para a nossa qualidade de vida e para a nossa segurança hídrica e alimentar. O tema foi discutido no V Congresso Brasileiro de Reservas Particulares do Patrimônio Natural – RPPN, realizado na cidade de Florianópolis na semana passada.

No evento, também foram debatidos temas como políticas governamentais de conservação, captação de recursos e incentivos, sustentabilidade econômica.

A bióloga explica que essas reservas estão previstas na lei do Sistema Nacional de Áreas Protegidas como unidades de conservação desde o ano 2000. E para serem reconhecidas é preciso que seja expedida uma portaria de reconhecimento pelo governo federal. Além disso, aproximadamente 18 estados e alguns municípios brasileiros também reconhecem essas reservas.

“Essas terras são legalmente reconhecidas. É preciso averbá-las no cartório, o que as torna perpétuas. Ou seja, uma vez criadas, essas reservas existirão para sempre”, destaca Mônica.

 

De acordo com a consultora, nessas áreas pode haver exploração econômica. Ela destaca que muitas reservas privadas são locais de turismo ecológico, que oferecem visitação ou são utilizadas para pesquisa científica.

 

Ouça a entrevista completa no player abaixo:

 

Brasil Rural vai ao ar, de segunda a sexta-feira, às 5h, pelas rádios Nacional AM Brasília e Nacional AM Rio; sábado, às 5h, pela Rádio Nacional do Alto Solimões e, às 7h, pelas rádios Nacional AM Brasília e Nacional da Amazônia.

 

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