Legado da Rio+20 representa um marco nas ações voltadas para a proteção do meio ambiente no Brasil e no âmbito internacional.

O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Carlos Klink, participou, na manhã desta terça-feira (14/08), de seminário para avaliar os desdobramentos da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). Realizado na Câmara dos Deputados, o evento teve o objetivo de fazer um balanço dos resultados do encontro internacional realizado, em junho, no Rio de Janeiro.

Para Klink, o legado da Rio+20 representa um marco nas ações voltadas para a proteção do meio ambiente no Brasil e no âmbito internacional. “A conferência teve um grande aspecto capaz de consolidar a movimentação dentro da sociedade e do governo no avanço das políticas ambientais”, declarou o secretário. Segundo ele, a intensa participação popular também demonstrou o sucesso do evento.

Os programas e as iniciativas do MMA para a mitigação das mudanças climáticas também foram lembradas por Klink como instrumentos essenciais na política ambiental brasileira. “A redução no desmatamento é um dos pontos que resultam, de forma direta, na melhoria do ponto de vista climática”, exemplificou. O secretário ressaltou ainda a importância de medidas como a elaboração dos planos setoriais de Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima da Indústria, da Mineração, da Saúde e de Transporte e Mobilidade Urbana.

PARTICIPAÇÃO

Ao todo, 47 mil pessoas foram credenciadas para participar da conferência, segundo o subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Luiz Alberto Figueiredo. “A Rio+20 foi altamente exitosa e se tornou a maior e mais bem sucedida conferência das Nações Unidas”, avaliou Figueiredo, que atuou como secretário executivo da Comissão Nacional para o evento.

O subsecretário do MRE afirmou que as resoluções provenientes da Rio+20 influenciarão as ações futuras. “Alcançamos a ideia de que não existe desenvolvimento real sem considerar os aspectos ambiental, econômico e social”, afirmou Figueiredo. “Uma conferência como essa não fica perdida. É uma ocasião de mobilização e que definiu comportamento e ideias.”

FONTE : MMA

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