Cheia dos rios deve colocar mais 31 municípios do AM em estado de emergência

A informação foi confirmada pela Defesa Civil do Estado. Já nesta segunda (16), o município de Anamã (a 165 quilômetros de Manaus), deve anunciar o decreto de emergência. Em Caapiranga (a 134 quilômetros de Manaus), a previsão é de que em 15 dias o município deverá ser todo afetado pela enchente que já castiga a zona rural.

Por conta da cheia dos rios mais 31 municípios do Amazonas devem decretar estado de emergência nas próximas semanas. A informação confirmada pela defesa civil do Amazonas, assegura ainda que mais 12 localidades estão sendo analisadas, pela secretaria.Já nesta segunda o município de Anamã (a 165 quilômetros de Manaus), deve anunciar o decreto de emergência. Em Caapiranga (a 134 quilômetros de Manaus), a previsão é de que em 15 dias o município deverá ser todo afetado pela enchente que já castiga a zona rural.Nesse sábado (14), o governador do Amazonas Omar Aziz (PSD) esteve nos dois municípios e anunciou algumas medidas para auxiliar a população, entre elas o Cartão Amazonas Solidário, que dá direito ao saque de R$ 400.Na ocasião Omar Aziz, entregou implementos agrícolas para produtores rurais das localidades, e também anunciou outras ações que devem ser levadas aos municípios, como o asfaltamento da estrada que liga comunidades rurais de Anamã ao porto da cidade, além da implantação de uma indústria de beneficiamento de Açaí, um projeto para a produção de peixe em cativeiro e a urbanização de uma área de 1.200 lotes destinada a moradias.O governador disse saber que o recurso do Cartão Amazonas Solidário não resolverá todos os problemas, mas, deve minimizar a situação.“Esse recurso não vai resolver todos os problemas das famílias que estão sofrendo com a cheia, mas pode ser usado para comprar madeira e outros materiais que possam ajudá-las a ter um pouco mais de comodidade nessa situação calamitosa”, disse o governador.AnamãEm Anamã, onde a zona rural do município já foi toda afetada pela subida do rio, a expectativa é de que em uma semana a água alcance toda a sede, incluindo o hospital da cidade. As escolas também foram afetadas e as aulas suspensas.A Secretaria Estadual de Saúde (Susam) e a Prefeitura de Anamã montaram um plano para transferir o atendimento médico da população para uma balsa de dois andares adaptada para esta finalidade, que chegará num prazo máximo de cinco dias ao município. O secretário Estadual de Saúde, Wilson Alecrim, que, junto com o presidente da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Evandro Melo, acompanhou o governador na viagem, afirmou que apenas o atendimento cirúrgico não será feito na balsa. Os pacientes nessa situação serão removidos para Manacapuru e Manaus.A FVS está atuando na prevenção de doenças de veiculação hídrica e transmitidas por mosquitos, como a malária, nos municípios afetados. Agentes de saúde já atuam na orientação para evitar a utilização de água contaminada e na distribuição de hipoclorito. A Defesa Civil do Estado atua no cadastramento de todas as famílias que vão receber os cartões Amazonas Solidário em Anamã, cuja população é de 10,1 mil habitantes, e em Caapiranga que tem 10,9 mil.FONTE: A Critica

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