Pimentas da Amazônia conquistam mercado brasileiro

Uma produtora do Acre adaptou a plantação de pimentas super ardentes ao clima do Norte do país e se tornou pioneira na produção desse tipo de planta na região. Por ser formada em Agronomia, Juliana Pinheiro conseguiu produzir as chamadas pimentas nucleares, as mais ardidas do mundo, usadas em molhos super picantes.

Por causa da ardência das pimentas, é preciso usar luvas durante a manipulação delas. Foto: Juliana Pinheiro/Arquivo pessoal

Entre as pimentas, está a Carolina Reaper, de origem americana que tem mais de 2 milhões de unidades de ardência. Para se ter uma ideia, a pimenta malagueta tem 150 mil unidades.

A produtora Juliana Pinheiro explica que foi preciso adaptar a forma do plantio ao clima acreano.

A engenheira agrônoma produz e vende mudas das pimentas nucleares há um ano e há seis meses está vendendo molhos dessas pimentas. Juliana Pinheiro espera, além de vender as pimentas na região, expandir a comercialização também para o exterior.

A produtora destacou ainda que na região Norte é produzida apenas a pimentas-de-cheiro, para temperos e que com apenas 1 pimenta carolina ela consegue fazer um molho de 50 ml.

Publicado em 28/02/2022 – 15:15 Por Lucas Pordeus Leon – Repórter da Rádio Nacional – Brasília – Edição: Sheily Noleto / Guilherme Strozi – RADIOAGÊNCIA NACIONAL  

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