Prêmio Educador do Ano vai para professora de aldeia indígena de Rondônia

Elisângela Dell-Armelina Suruí, de 38 anos, foi premiada por seu projeto de alfabetização na língua indígena Paiter Suruí em Cacoal. 

Elisângela Dell-Armelina Suruí, de 38 anos, foi premiada por seu projeto de alfabetização na língua indígena Paiter Suruí em Cacoal. (Foto: Carol Moreno / G1)

RO – Professora é finalista em prêmio com material didático para ensino da língua portuguesa e suruí em escola indígena de Cacoal

Professora Elizângela Dell-Armelina Suruí produziu um material didático que mescla o estudo da língua portuguesa e língua Suruí. A aldeia Nabekod Abadakiba é historicamente conhecida em Cacoal como o local onde aconteceu o primeiro contato dos indígenas Paiter Suruí com os não indígenas, em 1969. Com a ideia da professora, a aldeia, localizada na Linha 12, área rural do município, volta a ser destaque na educação. 

Entre 5 mil projetos de todo o país, o projeto criado pela professora Elizângela Suruí esta entre os 10 finalistas

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RO – Presidente da Funai se reúne com sete etnias em Vilhena

O presidente da Funai, Franklimberg de Freitas, reúne-se desde cedo, em Vilhena (RO), com indígenas das etnias Suruí, Enawenê-nawê, Cinta Larga, Rikbaktsa, Apiaká, Kayabi e Arara. 

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Funai e Polícia Militar Ambiental realizam ação de fiscalização na Terra Indígena Sete de Setembro e entorno

A ação de fiscalização realizada pela Funai e a Polícia Militar Ambiental de Rondônia foi empreendida nos dias 18 e 19 de agosto na Terra Indígena – TI Sete de Setembro, de usufruto exclusivo do Povo Indígena Suruí, localizada nos municípios de Cacoal, Espigão D’Oeste e Rondolândia, estado de Rondônia.     Leia mais »

Lideranças Paiter Suruí pedem extinção de projeto de carbono com a Natura

Em uma Nota de Esclarecimento encaminhada ao Ministério Público Federal (MPF) de Rondônia na última semana, lideranças do povo Paiter Suruí posicionam-se sobre o Projeto de Carbono Paiter Suruí e o Plano de Gestão de Cinquenta Anos do Povo Paiter Suruí, implementados na Terra Indígena Sete de Setembro. Após apresentarem várias críticas e denúncias em relação à gestão do projeto, principalmente, à perda de autonomia e à divisão do povo, dentre outras, no final do documento as lideranças demandam que “o Projeto de Carbono Paiter Suruí seja extinto e que as associações possam elaborar e executar projetos que garantam uma autonomia de verdade para as comunidades, com desenvolvimento sustentável e geração de renda sem depredação dos recursos naturais”.  

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RO – Índios paiter suruís usam internet para pedir proteção de suas terras

O povo paiter suruí, que na língua nativa significa “gente de verdade, nós mesmos”, está mobilizando internautas para tentar proteger seu território. Eles vivem na TI (terra indígena) Sete de Setembro, em Cacoal (476 km de Porto Velho), e há cinco anos vêm adotando a rede mundial e as redes sociais como estratégia de divulgação.

Em 2007, durante uma palestra nos Estados Unidos sobre os problemas que enfrentavam, o cacique da tribo, Almir Suruí, pediu a executivos do Google que ajudassem sua tribo a monitorar a floresta. Acabaram ganhando laptops, aparelhos de telefone celular e de GPS, que estão sendo empregados para fiscalizar e ajudar a combater a exploração dos recursos naturais em suas terras. Leia mais »

RO – Índios vão receber documentos em mutirão do CNJ

Indígenas receberão Registro Administrativo de Nascimento Indígena (Rani), Certidão de Nascimento, Cadastro de Pessoa Física (CPF) e as carteiras de Identidade e de Trabalho e Previdência Social. Leia mais »

Deputada pedirá investigação sobre a venda de sangue de índios da Amazônia por empresa dos EUA

Pelo Twitter, a deputada Perpétua Almeida (PC do B-AC) garantiu hoje, antes de embarcar para o Acre, que atuará na Câmara para esclarecer a venda de sangue de índios brasileiros pela empresa norte-americana Coriel Cell Repositories. Em seu site, a Coriel colocou à venda por US$ 85 (R$ 134, 98, na cotação do dia) amostras de células e de DNA de sangue das etnias Karitiana, Suruí e Ianomâmi. Também é possível encomendar sangue de indígenas do Peru, Equador, México, Venezuela e de diversos outros países. A prática foi denunciada esta semana em reportagem da Agência Amazônia.  Em seguida, o caso foi destaque na primeira página do jornal norte-americano The New York Times.

Dep Perpétua Almeida

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