Cidade paraense vira modelo para construção de casas sustentáveis

Árvores no chão abriam caminho para os pastos. Há apenas três anos, a cidade paraense de Paragominas era uma das que mais contribuíam para o desmatamento da Amazônia. A cidade virou o jogo quando autoridades municipais fizeram um acordo com a sociedade e agora eles plantam 10 milhões de árvores por ano.

“Somos o único município da Amazônia com monitoramento por satélite e, mês a mês, a gente valida em capo se houve desmatamento”, garante o prefeito Adnan Demachki

 

 

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Estudo mostra que pecuária ilegal ainda é mais lucrativa

A pecuária na Amazônia vem sofrendo pressões para a regularização fundiária e socioambiental. Tal regularização implicaria em ajustes econômicos desconhecidos ao setor. Neste “O Estado da Amazônia” O instituto Imazon avaliou o impacto da regularização socioambiental no desempenho econômico da pecuária de engorda na região de Paragominas, no Pará.

Concluiu-se que apenas fazendas com ampla escala de produção e alta produtividade seriam rentáveis cumprindo as regras socioambientais. Porém, fazendas irregulares que permanecessem impunes seriam mais rentáveis. Portanto, para estimular a regularizaçãoe práticas sustentáveis serão necessárias ações do setor público (por exemplo, maior eficácia na fiscalização e aumento dos investimentos em infraestrutura e serviços) e privado (por exemplo, boicote contra infratores).

Confira a Publicação: A viabilidade da regularização socioambiental da pecuária no Pará

Fonte: Imazon

Integração agropecuária e floresta pretende recuperar áreas degradadas

Os primeiros resultados do Sistema de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF) foram apresentados ao secretário de Estado de Agricultura, Hildegardo Nunes, durante o Dia de Campo, realizado na última sexta-feira (20), em Paragominas, município do nordeste do Pará. Os primeiros testes para implantação do sistema no Estado foram realizados na fazenda Vitória, localizada no município.

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