Planta amazônica consegue absorver metais pesados

Testes mostraram que todos os metais foram absorvidos da mesma forma independentemente do local.

Estudo realizado pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam) identificou que o uso da planta Alocasia macrorhiza, conhecida popularmente como orelha-de-elefante-gigante, pode ser utilizada como biorremediadora em áreas contaminadas. Significa que a planta tem a capacidade de absorver metais pesados do solo, como cádmio (Cd), cromo (Cr), cobre (Cu), chumbo (Pb), níquel (Ni) e zinco (Zn). A pesquisa foi conduzida por Josias Coriolano de Freitas e é fruto do trabalho de doutorado denominado ‘Avaliação da Alocasia macrorhiza como fitorremediadora dos metais Cd, Cr, Cu, Ni, Pb e Zn’. Leia mais »

Rio+20: agenda “reenfocada” preocupa ambientalistas

Um sopro de ar fresco parece estar sendo lançado sobre a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentado, a Rio+20, que será realizada em junho próximo, no Rio de Janeiro. A julgar pela listagem dos “assuntos críticos” contidos no chamado Draft Zero, o documento elaborado pelas autoridades brasileiras para estabelecer a agenda do evento e, não menos, pelas reações negativas do aparato ambientalista a ele, é possível que o bom senso e o realismo estejam começando a se manifestar de uma forma mais incisiva nessa área crucial para a determinação do futuro próximo de toda a Humanidade. Igualmente, é possível que a tradição diplomática brasileira em relação aos temas ambientais, que se manifestava no início da década de 1970, por intermédio de luminares como o embaixador Araújo Castro e intelectuais do porte de Josué de Castro, que alertavam sobre as intenções subreptícias do Establishment anglo-americano, esteja renascendo em resposta às pretensões de “congelar” o desenvolvimento sob pretextos ambientais. Leia mais »

Brasil quer transformar Rio+20 em um ‘G20 sustentável’, dizem europeus

Falta de foco em propostas da cúpula é criticada por ambientalistas. Cúpula da ONU acontece em junho deste ano, no Rio de Janeiro.

A menos de cinco meses da conferência Rio+20, no Rio de Janeiro, autoridades políticas e líderes ambientalistas europeus estão preocupados com a suposta “falta de foco” das propostas feitas pelo governo do Brasil, organizador do evento. Leia mais »

Problemas continuam sem respostas após reunião com presidência da Funai, dizem indígenas

Cerca de 200 lideranças indígenas da região do Médio Xingu, cujas aldeias estão na área de influência da hidrelétrica de Belo Monte, participaram nesta quarta, 25, de uma nova rodada de negociações com o governo e a empresa Norte Energia, sobre ações de mitigação de impactos da usina. A reunião havia sido marcada em 1 de dezembro do ano passado, após uma tumultuada discussão sobre problemas no cumprimento das medidas emergenciais em andamento, e que havia levantado uma série de questionamentos sobre o Plano Básico Ambiental (PBA), que definirá as ações compensatórias de longo prazo. Leia mais »

Mapeamento mostra detalhes inéditos da floresta amazônica em 3D

Um avião bimotor voa a aproximadamente a 5 mil metros de altitude. Na aeronave, um equipamento conhecido como “Lidar” lanç raios laser na copa das árvores abaixo, 400 mil vezes por segundo. O resultado: um mapeamento da floresta amazônica em três dimensões (3D).

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Contratos beneficiam extrativistas na Amazônia

A assinatura de contratos de capacitação e assistência técnica vai beneficiar mais de 300 famílias residentes em comunidades na Amazônia. Os contratos, assinados na última terça-feira (24), têm valor total de R$ 1,26 milhão do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF), gerido pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB). O repasse também beneficiará cerca de cem coletores de sementes e viveiristas na Mata Atlântica.  Leia mais »

No Fórum Social Temático – FST, Greenpeace critica Belo Monte, termoelétricas e novo Código Florestal

O coordenador da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace, Pedro Torres, defendeu hoje (26) a busca por alternativas à chamada economia verde e condenou obras como a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA).

“O capitalismo está em crise e isso é um consenso que nos une a Davos [onde ocorre o Fórum Econômico Mundial], mas a economia verde não é a solução para essa crise”, disse. “Devemos pensar quais são as alternativas, para quem e como”, completou Torres durante evento no segundo dia de debates do Fórum Social Temático (FST) 2012. Leia mais »

Brasil produzirá combustível a partir de lodo de esgoto

O Brasil vai importar da Alemanha um processo de fabricação de combustível limpo –sem emissão de gases do efeito estufa– que usa esgoto como matéria-prima.

O processo transforma os gases gerados na decomposição do lodo do esgoto em biometano, um tipo de GNV renovável, diferente do derivado de petróleo.

Fábrica de combustível impo

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ONU alerta para efeitos de problemas ambientais sobre os mais pobres

O relatório do Desenvolvimento Humano 2011, divulgado nesta quarta-feira (2) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), é em grande medida voltado às questões ambientais. O documento se intitula “Sustentabilidade e Equidade: Um Futuro Melhor para Todos” e a influência do meio ambiente sobre o desenvolvimento permeia a maioria dos capítulos.

Influência do meio ambiente sobre o desenvolvimento

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Trabalhadores federais se posicionam em relação a mudanças no Código Florestal

Servidores públicos federais das áreas agrária, ambiental e cidades entregaram, nesta sexta-feira (28), documento sobre as mudanças propostas ao Código Florestal à Comissão de Agricultura e Reforma Agrária e ao presidente Comissão de Meio Ambiente do Senado, Rodrigo Rollemberg (PSB/DF).

No documento, eles criticam as mudanças propostas no PL 30/2011, que tramita na Casa. “Avaliamos que o PL 30 despreza o diferencial representado pela biodiversidade brasileira, sua importância e ameaça a sua sobrevivência. Desta forma, põe por terra a pretensão do Brasil de tornar-se uma referência mundial em gestão de recursos ambientais e desvirtua os princípios norteadores das principais leis ambientais em vigor”, afirmam os técnicos e especialistas de órgãos como Embrapa, Ibama e Ministérios do Meio Ambiente e das Cidades, entre outros.

Mudanças no Código Florestal

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Estados já oferecem incentivos econômicos para quem preserva o meio ambiente em reservas particulares

Há outras iniciativas que premiam quem preserva o meio ambiente em processo. Em Minas Gerais, na cidade de Extrema, divisa com São Paulo, a prefeitura paga para que agricultores preservem as nascentes de água em suas propriedades.

As nascentes preservadas de Extrema deságuam em riachos e percorrem mais de cem quilômetros. Vão desembocar no Sistema Cantareira, em São Paulo, que abastece mais de 9 milhões de pessoas na capital. Em alguns casos, o benefício recebido para quem preserva passa de R$ 1 mil por ano. O incentivo financeiro ao pequeno agricultor ajuda o paulistano a beber água de qualidade. Esse benefício chama-se pagamento por serviços ambientais. Já foi testado e aprovado em outros países, como os Estados Unidos, e começa a ganhar força por aqui.

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Cientistas afirmam que não existe dilema entre conservar o meio ambiente e produzir alimentos

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPB) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) divulgaram um documento com propostas e considerações sobre as alterações no Código Florestal Brasileiro. As instituições concordam que seja necessário modificar a legislação ambiental, mas defendem que as alterações devam ser feitas “à luz da ciência e tecnologia hoje disponível”.

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Cresce desmatamento em áreas de preservação ambiental, aponta Inpe

Dados do Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), revelam avanço no desmatamento de áreas de conversação ambiental.

De acordo com o Instituto, entre 2000 e 2010 houve um aumento de 127,6 % na área desmatada em 132 unidades de conservação. Os dados são obtidos por meio de imagens via satélite.

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Brasil desconhece nível de contaminação de águas subterrâneas

O governo federal pretende desembolsar R$ 15 milhões para que a Agência Nacional de Águas (Ana) investigue possíveis contaminações em áreas que concentram grande volume de água subterrânea.

O objetivo é fazer um levantamento nacional sobre as condições destes locais e delinear ações preventivas para conservar essas áreas da alta concentração urbana, responsável pelo lançamento de rejeitos industriais e esgoto sem tratamento em nascentes e cursos de água.

Imagem do Rio Amazonas, a maior bacia hidrográfica do mundo

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