Agricultura camponesa se debate em um mar de soja

Guarantã, fundada na década de 1980 por imigrantes do sul, ainda não foi invadida pela soja, mas já o foi pela pecuária, o maior fator de desmatamento e de violência nos conflitos agrários brasileiros. Porém, a região sofre os efeitos das monoculturas, por ficar próxima a uma rota agroexportadora, a rodovia BR 163, conhecida como Cuiabá-Santarém, que liga a capital do Mato Grosso ao porto fluvial de Santarém, que é saída para o Oceano Atlântico Norte pelo Rio Amazonas.

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Cientistas discutem avanços da pesquisa no Pantanal

Entre os dias 1º e 3 de agosto, cientistas do CPP – Centro de Pesquisas do Pantanal vão se reunir em Chapada dos Guimarães (MT) para discutir os avanços das pesquisas no bioma. Trabalhos desenvolvidos pelas redes de bioprospecção, pecuária e pesca serão analisados por um comitê científico e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.  “Essa reunião de avaliação é importante para medir os avanços das pesquisas e também ampliar a troca de experiências, que é fundamental no trabalho em rede”, explica Paulo Teixeira de Sousa Júnior, pesquisador sênior do CPP.

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MT pode perder R$ 1bi

Mato Grosso está muito próximo de um ‘apagão florestal’ em decorrência da greve dos servidores da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) paralisados há cerca de 40 dias. Conforme estimativas do segmento de base florestal as conseqüências econômicas e sociais serão imediatas, já que neste ano, apenas 50% das demandas foram atendidas pelo órgão. Se a greve perdurar por mais algumas semanas é dado como certa a perda de R$ 1 bilhão, dos cerca de R$ 1,7 bilhão que a atividade movimenta anualmente no Estado.

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Círculo vicioso

Todo ano a história se repete, parece um círculo vicioso onde os fatos às vezes retrocedem ou avançam, mas tudo é sempre igual. O assunto em questão é a velha prática das queimadas, mais precisamente a queimada na área urbana. A baixa umidade do ar, que tem registrado índices de 24%, aliada à falta de responsabilidade de alguns já somaram desde o dia 15 de junho nada menos do que 137 ocorrências de incêndio na capital. Algumas vezes o número de ocorrências chega a 10 em apenas um dia. E estamos apenas no início do período de estiagem, o que nos faz crer que, pelo andar da carruagem, vamos ultrapassar logo, logo a marca de 2010 que foi de 312 focos de incêndio entre os meses de junho e outubro.

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Lei do Zoneamento de MT pode ter estimulado desmatamento, diz Ibama

O superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Mato Grosso, Ramiro Hofmeister de Almeida Martins-Costa, avaliou que existe uma “brecha” no Zoneamento Socioeconômico Ecológico (Lei 9.523/11), sancionado pelo governador Silval Barbosa (PMDB). Ele explica que um item teria provocado a escalada do desmatamento entre março e abril em Mato Grosso, quando o estado foi apontado como o líder nacional do desmatamento na Amazônia Legal.

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Exército encerra trabalho em MT

Foram mais de dois meses percorrendo matas e áreas devastadas no norte de Mato Grosso para combater crimes ambientais. O Exército Brasileiro está na região desde o dia 25 de maio, a pedido do Ministério da Justiça, para auxiliar o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no combate ao desmatamento ilegal.

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MT assinará acordo com Funai para coibir desmatamento

O governo do Estado de Mato Grosso e a Fundação Nacional do Índio (Funai) vão assinar um acordo de cooperação para evitar o desmatamento e ampliar a proteção aos índios no entorno no Parque Indígena do Xingu,que está completando meio século de criação. O diretor de Promoção para o Desenvolvimento Sustentável da Funai,Aloysio Guapindaia, disse que o órgão sabe dos problemas que existem no entorno da reserva e reconhece que são uma ameaça aos índios.

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Desmatamento na Amazônia: dinâmica, impactos e controle

O desmatamento na Amazônia procede a um alto ritmo por várias razões,muitas das quais dependem de decisões do governo. O desmatamento leva à perda de serviços ambientais, que têm um valor maior que os usos pouco sustentáveis que substituem a floresta.

Estes serviços incluem a manutenção da biodiversidade, da ciclagem de água e dos estoques de carbono que evitam o agravamento do efeito estufa. Retroalimentações entre as mudanças climáticas e a floresta, por meio de processos tais como os incêndios florestais, a mortalidade de árvores por seca e calor e a liberação de estoques de carbono no solo,representam ameaças para o clima,a floresta e a população brasileira. Eventos recentes indicam que o desmatamento pode ser controlado, tendo a vontade política, pois os processos subjacentes dependem de decisões humanas.

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Caçadores de animais silvestres são presos praticando ‘safári’ em MT

Seis homens foram presos em flagrante durante uma operação do Ibama realizada na região norte de Mato Grosso. O grupo foi preso no final da tarde desta quarta-feira (20) e multado em R$ 69 mil pelo instituto.

Espingardas usadas no safári foram apreendidas em fiscalização do Ibama

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Operação do Ibama apreende tratores e motosserra em Novo Mundo/MT

Em ação fiscalizatória da Gerência Executiva do Ibama em Sinop, agentes ambientais federais apreenderam dois tratores (sendo um de esteira) e motosserra de infratores que agiam em Novo Mundo, entre Guarantã do Norte e Alta Floresta, região norte do Mato Grosso.

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Governo quer aumentar produção de grãos em MT sem derrubar árvores

Apesar das intensas campanhas contra o desmatamento em Mato Grosso, o governador Silval Barbosa (PMDB) defendeu que o estado se mantenha no ranking de maiores produtores de grãos do país e, ainda, aumente a produtividade.

Ministra de Meio Ambiente diz não ser contrária ao desmatamento.

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Sobre os Xavante de Marãiwatsede

Por Prof. Estevão Rafael Fernandes*

É uma honra para mim dizer que conheço os Xavante de Marãiwatsede. Sua história e trajetória, ao longo das últimas décadas é uma pequena mostra de seu caráter e, mais que isso, de como um Estado passa por cima de suas leis em nome do interesse econômico de alguns, e de modelos muito suspeitos de “desenvolvimento econômico”…

Em agosto de 1966, cerca de duzentos e cinqüenta índios Xavante foram deslocados por meio de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) da região de Marãiwatsede para a Missão Salesiana na aldeia Xavante de São Marcos, 400 km ao sul. Cerca de duas semanas depois, quase cem deles morrem de sarampo. Em agosto de 2004, trinta e oito anos depois, duzentos e oitenta índios Xavante, remanescentes do grupo deslocado pela FAB, retornam à Marãiwatsede. O que se sabe sobre esse grupo específico, na etnologia sobre os Xavante, é relativamente pouco. Lopes da Silva aponta que por volta dos anos 1920, os Xavante fundam, na região da Serra do Roncador, a aldeia deIsorepré (“Pedra Vermelha”), de onde virão a partir em diferentes direções e em vários momentos, facções diversas que fundarão novas aldeias. Uma dessas aldeias é Marãiwatsede, na região do rio Suiá-Missu, cerca de 100 kmao norte.

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Mais de 600 mil em multas e prisões no Mato Grosso na Operação Guardiões do Araguaia

Equipes do Ibama em atuação na região de Confresa-MT em conjunto com o Exército e a Policia Militar Ambiental do Mato Grosso apreenderam neste domingo (10/07/2011) cinco armas e encaminharam seis pessoas à Delegacia de Polícia Civil de Confresa. A operação foi para conter a extração seletiva de árvores, visando o abastecimento de madeira para o comércio local do município de Vila Rica, que vinha sendo monitorado desde o mês anterior.

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Funai e MT vão se unir para coibir desmatamento no entorno do Parque do Xingu

Indígenas do Parque do Xingu

O governo do estado de Mato Grosso e a Fundação Nacional do Índio (Funai) vão assinar um acordo de cooperação para evitar o desmatamento e ampliar a proteção aos índios no entorno do Parque Indígena do Xingu, que está completando meio século de criação. O diretor de Promoção para o Desenvolvimento Sustentável da Funai, Aloysio Guapindaia, disse que o órgão sabe dos problemas que existem no entorno da reserva e reconhece que são uma ameaça aos índios.

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Mercado para madeira reflorestada será discutido em Rondonópolis – MT

A Exposul começa no dia 6 de agosto em Rondonópolis e, neste ano, terá como novidade a primeira edição do Seminário Oportunidades Florestais, cujo objetivo principal é discutir as possibilidades e tendências de mercado para a madeira de reflorestamento. “O consumo de madeira de florestas nativas está caindo cada vez mais e a única opção para atender essa demanda será a madeira reflorestada como o eucalipto”, explicou o engenheiro agrônomo Pedro Francio Filho, um dos palestrantes.

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