PA – Instituto Chico Mendes aprova acordos de gestão para duas reservas extrativistas

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) divulgou hoje (25) as regras de acordo de gestão para duas reserva extrativista (Resex) no Pará. Foram beneficiadas a Resex Terra Grande-Pracuúba, na Ilha de Marajó, nos municípios de Curralinho e São João da Boa Vista, e a Resex Arióca Pruanã, localizada no município de Oeiras. As portarias que aprovam os acordos foram publicadas no Diário Oficial da União.    Leia mais »

Amazônia – Aproveitamento ecológico do pau-rosa impede extinção da espécie

A Floresta Amazônica é um mundo verde, com paisagens deslumbrantes. Bichos e plantas variados. Recursos e riquezas de todo tipo. Só que nessa região exuberante, grande parte dos moradores ainda têm renda e nível de vida bem abaixo da média nacional. Em outras palavras: floresta rica e povo pobre. Como vencer essa contradição?

Para o professor Lauro Barata, um químico renomado, uma parte da saída está na produção de óleos, elaborados com plantas nativas. “Estamos em cima da maior biodiversidade do planeta e ainda pouco utilizada. Temos milhares de plantas que podem ser aproveitadas e elas podem ser fonte de renda para pequenos produtores. É um potencial fantástico que está em nossas mãos e nós estamos fazendo o que é preciso fazer para transformar essa biodiversidade em produtos.”  Leia mais »

PA – Reserva extravista tem apoio

Representantes do governo federal anunciam, nesta segunda-feira (21/01), pacote de medidas de apoio à Reserva Extrativista Verde para Sempre, localizada no município paraense de Porto de Moz (569 km da capital Belém). Dentre as ações, estão previstas atividades de melhoria nas áreas de energia elétrica, infraestrutura (habitação, abastecimento e saneamento), apoio à assistência técnica e regularização ambiental. A reserva, criada em 2004, é uma unidade de conservação federal sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Hoje cerca de 2 mil famílias vivem na região, que está inserida em área de 1,2 milhão de hectares do bioma Amazônia. Leia mais »

MT – Investimentos garantem melhorias na produção de castanha de reserva extrativista

A Associação dos Moradores Agroextrativistas da Resex Guariba Roosevelt Rio Guariba – AMORARR, no extremo noroeste de Mato Grosso, firmou este mês contrato de empréstimo de 117 mil reais com a Companhia Nacional de Abastecimento – Conab. O empréstimo foi concedido no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA e servirá para pagar a castanha do Brasil coletada pelos moradores. A Associação tem um ano para pagar o empréstimo com juros de 3%. Leia mais »

Amazônia – Fórum discute relação entre empresas e comunidades extrativistas

Os números deveriam encher os olhos de qualquer economista. O valor econômico das florestas do mundo contribui com uma cifra equivalente a US$ 4,7 trilhões, segundo os cálculos divulgados pelo gerente executivo do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Caio Magri. Ele alerta, no entanto, que a incapacidade dos governos de proteger, conservar e promover o uso sustentável dos recursos da floresta quase elimina as oportunidades de lucro. Leia mais »

MT – Extrativistas da Reserva Guariba-Roosevelt resgatam qualidade de vida

Os moradores da Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, a única de Mato Grosso, localizada entre os municípios de Aripuanã e Colniza, na região Noroeste, vivem um importante momento de retomada e fortalecimento de suas atividades econômicas e culturais. Com o apoio do projeto Pacto das Águas, desenvolvido pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Aripuanã e patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Ambiental, os extrativistas adotaram boas práticas de manejo na coleta e armazenamento da castanha-do-Brasil e na extração do látex das seringueiras. Como resultado dessas práticas, estão comercializando mais produtos, com mais qualidade e a um preço mais justo, que já reflete uma melhoria significativa na qualidade de vida dentro da reserva. Leia mais »

Governo quer usar extrativismo na Amazônia contra pobreza extrema

Com um laptop sempre à mão, o ex-seringueiro Manoel Cunha não tem dúvida sobre se é possível viver da floresta sem derrubá-la. “Dá sim, as famílias vivem bem e aprendem que não podem sair daqui”, diz, sem hesitar, o presidente do Conselho Nacional de Populações Extrativistas da Amazônia. Ele é um dos moradores da reserva do Médio Juruá, que explora sobretudo produtos não madeireiros, como a castanha do Pará, o açaí e o óleo da andiroba.

Oportunidade. Funcionários recebem fibras de juta no atracadouro da Companhia Têxtil Castanhal, em Manacapuru (AM)

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