Primeiro grupo de indígenas conclui curso criado na Universidade de Brasília e desenvolve estudos para trabalhar a sustentabilidade nas terras, nas aldeias e junto do próprio povo

Filho de cacique, Ywmonyry, da comunidade Apurinã — localizada no sul do Amazonas — nasceu para ser caçador e viver na floresta. Mas, aos 10 anos, saiu da tribo e iniciou os estudos na cidade de Boca do Acre (AM). Ganhou um novo nome, dado pelo homem branco: Francisco de Moura Cândido. Sofreu discriminação, pensou em desistir, mas continuou. Leia mais »

Clima – Brasil aparece em 58º no ranking de resiliência a mudanças globais

Um ranking elaborado pelo Instituto de Adaptação Global (Gain, na sigla em inglês) com 176 países coloca o Brasil na 58.ª posição em termos de resiliência, ou capacidade de reação, às mudanças climáticas e globais projetadas para os próximos anos. A falta de infraestrutura está entre os principais desafios para deixar o País menos vulnerável.

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Tradição preservada

Ações de governo destinadas a grupos sociais minoritários, como indígenas, quilombolas, catadoras de mangaba, quebradeiras de coco, povos de terreiro, entre outros, são bem avaliadas. Leia mais »

Educação – Inscrições para projeto sobre a Amazônia vão até 4 de janeiro

O Ministério da Educação, disposto a estimular projetos de pesquisas na Amazônia e fomentar a formação de doutores na região Norte, lançou edital para o programa Pró-Amazônia – Biodiversidade e Sustentabilidade. Leia mais »

Suiá Missú – Em carta, criança apela a Dilma para não deixar área disputada com índios. Em área de desocupação em MT, 700 estudantes podem perder ano letivo

Menino escreveu: “pede para o papai do céu não derrubar minha casa”. Moradores de povoado em Mato Grosso devem deixar a área que será ocupada pelos xavantes.

Emocionado e com lágrimas nos olhos, o pequeno João Vitor, de 8 anos, lê uma carta em que, segundo ele, é direcionada à presidente Dilma Rousseff. O pedido é para que se encontre uma saída para impedir o conflito entre moradores da comunidade Posto da Mata, em Alto Boa Vista, a 1.064 quilômetros de Cuiabá, e os agentes federais envolvidos no processo de desocupação do território reconhecido como de uso tradiconal pela comunidade xavante.

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AM – MPF recomenda construção de escola na terra indígena Apurinã, em Boca do Acre

O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) recomendou ao município de Boca do Acre (distante 1.038 quilômetros de Manaus) e ao Estado do Amazonas que elaborem, por meio de suas respectivas secretarias de Educação, um projeto de construção e manutenção de um escola de educação indígena na terra indígena Apurinã, situada no Km 124 da BR-317, em Boca do Acre. Leia mais »

Candidatos indígenas – UFSCar prorroga prazo para envio de documentos

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) prorrogou até o dia 11 de outubro o prazo de envio da documentação exigida para as inscrições de candidatos indígenas no processo seletivo 2013, em razão da greve parcial nos serviços dos Correios, que se estendeu até o final do mês de setembro. São oferecidas 58 vagas, uma adicional em cada opção de curso de graduação presencial da Instituição, distribuídas entre os campi Araras, São Carlos e Sorocaba (SP). A resolução sobre a alteração pode ser acessada neste link. Leia mais »

As Guianas e o Brasil: integração e continentalização

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Geografia(PPG-GEO) da Universidade Federal de Roraima (UFRR) está convidando professores, alunos e  a comunidade em geral para prestigiar a palestra intitulada “As Guianas e o Brasil: integração e continentalização”, que será ministrada pelo Prof. Dr. Stéphane Granger (Doutor em Geografia pela Universidade de Paris 3), que ocorrerá no dia 27 de agosto de 2012, às 09:00 horas, no Mini-Auditório do Prédio do Hydros.

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UFSCar recebe inscrição no Processo Seletivo para candidatos Indígenas

A Universidade Federal de São Carlos – UFSCar – recebe entre os dias 27 de agosto e 1º de outubro as inscrições no Processo Seletivo para Candidatos Indígenas. Será ofertado um total de 58 vagas, uma adicional em cada opção de curso de graduação presencial da Instituição, distribuídas entre os campi de Araras, São Carlos e Sorocaba. Leia mais »

Câmara dos Deputados discute Educação Ambiental

A Comissão de Educação e Cultura discute hoje a implementação das políticas públicas de educação ambiental sugeridas durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). “O progresso celebrado nos últimos anos, trouxe consigo uma dura realidade: os recursos naturais do planeta estão se esgotando. É necessário reagir e minimizar os estragos”, alerta a deputada Telma Pinheiro (PSDB-MA), que propôs a realização do debate. Leia mais »

Ministros debatem pesquisa e pós-graduação na Amazônia

Os ministros Marco Raupp (Ciência e Tecnologia) e Aloizio Mercadante (Educação) confirmaram presença no Fórum de Reitores das Universidades da Amazônia. O evento está marcado para a próxima terça-feira (28) e acontecerá no auditório do Interlegis, do Senado Federal, em Brasília. Leia mais »

A Importância do Meio Ambiente na Educação

É sabido que existe uma multiplicidade de contributos que convergem na educação das crianças, desde os que são originários dos pais até aos que são originários dos amigos, passando, com a devida acentuação, pelos que decorrem da ação direta da Escola.

Mas é evidente que os alunos são igualmente influenciados pelo meio social em que vivem, recebendo elementos que acrescem e participam do seu processo educativo, designadamente no respeitante à aquisição de valores e atitudes de comportamento.

E, sendo assim, devemos interrogar-nos sobre se a natureza do meio envolvente não constitui um fortíssimo fator de assimetrias educacionais, pois que as influências junto das crianças se orientam no sentido positivo ou negativo, consoante a perspetiva com que encaramos esse meio envolvente.

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Programa do governo resgata dignidade de povos indígenas

O programa “Chuva na Roça”, de irrigação de pequenas culturas agrícolas em comunidades indígenas, já chega a 36 diferentes localidades, de um total de 50, que o governo do estado quer atingir ainda este ano. Nesta sexta-feira (22), na comunidade de Vista Alegre, em Boa Vista, o governador em exercício, Chico Rodrigues, foi ver de perto o que os índios estão produzindo.

Em Vista Alegre, o programa “Chuva na Roça”, uma iniciativa da Secretaria do Índio, dá suporte material e técnico a seis famílias indígenas que cultivam oito hectares de mandioca, de macaxeira de feijão de corda (caupi). A meta dos produtores, para o próximo ano, é plantar entre 10 e 12 hectares, inclusive de outras culturas.

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Povo Baniwa e Coripaco comemora dez anos de escola própria

Pioneira no ensino escolar indígena diferenciado, a Escola Indígena Baniwa e Coripaco tem muito a festejar.  Fundada no ano 2000, tornou-se referência quando o assunto é educação diferenciada.  Localizada no Rio Içana, noroeste amazônico, a escola completou dez anos e as comemorações vão acontecer entre 25 e 27 de maio próximos.  Quem conta essa história e convida todos a participar da festa é André Baniwa, um dos principais idealizadores e coordenador de implantação do projeto que resultou na escola.  Liderança da etnia Baniwa é atualmente vice–prefeito do município de São Gabriel da Cachoeira.

Alunos da EIBC Pamaáli

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Faculdade brasileira só para indígenas.

Marcondes Nambla, 30 anos, morava até o ano passado em Curitiba (PR), para onde havia partido para estudar Ciências Sociais dois anos antes. Como muitos estudantes pelo País, deixou a sua família e amigos para mudar de cidade e conseguir uma melhor qualificação profissional.

Nambla poderia ser um típico universitário, mas ele é um cacique. Do povo Xokléng, de Santa Catarina, o índio conta que deixar a aldeia não foi fácil. “De repente você está em uma capital e não conhece ninguém, não tem amigo nenhum, é todo mundo competindo. Acaba se sentindo muito sozinho”, recorda.

Porém, desde 2011, Nambla vive uma realidade bem diferente. Ele faz parte da primeira turma de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), cujas aulas começaram em fevereiro. “Aqui é muito diferente, ficamos próximos. Só da minha terra indígena vieram 40 pessoas”, afirma o professor que ensiou o idioma xokléng para a sua tribo de 2000 a 2008. “A nossa língua estava se perdendo, na década de 90 apenas 30% do grupo Xokléng era bilíngue”, lamenta. Agora, frequentando o curso da UFSC, Nambla vai ter muito mais subsídios para ensinar a sua aldeia sobre a língua e a cultura indígena.

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