Sem fiscalização, meio ambiente é destruído no Vale do Guaporé; pescadores profissionais arrastam milhares de peixes e animais são mortos

Tartarugas morrem em armadilhas e redes para peixes

Moradores do distrito de Porto Rolim de Moura do Guaporé, localizado a 700 quilômetros de Porto Velho, às margens do Rio Guaporé, estão preocupados e chamando a atenção do governador Confúcio Moura (PMDB) para a depredação do meio ambiente, matança indiscriminada de animais protegidos por Lei Federal e a pesca predatória. Dos cerca de 1 mil habitantes, 80% vivem do turismo ecológico e da pesca esportiva. A entidade Ecologia dos Rios Mequéns e Guaporé (Ecomeg), criada há 8 anos, denuncia o sucateamento do batalhão da Polícia Ambiental e ação de pescadores profissionais que estão acabando com espécies nobres (pintados e tambaquis), comercializados em Pimenteiras, não deixando um centavo para a comunidade, espantando os turistas e promovendo matança indiscriminada de tartarugas com armadilhas e redes.

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Orquídeas nativas são apreendidas pelo Ibama em Mato Grosso do Sul

Agentes ambientais do Ibama apreenderam 13 espécimes de orquídeas e uma bromélia que estavam sendo enviadas ilegalmente numa caixa através dos Correios, de Caracol no Mato Grosso do Sul, para Alfenas em Minas Gerais.

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Conservação da Amazônia é discutida em Rondônia

Porto Velho sediará nos dias 11 e 12 de julho do corrente ano um seminário sobre perspectivas florestais para conservação da Amazônia. Esta é uma iniciativa da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e do Centro de Estudos Rioterra, realizada pelo projeto Semeando Sustentabilidade patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Ambiental. Leia mais »

Planta encontrada na Amazônia é foco de pesquisas contra o câncer

Um medicamento natural que atua no combate e prevenção do câncer. Este é o foco da pesquisa desenvolvida pela Coordenação de Pesquisas e Produtos Naturais (CPPN) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Esperança de milhares de enfermos desacreditados pela medicina tradicional, o remédio é produzido com extratos de uma planta facilmente encontrada na floresta amazônica.

Caule do gengibre amargo e medicamento desenvolvido pelo Inpa

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Criação de abelhas ajuda a perpetuar biodiversidade amazônica

Manejar e conservar a fauna de abelhas é essencial para a manutenção da diversidade de plantas na região amazônica. A afirmação é de especialistas da meliponicultura – criação de abelhas sem ferrão e que visa a reprodução dos insetos.

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Perda da biodiversidade pode estar superestimada, diz estudo

Apenas 20% das florestas ainda se encontram em estado selvagem e quase 40% das terras livres não congeladas do planeta são usadas na agricultura.Acredita-se que três quartos de todas as espécies vivam em florestas tropicais, como a amazônica, que desaparecem a uma taxa de 0,5% ao ano.

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País descumpre meta nacional de proteção a biodiversidade marinha

Estima-se que menos de 10% das espécies marinhas brasileiras sejam conhecidas. E apenas 1,5% dos ecossistemas costeiros e marítimos do País está protegido por lei

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