Nota pública das organizações da sociedade civil em apoio à desintrusão da Terra Indígena Awá-Guajá

A Fundação Nacional do Índio – FUNAI – está divulgando, em www.funai.gov.br , nota de organizações da sociedade civil em apoio à desintrusão da Terra Indígena Awá – Guajá. Leia mais »

Brasil: Dan 40 días a invasores de tierras awá para retirarse pacíficamente

La Fundación Nacional del Indio (Funai) anunció el viernes 3 de enero que concede un plazo de 40 días a los agricultores y taladores que invaden territorios de los indígenas awá, en el Estado de Maranhao, para retirarse. Advirtió que pasado ese tiempo procederá a desalojarlos por la fuerza. Leia mais »

Justiça tem pressa para iniciar desintrusão de terra indígena no Maranhão

O juiz federal José Carlos do Vale Madeira, responsável pela sentença de desintrusão da Terra Indígena Awá-Guajá, no Maranhão, disse hoje (7) que tem pressa que os oficiais de Justiça comecem a notificar os não índios para que desocupem a área. O juiz coordenou uma reunião centre eles e órgãos do governo que participam do processo. Depois de receberem o documento, os posseiros e agricultores têm 40 dias para retirar seus bens e desocupar a região.  Leia mais »

Finalmente! Brasil inicia operação para salvar a tribo mais ameaçada do mundo

Após meses de campanha da Survival International, o governo brasileiro lançou uma grande operação terrestre para retirar invasores da terra dos Awá, a tribo mais ameaçada do mundo.

Soldados, trabalhadores de campo da FUNAI (Fundação Nacional do Índio), agentes do Ministério do Meio Ambiente e policiais estão sendo enviados para notificar e remover os madeireiros, fazendeiros e colonos ilegais – muitos deles fortemente armados – do território indígena Awá no nordeste da Amazônia brasileira. Leia mais »

Governo cumpre decisão judicial e inicia processo de desintrusão da Terra Indígena Awá-Guajá

O governo federal cumpre a decisão da Justiça Federal do Maranhão e inicia o processo de desintrusão da Terra Indígena Awá-Guajá, localizada entre os municípios de Centro Novo do Maranhão, Governador Newton Bello, São João do Caru e Zé Doca, na região Noroeste do Estado. A partir desta sexta-feira (3/1), o Exército começa a montagem da base principal, em São João do Caru, que dará apoio logístico para o processo de desintrusão, ou seja, a retirada de não índios da área. Dessa maneira, o Estado brasileiro assegura a posse definitiva para o povo Awá-Guajá, muitos deles isolados e de recente contato.

FONTE: www.funai.gov.br
FONTE: www.funai.gov.br

 

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Tragédia Anunciada: Quase sete mil maranhenses serão brutalmente retirados de seus lares.

O Presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o advogado geral da União, Luis Inácio Adams, e o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, estiveram reunidos nesta terça-feira (10) com uma comissão de deputados engajados no tema demarcações indígenas e suas irregularidades que tem acontecido em todo o país.  Leia mais »

Expulsão de madeireiros das terras dos índios Awá pode levar a conflito armado

Operação de retirada de invasores das terras Awá, uma das etnias mais ameaçadas do mundo, deve acontecer em dezembro.  No interior do Maranhão, funcionários da Funai recebem constantes ameaças de morte. Leia mais »

Maranhão: o ataque a Rebio Gurupi e às terras dos Awá Guajá

A Reserva Biológica (Rebio) Gurupi, que abrange os municípios Bom jardim, Centro Novo do Maranhão e São João do Carú, faz parte do último remanescente de Amazônia no Maranhão. O lógico, portanto, seria zelar por ela, mas é o oposto ao que acontece. Apesar da categoria reserva biológica ser uma Unidade de Conservação de proteção integral e de permitir a presença humana apenas para fins científicos, a Rebio Gurupi vem sendo destruída desde que foi criada, em 1988. Dentro de seus limites, vivem de pequenos agricultores a grileiros, grandes fazendas para criação de gado, retirada ilegal de madeira, trabalho escravo e plantação de maconha. Tudo isso, com agravantes que vão desde propostas de acabar com a reserva a graves conflitos fundiários. Por decisão judicial, ocorre também a devolução recorrente a infratores pegos em flagrante cometendo crimes ambientais de bens confiscados pela fiscalização. Leia mais »

Governo federal planeja “desintrusão” da Terra Indígena Awá, no Maranhão

Os Awá-Guajá são um povo de  língua tupi-guarani presente em três terras indígenas no estado do Maranhão –  TI Caru, TI Awá e TI Alto Turiaçu -, com uma população considerada de recente  contato de mais de 400 pessoas, além de  outros  grupos que vivem isolados. Leia mais »

A eterna resistência dos Awá-Guajá

Durante o fim de semana, o jornal O Globo publicou uma série de reportagens sobre o povo Awá-Guajá, um grupo de pouco mais de 400 indígenas de recente contato, que povoa o que resta de mata nativa no estado do Maranhão. A história de resistência contra o desmatamento e o extermínio da população conhecida como a “mais ameaçada do planeta” foi documentada pela repórter Míriam Leitão e pelas lentes do renomado fotógrafo Sebastião Salgado, durante expedição pela Aldeia Juriti. Recentemente, na semana em que se comemora o Dia do Índio, o Greenpeace também esteve na Terra Indígena Caru, relatando o cotidiano de luta dos Awá pela sobrevivência de seu povo e da floresta que eles habitam e protegem. Leia mais »

Un bloqueo de la tribu más amenazada de la Tierra paraliza una vía de ferrocarril

Survival 05 de octubre, 2012.- Una protesta por parte de la tribu más amenazada de la Tierra, los awás, ha obligado a la mina de mineral de hierro más grande del mundo a suspender sus operaciones a lo largo de su principal vía ferroviaria.Este pasado martes cientos de indígenas, entre ellos los awás, llegaron hasta las vías de tren de la mina de Carajás, propiedad de Vale, para expresar su oposición a un plan del Gobierno de Brasil que, de ser aprobado, debilitaría sus derechos territoriales. Leia mais »