Vegetação rara da Amazônia é destruída no Pará

A exploração de areia está destruindo parte da vegetação de Campina e Campinarana, tipos raros com ocorrência no município de Acará. A constatação foi feita por Expedição do Museu Paraense Emilio Goeldi. De acordo com a assessoria do Museu , recentemente uma expedição coordenada pelo ecólogo Leandro V. Ferreira, constatou a destruição de parte da vegetação desses locais, localizados na Alça Viária no município de Acará.

Vegetação de Campina no Pará

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Amazônia mais seca

Em 2005, a Floresta Amazônica passou por uma seca tão severa que foi classificada como um fenômeno raro, dos que costumam ocorrer uma vez a cada cem anos. Entretanto, apenas cinco anos depois a região teve uma seca ainda mais forte.
Segundo estudo feito por cientistas do Brasil e do Reino Unido, publicado nesta sexta-feira (4/2) na revista Science, em 2010 a maior floresta tropical do mundo teve ainda menos chuvas do que em 2005. Como secas severas são danosas à vegetação, menos carbono foi capturado no ano passado.
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Os caminhos do Rio Negro

Entre os dias 16 de dezembro de 2009 e 20 de janeiro de 2010 o Coronel Hiram Reis e Silva, atualmente professor de Matemática no Colégio Militar de Porto Alegre, palestrante em assuntos relativos a Amazônia Brasileira, percorreu em seu caiaque o Rio Negro, reconhecendo seus principais afluentes, observando a fauna, flora, hidrografia, relevo, e entrevistando autoridades locais e representantes dos povos da floresta.

Cel Hiram em seu caiaque

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Amazônia teve 135 km² de desmatamento nos meses de novembro e dezembro, diz INPE

Dados do desmatamento dos meses de novembro e dezembro do ano passado, divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), revelam que a Amazônia perdeu 135 km² no último bimestre.

Mato Grosso foi o Estado que mais desmatou (49,9 km2), seguido pelo Pará (42,7 km2).  O Amazonas, em terceiro lugar, perdeu 14,1 km2 de floresta e o Maranhão 10,6 km2.  Rondônia e Acre desmataram 7,5km2 e 6,2km2, respectivamente.

Estados Km²
Acre 6,2
Amazonas 14,1
Maranhão 10,6
Mato Grosso 49,9
Pará 42,7
Rondônia 7,5
Roraima 1,5
Tocantins 2,4
Total 134,9

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Criar alternativas ao desmatamento está entre desafios para Amazônia em 2011

Construção de Belo Monte, no PA, deve ser prioridade do governo. Debate sobre o Código Florestal também está na pauta de 2011. Investir em alternativas ao desmatamento será um dos principais desafios para gestores da Amazônia a partir de 2011. O governo brasileiro anunciou no início de dezembro a segunda queda recorde anual consecutiva na devastação da Amazônia, que apresentou em 2010, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), seu menor índice desde 1988. A área devastada foi de 6.451 km², pouco maior que o tamanho do Distrito Federal, em Brasília.Uma semana depois, o presidente Luis Inácio Lula da Silva comemorou os dados em seu programa “Café com o presidente” e afirmou que o Brasil iria antecipar a promessa feita durante a 15ª Conferência do Clima das Nações Unidas, que ocorreu em Copenhague, na Dinarmarca, no fim de 2009. Na ocasião, o país se comprometeu em reduzir emissões de gases de efeito estufa em 39% e diminuir o desmatamento da Amazônia em 80% até 2020. Apesar de a queda do desmatamento nos municípios com maiores índices de devastação da floresta amazônica ter sido mais acentuada do que a média geral em 2010, segundo dados preliminares do Ministério do Meio Ambiente (MMA), ainda restam dúvidas sobre a maneira pela qual as economias locais poderão substituir, em 2011, a renda proveniente da atividade madeireira.

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Brasil: Envi­­an 400 agentes ambientales a la Amazoni­­a para frenar deforestación

El gobierno brasilero dispuso que mil 400 agentes ambientales sean movilizados desde diferentes puntos del país hacia la Amazonía para apoyar el combate a la deforestación con la expectativa de reducir la destrucción del bosque húmedo al nivel más bajo en 20 años.

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