Consumo de oxi por índios leva deputado de Rondônia a solicitar audiência na Comissão da Amazônia

O consumo de oxi – droga que se alastra no norte do país e é considerada pior do que o crack – por índios da Amazônia que habitam aldeias localizadas na fronteira do Peru, Bolívia e Colômbia levou o deputado federal Padre Ton (PT-RO) a requerer audiência na Comissão da Amazônia para ouvir autoridades do governo federal sobre o assunto.

Pedra de oxi

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Amazônia Peruana – Preço do ouro impulsiona desmatamento

A elevação nos preços internacionais do ouro é uma má notícia para a floresta de Madre de Dios, no Peru. Um estudo publicado na edição desta terça-feira, 19, no jornal PLoS One, demonstra a relação entre o aumento do preço do metal nobre e o avanço do desmatamento provocado pelo garimpo nesta região. Para elaborar o artigo, a equipe liderada pela professora assistente de Análise Geospacial, Jennifer Swenson, da Escola Nicholas de Meio Ambiente da Universidade Duke analisou imagens de satélite e informações sobre a cotação do ouro e importações peruanas de mercúrio entre 2003 e 2009.

Área de mineração Guacamayo - Peru

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Áreas protegidas da Amazônia têm falhas na gestão e pressão por desmatamento, diz estudo

Apesar de ocuparem 43,9% do território da Amazônia, as áreas protegidas do bioma não estão livres de ameaças à proteção da floresta, da fauna e de comunidades tradicionais. Estudo do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e do Instituto Socioambiental (ISA) mostra que, apesar de avanços nos últimos anos, as Unidades de Conservação (UCs) e Terras Indígenas (TIs) da região têm falhas na gestão e estão sujeitas às pressões do desmatamento, exploração madeireira e mineração.

De acordo com o relatório, “a criação e a manutenção de áreas protegidas é uma das estratégias mais eficazes para a conservação dos recursos naturais na Amazônia”, mas a preservação depende de gestão eficiente, ampliação das fontes de financiamento e controle das atividades ilegais.

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Nasa mostra extensão da seca na Amazônia em 2010

Por meio de uma imagem de satélite, a Agência Espacial Americana, Nasa (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration) mostrou o efeito devastador da seca recorde que atingiu, no ano passado, o bioma Amazônia.

Seca da Amazôniaem 2010 detectada pelo Google Earth. Imagem cortesia da NASA.

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¡Los pueblos indígenas aislados de la Amazonía deben vivir!

O artigo é de autoria de Pablo Cingolani e foi publicado em diversos sites e blogs, em vários idiomas.

Sydney Possuelo, el defensor de los derechos de los pueblos indígenas más reconocido del presente, ha lanzado una “carta abierta” –fechada en Brasilia, el pasado 15 de diciembre- y que está recorriendo el mundo entero, pidiendo con vehemencia que se proteja la vida de los últimos pueblos indígenas aislados de la selva amazónica.

La carta, cuyo original fue escrito en español, ya ha sido traducida al inglés, francés, portugués, italiano, catalán, e incluso al sueco.

Se espera reunir miles y miles de firmas que permitan apoyar este llamamiento urgente por el destino y los derechos humanos de los aislados que viven al interior de la Amazonía continental sudamericana, y cuya supervivencia está más amenazada que nunca por el avance de las actividades extractivas como la minería, la exploración petrolera y los agro negocios, las grandes obras de infraestructura y las políticas de desarrollo que las impulsan.

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Floresta amazônica perdeu 19 km² no primeiro bimestre de 2011, diz Inpe

Área equivale a 12 vezes o tamanho do Parque Ibirapuera, em SP. Nuvens cobriram 85% da região em janeiro e 93% em fevereiro.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou nesta quarta-feira (6) que detectou 19,2 km² de desmatamento na Amazônia Legal em janeiro e fevereiro de 2011. A área equivale a cerca de 12 vezes o tamanho do Parque Ibirapuera, em São Paulo, ou a área quase equivalente à da Ilha de Fernando de Noronha, em Pernambuco.

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Nasa dimensiona danos da seca na Amazônia em 2,4 mi de km2

Os satélites da Nasa (agência espacial americana) forneceram material para uma análise dos estragos provocados pela pior seca a atingir a Amazônia em 2010.

 Pela tomada área, estima-se que foram 2,5 milhões de quilômetros quadrados afetados –pouco menos da metade do ecossistema amazônico.

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CNI defende hidrovias na Amazônia

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acaba de divulgar o estudo “Norte Competitivo”. O documento aponta uma série de obras de infraestrutura prioritárias para viabilizar o desenvolvimento da Região Amazônica, além de reduzir o chamado “custo Brasil” – os gargalos logísticos que comprometem a competitividade das atividades produtivas no País, em especial, a ênfase histórica no transporte rodoviário. De acordo com o relatório, é preciso priorizar o transporte hidroviário, principalmente, nos rios Tapajós, Paraguai, Madeira e Tocantins (Amazonia.org.br, 18/03/2011).

O documento aponta, ao todo, 151 projetos de infraestrutura de transportes para a Região Amazônica, sendo 39 dos quais relativos à integração com os países vizinhos. A realização destes projetos demandaria recursos da ordem de R$ 52 bilhões, dos quais cerca de 80% seriam de responsabilidade do Governo Federal.

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Amazônia terá menos chuva e ficará mais seca no século 21, diz relatório do INCT

Diminuição de chuvas na Amazônia e no Nordeste do Brasil é um dos cenários projetados pelo relatório de atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC), realizadas entre 2009 e 2010.

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UFRR seleciona artigos para publicação de obras sobre a Amazônia

A Universidade Federal de Roraima (UFRR) está com inscrições abertas para seleção de 40 artigos científicos que irão compor uma coletânea de quatro livros a ser publicada pela editora da instituição. As inscrições devem ser feitas até o dia 8 de abril, das 9h às 11h30 e das 14h30 às 17h30, na editora da UFRR, anexa ao bloco IV do Campus Paricarana, ou pelos Correios. Os temas nos quais os artigos devem estar inseridos são: “Governabilidade e Fronteira: os desafios amazônicos”; “Amazônia: Terra e Água – degradação e desenvolvimento sustentável”; “Arte e Cultura na Amazônia: os novos caminhos”; e “Universidade, Ciência e Tecnologia na Amazônia – os desafios da produção intelectual”.

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Tribo de índios isolados da Amazônia: filmagem do primeiro contato

Pela primeira vez, extraordinária filmagem aérea de uma das últimas tribos indígenas isoladas do mundo é liberada.

A narração é em inglês, mas há uma participação em português do ambientalista brasileiro José Meireles.

 

Uncontacted Amazon Tribe: First ever aerial footage from Survival International on Vimeo.

Fonte: Uncontactedtribes.org

NOTA DA ECOAMAZÔNIA – Alguns internautas nos questionaram sobre a qualidade de reprodução do vídeo. Informamos que o mesmo vídeo, atualmente, está disponível no seguinte endereço:  

http://www.youtube.com/watch?v=sLErPqqCC54   

 

Sentencia a la Chevron-Texaco, un triunfo de la Humanidad

“La sentencia más esperada de los últimos 17 años acaba de hacerse pública”. Con esas palabras se difundió la noticia. Nicolás Zambrano, juez de la Corte de Nueva Loja, reconoció que la compañía norteamericana Chevron-Texaco es culpable de la destrucción ambiental y social que provocó en la Amazonía ecuatoriana, durante sus 26 años de operación.  El dañó que ocasionó la compañía Chevron-Texaco supera largamente la destrucción que ocasionó la BP en el Golfo de México. El Juez dictaminó que la Chevron-Texaco debe pagar al menos 8 mil millones de dólares por los daños causados. En la sentencia se dictamina también que la transnacional norteamericana debe pedir disculpas públicas en Ecuador y los EEUU a las víctimas por el crimen cometido. Si no lo hace en 15 días, el monto económico a pagar se duplicaría a más de 16 mil millones de dólares. Esta es, a no dudarlo, otra señal poderosa de la sentencia… el dinero no es todo !!!

La historia de este caso es larga…

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Haitianos vivem rotina de fome, falta de espaço e desilusão na Amazônia

O fluxo de imigrantes mudou a rotina de Tabatinga (AM), localizada na fronteira do Brasil com o Peru e a Colômbia. Vários grupos de até dez haitianos passam a manhã caminhando pelas ruas da região central se oferecendo para fazer bicos em troca de alguns trocados ou até de um prato de comida. Poucos têm sucesso.

Edeline desabafa “aqui é pior que o Haiti”; sonho de haitianos é viajar para Manaus

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Vegetação rara da Amazônia é destruída no Pará

A exploração de areia está destruindo parte da vegetação de Campina e Campinarana, tipos raros com ocorrência no município de Acará. A constatação foi feita por Expedição do Museu Paraense Emilio Goeldi. De acordo com a assessoria do Museu , recentemente uma expedição coordenada pelo ecólogo Leandro V. Ferreira, constatou a destruição de parte da vegetação desses locais, localizados na Alça Viária no município de Acará.

Vegetação de Campina no Pará

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Amazônia mais seca

Em 2005, a Floresta Amazônica passou por uma seca tão severa que foi classificada como um fenômeno raro, dos que costumam ocorrer uma vez a cada cem anos. Entretanto, apenas cinco anos depois a região teve uma seca ainda mais forte.
Segundo estudo feito por cientistas do Brasil e do Reino Unido, publicado nesta sexta-feira (4/2) na revista Science, em 2010 a maior floresta tropical do mundo teve ainda menos chuvas do que em 2005. Como secas severas são danosas à vegetação, menos carbono foi capturado no ano passado.
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