CNI defende hidrovias na Amazônia

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acaba de divulgar o estudo “Norte Competitivo”. O documento aponta uma série de obras de infraestrutura prioritárias para viabilizar o desenvolvimento da Região Amazônica, além de reduzir o chamado “custo Brasil” – os gargalos logísticos que comprometem a competitividade das atividades produtivas no País, em especial, a ênfase histórica no transporte rodoviário. De acordo com o relatório, é preciso priorizar o transporte hidroviário, principalmente, nos rios Tapajós, Paraguai, Madeira e Tocantins (Amazonia.org.br, 18/03/2011).

O documento aponta, ao todo, 151 projetos de infraestrutura de transportes para a Região Amazônica, sendo 39 dos quais relativos à integração com os países vizinhos. A realização destes projetos demandaria recursos da ordem de R$ 52 bilhões, dos quais cerca de 80% seriam de responsabilidade do Governo Federal.

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Amazônia terá menos chuva e ficará mais seca no século 21, diz relatório do INCT

Diminuição de chuvas na Amazônia e no Nordeste do Brasil é um dos cenários projetados pelo relatório de atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC), realizadas entre 2009 e 2010.

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UFRR seleciona artigos para publicação de obras sobre a Amazônia

A Universidade Federal de Roraima (UFRR) está com inscrições abertas para seleção de 40 artigos científicos que irão compor uma coletânea de quatro livros a ser publicada pela editora da instituição. As inscrições devem ser feitas até o dia 8 de abril, das 9h às 11h30 e das 14h30 às 17h30, na editora da UFRR, anexa ao bloco IV do Campus Paricarana, ou pelos Correios. Os temas nos quais os artigos devem estar inseridos são: “Governabilidade e Fronteira: os desafios amazônicos”; “Amazônia: Terra e Água – degradação e desenvolvimento sustentável”; “Arte e Cultura na Amazônia: os novos caminhos”; e “Universidade, Ciência e Tecnologia na Amazônia – os desafios da produção intelectual”.

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Tribo de índios isolados da Amazônia: filmagem do primeiro contato

Pela primeira vez, extraordinária filmagem aérea de uma das últimas tribos indígenas isoladas do mundo é liberada.

A narração é em inglês, mas há uma participação em português do ambientalista brasileiro José Meireles.

 

Uncontacted Amazon Tribe: First ever aerial footage from Survival International on Vimeo.

Fonte: Uncontactedtribes.org

NOTA DA ECOAMAZÔNIA – Alguns internautas nos questionaram sobre a qualidade de reprodução do vídeo. Informamos que o mesmo vídeo, atualmente, está disponível no seguinte endereço:  

http://www.youtube.com/watch?v=sLErPqqCC54   

 

Sentencia a la Chevron-Texaco, un triunfo de la Humanidad

“La sentencia más esperada de los últimos 17 años acaba de hacerse pública”. Con esas palabras se difundió la noticia. Nicolás Zambrano, juez de la Corte de Nueva Loja, reconoció que la compañía norteamericana Chevron-Texaco es culpable de la destrucción ambiental y social que provocó en la Amazonía ecuatoriana, durante sus 26 años de operación.  El dañó que ocasionó la compañía Chevron-Texaco supera largamente la destrucción que ocasionó la BP en el Golfo de México. El Juez dictaminó que la Chevron-Texaco debe pagar al menos 8 mil millones de dólares por los daños causados. En la sentencia se dictamina también que la transnacional norteamericana debe pedir disculpas públicas en Ecuador y los EEUU a las víctimas por el crimen cometido. Si no lo hace en 15 días, el monto económico a pagar se duplicaría a más de 16 mil millones de dólares. Esta es, a no dudarlo, otra señal poderosa de la sentencia… el dinero no es todo !!!

La historia de este caso es larga…

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Haitianos vivem rotina de fome, falta de espaço e desilusão na Amazônia

O fluxo de imigrantes mudou a rotina de Tabatinga (AM), localizada na fronteira do Brasil com o Peru e a Colômbia. Vários grupos de até dez haitianos passam a manhã caminhando pelas ruas da região central se oferecendo para fazer bicos em troca de alguns trocados ou até de um prato de comida. Poucos têm sucesso.

Edeline desabafa “aqui é pior que o Haiti”; sonho de haitianos é viajar para Manaus

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Vegetação rara da Amazônia é destruída no Pará

A exploração de areia está destruindo parte da vegetação de Campina e Campinarana, tipos raros com ocorrência no município de Acará. A constatação foi feita por Expedição do Museu Paraense Emilio Goeldi. De acordo com a assessoria do Museu , recentemente uma expedição coordenada pelo ecólogo Leandro V. Ferreira, constatou a destruição de parte da vegetação desses locais, localizados na Alça Viária no município de Acará.

Vegetação de Campina no Pará

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Amazônia mais seca

Em 2005, a Floresta Amazônica passou por uma seca tão severa que foi classificada como um fenômeno raro, dos que costumam ocorrer uma vez a cada cem anos. Entretanto, apenas cinco anos depois a região teve uma seca ainda mais forte.
Segundo estudo feito por cientistas do Brasil e do Reino Unido, publicado nesta sexta-feira (4/2) na revista Science, em 2010 a maior floresta tropical do mundo teve ainda menos chuvas do que em 2005. Como secas severas são danosas à vegetação, menos carbono foi capturado no ano passado.
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Os caminhos do Rio Negro

Entre os dias 16 de dezembro de 2009 e 20 de janeiro de 2010 o Coronel Hiram Reis e Silva, atualmente professor de Matemática no Colégio Militar de Porto Alegre, palestrante em assuntos relativos a Amazônia Brasileira, percorreu em seu caiaque o Rio Negro, reconhecendo seus principais afluentes, observando a fauna, flora, hidrografia, relevo, e entrevistando autoridades locais e representantes dos povos da floresta.

Cel Hiram em seu caiaque

Disponibilizamos o projeto de sua viagem e os relatos de sua empreitada.

Projeto Desafiando o Rio-Mar

A Rota do Rio Negro

Amazônia teve 135 km² de desmatamento nos meses de novembro e dezembro, diz INPE

Dados do desmatamento dos meses de novembro e dezembro do ano passado, divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), revelam que a Amazônia perdeu 135 km² no último bimestre.

Mato Grosso foi o Estado que mais desmatou (49,9 km2), seguido pelo Pará (42,7 km2).  O Amazonas, em terceiro lugar, perdeu 14,1 km2 de floresta e o Maranhão 10,6 km2.  Rondônia e Acre desmataram 7,5km2 e 6,2km2, respectivamente.

Estados Km²
Acre 6,2
Amazonas 14,1
Maranhão 10,6
Mato Grosso 49,9
Pará 42,7
Rondônia 7,5
Roraima 1,5
Tocantins 2,4
Total 134,9

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Criar alternativas ao desmatamento está entre desafios para Amazônia em 2011

Construção de Belo Monte, no PA, deve ser prioridade do governo. Debate sobre o Código Florestal também está na pauta de 2011. Investir em alternativas ao desmatamento será um dos principais desafios para gestores da Amazônia a partir de 2011. O governo brasileiro anunciou no início de dezembro a segunda queda recorde anual consecutiva na devastação da Amazônia, que apresentou em 2010, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), seu menor índice desde 1988. A área devastada foi de 6.451 km², pouco maior que o tamanho do Distrito Federal, em Brasília.Uma semana depois, o presidente Luis Inácio Lula da Silva comemorou os dados em seu programa “Café com o presidente” e afirmou que o Brasil iria antecipar a promessa feita durante a 15ª Conferência do Clima das Nações Unidas, que ocorreu em Copenhague, na Dinarmarca, no fim de 2009. Na ocasião, o país se comprometeu em reduzir emissões de gases de efeito estufa em 39% e diminuir o desmatamento da Amazônia em 80% até 2020. Apesar de a queda do desmatamento nos municípios com maiores índices de devastação da floresta amazônica ter sido mais acentuada do que a média geral em 2010, segundo dados preliminares do Ministério do Meio Ambiente (MMA), ainda restam dúvidas sobre a maneira pela qual as economias locais poderão substituir, em 2011, a renda proveniente da atividade madeireira.

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Brasil: Envi­­an 400 agentes ambientales a la Amazoni­­a para frenar deforestación

El gobierno brasilero dispuso que mil 400 agentes ambientales sean movilizados desde diferentes puntos del país hacia la Amazonía para apoyar el combate a la deforestación con la expectativa de reducir la destrucción del bosque húmedo al nivel más bajo en 20 años.

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