Ministro da Justiça recebe últimos povos da Amazônia a entrar em “contato efetivo”

Indígenas da etnia Zo’é, que estão em Brasília tratando da relação política de seu povo com o Estado brasileiro, foram recebidos pelo Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, na manhã de hoje (15). O grupo do Pará, que até o momento manteve o isolamento, solicitou apoio e compra de equipamentos para atividades de pesca do surubim, apreciado na culinária Zo’é. A perspectiva dos indígenas é de que, assim, possam auxiliar a Funai na fiscalização da Terra Indígena Zo’é, no município de Óbidos/PA. O desafio para os Zo’é é garantir que a Funai seja informada por eles sempre que constatarem a presença ilegal de garimpeiros, missionários ou outras pessoas que possam colocar em risco a política oficial para povos de recente contato.

Ministro José Eduardo Cardoso com indígenas da etnia Zo'é

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Haitianos vivem rotina de fome, falta de espaço e desilusão na Amazônia

O fluxo de imigrantes mudou a rotina de Tabatinga (AM), localizada na fronteira do Brasil com o Peru e a Colômbia. Vários grupos de até dez haitianos passam a manhã caminhando pelas ruas da região central se oferecendo para fazer bicos em troca de alguns trocados ou até de um prato de comida. Poucos têm sucesso.

Edeline desabafa “aqui é pior que o Haiti”; sonho de haitianos é viajar para Manaus

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Aldeias do Vale do Javari (AM) concluem instalação de projetos de desenvolvimento sustentável

A Coordenação Regional (CR) do Vale do Juruá, no Amazonas, finalizou esta semana um plano anual de trabalho, a fim de dar continuidade aos projetos de desenvolvimento sustentável no Vale do Javari, região pela qual é responsável.  Neste sábado, 12 de fevereiro, uma equipe local, com 5 funcionários, percorreu o rio Ituí para concluir as obras de infraestrutura, interrompidas em 2010.  A equipe também pretende começar um novo diálogo com os indígenas para projetos futuros.

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Falso plano de manejo permite venda de 6,5 mil m³ de madeira no Pará

Fiscais do IBAMA flagraram falso plano de manejo florestal usado por uma fazenda no município de Santana do Araguaia, no Pará, para movimentar 6,5 mil metros cúbicos de madeira nativa amazônica como se o produto tivesse origem legal, informou o órgão nesta segunda-feira (7).

A quantidade de madeira seria suficiente para encher cerca de 250 carretas de caminhões. O produto foi registrado no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora), que controla a compra e venda de madeira no Pará.

Área que deveria ter floresta regenerada ainda recebe criação de gado no PA.

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Repercussão internacional de protestos contra Belo Monte em Brasília

Indígenas rechazan construcción de represa en el Amazonas  

Indígenas rechazan construcción de represa en el Amazonas

Vegetação rara da Amazônia é destruída no Pará

A exploração de areia está destruindo parte da vegetação de Campina e Campinarana, tipos raros com ocorrência no município de Acará. A constatação foi feita por Expedição do Museu Paraense Emilio Goeldi. De acordo com a assessoria do Museu , recentemente uma expedição coordenada pelo ecólogo Leandro V. Ferreira, constatou a destruição de parte da vegetação desses locais, localizados na Alça Viária no município de Acará.

Vegetação de Campina no Pará

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Peru ensaia acordo de ação conjunta com FUNAI para proteção de índios isolados na fronteira

O governo do Peru pretende iniciar contatos com a Fundação Nacional do Índio (Funai) para analisar a possibilidade de atuação conjunta no trabalho de proteção aos índios isolados que vivem na região fronteiriça entre os dois países, na floresta amazônica. O anúncio foi feito por meio de uma nota distribuída pelo Ministério das Relações Exteriores do Peru, por meio de sua embaixada em Londres.

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Amazônia mais seca

Em 2005, a Floresta Amazônica passou por uma seca tão severa que foi classificada como um fenômeno raro, dos que costumam ocorrer uma vez a cada cem anos. Entretanto, apenas cinco anos depois a região teve uma seca ainda mais forte.
Segundo estudo feito por cientistas do Brasil e do Reino Unido, publicado nesta sexta-feira (4/2) na revista Science, em 2010 a maior floresta tropical do mundo teve ainda menos chuvas do que em 2005. Como secas severas são danosas à vegetação, menos carbono foi capturado no ano passado.
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Os caminhos do Rio Negro

Entre os dias 16 de dezembro de 2009 e 20 de janeiro de 2010 o Coronel Hiram Reis e Silva, atualmente professor de Matemática no Colégio Militar de Porto Alegre, palestrante em assuntos relativos a Amazônia Brasileira, percorreu em seu caiaque o Rio Negro, reconhecendo seus principais afluentes, observando a fauna, flora, hidrografia, relevo, e entrevistando autoridades locais e representantes dos povos da floresta.

Cel Hiram em seu caiaque

Disponibilizamos o projeto de sua viagem e os relatos de sua empreitada.

Projeto Desafiando o Rio-Mar

A Rota do Rio Negro

Reunião discute atividades para Floresta Nacional do Amapá

O Programa de Apoio e Implementação da Floresta Nacional do Amapá, uma parceria entre Conservação Internacional, Instituto Walmart e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (IcmBio) entra no terceiro ano de atividades. No próximo dia 03 de fevereiro acontecerá uma avaliação para atualizar o marco lógico do programa, uma ferramenta de planejamento e acompanhamento do projeto. A reunião entre a coordenação e os 12 parceiros (instituições de pesquisa, cientistas, organizações governamentais) vai discutir o planejamento e as ações a serem desenvolvidas durante o ano todo.

Serra do Navio - AP

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‘Prêmio Nobel Alternativo’ 2010 para o bispo Dom Erwin Kräutler

Dom Erwin Kräutler é opositor ferrenho da usina de Belo Monte.

 

Ele ajudou a incluir os direitos indígenas na Constituição de 1988. A fundação Right Livelihood Award reconheceu nesta quinta-feira (30), com o chamado ‘Prêmio Nobel Alternativo’ 2010, os esforços do bispo brasileiro Erwin Kräutler em prol das tribos indígenas e da preservação da Amazônia.

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Preservação florestal torna-se tema central da ONU em 2011

O planeta deve registrar ainda em 2011 a marca de 7 bilhões de habitantes. À medida que a população se expande – e exige cada vez mais recursos naturais e espaço no globo –, a cobertura florestal se extingue. Atualmente, as florestas ocupam apenas 31% das áreas de terra do planeta.

É também em 2011 que as Nações Unidas decidiram promover o Ano Internacional das Florestas. Nesta quarta-feira (02/02), uma sessão em Nova York marca o início das atividades para “promover a consciência e fortalecer uma gestão, conservação e desenvolvimento sustentável”, diz o órgão. O desafio, no entanto, é transformar essa aspiração em soluções práticas e estimular o envolvimento dos cidadãos que vivem nas cidades.

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Estudo indica dez florestas mais ameaçadas do mundo. Mata Atlântica está na lista.

A organização não governamental (ONG) Conservação Internacional (CI) lançou nesta quarta-feira (2) uma pesquisa que lista as dez florestas mais ameaçadas em todo o mundo. A divulgação do estudo ocorre na mesma data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) promove oficialmente 2011 como o “Ano Internacional das Florestas”.
Segundo ONG, floresta mais ameaçada, na Ásia, teve 95% de sua mata destruída. (Foto: CI/ Divulgação)

 

Amazônia teve 135 km² de desmatamento nos meses de novembro e dezembro, diz INPE

Dados do desmatamento dos meses de novembro e dezembro do ano passado, divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), revelam que a Amazônia perdeu 135 km² no último bimestre.

Mato Grosso foi o Estado que mais desmatou (49,9 km2), seguido pelo Pará (42,7 km2).  O Amazonas, em terceiro lugar, perdeu 14,1 km2 de floresta e o Maranhão 10,6 km2.  Rondônia e Acre desmataram 7,5km2 e 6,2km2, respectivamente.

Estados Km²
Acre 6,2
Amazonas 14,1
Maranhão 10,6
Mato Grosso 49,9
Pará 42,7
Rondônia 7,5
Roraima 1,5
Tocantins 2,4
Total 134,9

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Fotos mostram índios isolados no Brasil

Novas fotos obtidas pela Survival International mostram índios isolados no Brasil, perto da fronteira com o Peru.

As fotos foram tiradas pela Funai (Fundação Nacional do Índio), que autorizou a Survival utilizá-las como parte de sua campanha para proteger o território dos índios isolados.

Elas revelam uma comunidade próspera e saudável com cestos cheios de mandioca e mamão fresco cultivados em suas roças.

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