Cidade paraense vira modelo para construção de casas sustentáveis

Árvores no chão abriam caminho para os pastos. Há apenas três anos, a cidade paraense de Paragominas era uma das que mais contribuíam para o desmatamento da Amazônia. A cidade virou o jogo quando autoridades municipais fizeram um acordo com a sociedade e agora eles plantam 10 milhões de árvores por ano.

“Somos o único município da Amazônia com monitoramento por satélite e, mês a mês, a gente valida em capo se houve desmatamento”, garante o prefeito Adnan Demachki

 

 

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Encontro de povos indígenas

A TNC é uma organização não governamental que desenvolve projetos de conservação em mais de 35 países. Atuando no Brasil desde 1988, a organização tem a missão de proteger plantas, animais e ecossistemas naturais, protegendo os recursos necessários a sua sobrevivência. Desenvolve iniciativas nos principais biomas brasileiros (Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal e Caatinga), com o objetivo de compatibilizar o desenvolvimento econômico e social com a conservação dos ecossistemas naturais. Na Amazônia, a organização vem trabalhando para facilitar e promover a conservação de terras indígenas, além de desenvolver ações para a regularização ambiental de municípios estratégicos e para minimizar as causas e efeitos das mudanças climáticas. Atualmente, a organização e seus mais de um milhão de membros ajudaram a proteger 130 milhões de hectares em todo o mundo.

 

A CRISE AMBIENTAL GLOBAL E A CONSTRUÇÃO DE ALTERNATIVAS SÃO TEMAS DE ENCONTRO PAN-AMAZÔNICO DOS POVOS INDÍGENAS

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Operação Ágata reprime tráfico e contrabando na Amazônia

As Forças Armadas, em conjunto com órgãos federais, estão realizando desde o início deste mês a Operação Ágata, na fronteira do Brasil com a Colômbia. O “Fantástico” acompanhou por seis dias a operação, que com 3.500 homens, visa reforçar a vigilância na fronteira e coibir  o tráfico de drogas e armas, contrabando e crimes ambientais.

A Operação Ágata, resultado de um acordo entre Brasil e Colômbia, não tem prazo para terminar. Estão sendo utilizados na operação helicópteros de ataque, caças da Força Aérea Brasileira (FAB) e o veículo aéreo não tripulado (Vant), uma aeronave controlada à distância.

O Vant é de fabricação israelense e está sendo usado pela primeira vez no Brasil. O veículo tem seis metros de comprimento, é equipado com duas câmeras de alta definição e consegue voar até dezesseis horas seguidas a uma altitude de quatro mil metros com velocidade máxima de 110 quilômetros por hora.

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Ativistas protestam no Brasil e no exterior contra Belo Monte

Os movimentos “Brasil pela Vida nas Florestas”, “Xingu Vivo para Sempre” e a “Frente Pró-Xingu” querem fazer deste sábado (20) –Dia Internacional da Ação em Defesa da Amazônia– um dia de protesto contra a construção da Usina de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará.

As organizações alegam que 80% das águas do Xingu serão desviadas e que mais de 20 etnias indígenas ficarão desabrigadas após a construção da hidrelétrica.

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Manifestação contra Belo Monte reúne mil pessoas em São Paulo

Debaixo de chuva, cerca de mil pessoas participaram hoje (20), na Avenida Paulista, de manifestação contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no Rio Xingu.  O cálculo é da Polícia Militar.  Os organizadores do protesto, porém, estimam em mais de 2 mil o número de pessoas presentes ao protesto.

Com cartazes, faixas e gritos, os manifestantes reivindicaram a paralisação imediata da obra.  Ambientalistas e índios do região do Xingu defenderam, inclusive, a ocupação do canteiro de obras da usina, no Pará.  “Belo Monte é injusta, suja e burra”, disse Clarissa Beretz, do Movimento Brasil pela Vida nas Florestas, integrante da organização do ato.  “O governo quer enfiar a usina goela abaixo”, acrescentou.

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Vila amazônica vai ganhar exposição inédita pela internet

A comunidade de Tumbira, na Reserva Florestal do Rio Negro, fica a apenas duas horas de barco de Manaus. É um trajeto bem curto para uma região em que são comuns as viagens por rio de vários dias entre uma localidade e outra.

Tumbira é privilegiada não só pela pouca distância da capital amazonense, mas também pela beleza do lugar, rodeado por florestas virgens e às margens de um igarapé no qual, com um pouco de paciência, é possível ver, de vez em quando, um boto cor-de-rosa.

Mas apesar dos atrativos, os oito quartos da única pousada do local passam a maior parte do tempo vazios. Só de vez em quando aparecem alguns pesquisadores, funcionários públicos ou jornalistas interessados nas experiências de desenvolvimento sustentável da área. Turistas, mesmo, são bem raros.

Mas agora Tumbira vai aparecer para o mundo: o Google começou na comunidade um projeto piloto de fazer imagens do rio, da floresta e da vila, para disponibilizá-las online.

Trata-se de uma versão fluvial do Google Street View, em que o usuário consegue simular, via internet, uma caminhada pelas ruas de uma cidade.

Fonte: Estadão

Aumento do desmatamento no Pará não é ‘significativo’, diz ministra

A Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse nesta sexta-feira (5) que o aumento do desmatamento no Pará – estado que mais desmatou a Amazônia em junho, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), não é singificativo.

“Houve um aumento no Pará, mas não é significativo, expressivo, como foi o de Mato Grosso”, disse. Até maio, Mato Grosso era o estado que, mês a mês, mais vinha desmatamento a floresta amazônica, o que levou à criação de um gabinete de crise para aumentar a fiscalização.

Estado foi o que mais desmatou a Amazônia em junho, segundo o Inpe

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Situação dos índios brasileiros é crítica também fora da Amazônia

Anistia Internacional alerta sobre situação dos índios na América

Neste Dia Internacional dos Povos Indígenas, podem-se comemorar avanços nos direitos indígenas e 400 terras demarcadas no Brasil. Mas índios brasileiros ainda enfrentam adversidades. E não apenas no norte do país.

Pouco antes deste Dia Internacional dos Povos Indígenas (09/08), criado pela ONU em 1994, a organização Anistia Internacional divulgou um relatório alarmante sobre a situação dos povos indígenas no continente americano.

Intitulado Sacrificando Direitos em Nome do Progresso: povos indígenas ameaçados nas Américas, o documento cita o emblemático caso brasileiro de Belo Monte, no rio Xingu, e o dos Guaranis em Mato Grosso do Sul. Especialistas revelam que também as condições de vida dos índios no sul do país são preocupantes.  Leia mais »

Cetas/Ibama/AM faz um balanço de animais apreendidos em 2011

O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) da Superintendência do Ibama do Amazonas recebeu, até o final de julho de 2011, 437 animais da fauna silvestre provenientes de apreensões, resgates e entregas espontâneas.

Os principais grupos da fauna silvestre mantidos e destinados pelo Cetas/Ibama/AM são répteis, especialmente. jabutis, tartarugas e tracajás, diversas espécies de aves, principalmente, pássaros e papagaios, e várias espécies de mamíferos, dos quais os primatas são o grupo mais representativo.

Em 2011, chegaram ao Cetas/Ibama/AM 10 espécies de primatas, entre elas, duas espécies de macacos-barrigudos (Lagothrix lagotricha e L. cana), sauim-de-mãos-douradas (Saguinus midas), sauim-de-coleira (Saguinus bicolor), macaco-prego (Cebus apella), guaribas (Alouatta seniculus e A. belzebuth), micos-de-cheiro (Saimiri sciureus e S. ustus) e macaco-aranha (Ateles paniscus).

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Programa garante segurança alimentar de crianças e mulheres indígenas

As Nações Unidas em parceria com o Governo Brasileiro estão executando o Programa Conjunto de Segurança Alimentar e Nutricional de Mulheres e Crianças Indígenas no Alto Rio Solimões (AM) e em Dourados (MS), com o propósito de garantir os direitos à saúde e à alimentação saudável para a população indígena das duas regiões prioritárias.

No Dia Internacional dos Povos Indígenas, 9 de agosto, vale lembrar que o Brasil e os outros 192 países-membros das Nações Unidas se comprometeram a alcançar os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs) até 2015, e o Programa Conjunto de Segurança Alimentar e Nutricional é uma das ações em curso no País com o propósito de contribuir com os avanços brasileiros em torno dos ODMs, especialmente, os referentes à redução da fome e das taxas de mortalidade infantil.

O Programa Conjunto tem sido realizado, desde o ano passado, por cinco agências da ONU (FAO, OIT, OMS/Opas, PNUD e UNICEF), em parceria com o Governo Brasileiro, representado pela Fundação Nacional do Índio (Funai); Ministério da Saúde (MS); Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e Agência Brasileira de Cooperação (ABC). Leia mais »

Ministro recebe propostas para fim de conflito

O senador Delcídio do Amaral (PT) e os presidentes da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Jerson Domingos, e da Federação de Mato Grosso do Sul (Famasul), Eduardo Riedel, apresentaram ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, propostas para solucionar conflitos pela posse da terra que envolvem indígenas e produtores rurais no Estado.

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Transição verde custará US$ 2 tri por ano, diz ONU

O mundo precisará de investimentos de quase US$ 2 trilhões (R$ 3,1 trilhões) por ano durante quatro décadas para fazer a transição para uma economia sustentável e, ao mesmo tempo, eliminar a pobreza e a fome. Essa é a conclusão de um novo estudo encomendado pela ONU que servirá de base para os debates da cúpula Rio+20, no Brasil, em 2012.

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Povo Xavante reivindica saída imediata de não índios da Terra Indígena Marãiwatséde

A tentativa do governo de Mato Grosso de transferir os Xavante da TI Marãiwatséde, sua terra tradicional, para o Parque Estadual do Araguaia foi fortemente rejeitada pelo cacique xavante Damião Paradzane. Ele afirma que sua comunidade espera a conclusão imediata do processo de desintrusão dos que ocuparam a terra ilegalmente.

Apesar de ter sido homologada em 1998 para usufruto exclusivo do povo Xavante, a Terra Indígena (TI) Marãiwatséde, no município de Alto Boa Vista, a 1.064 quilômetros de Cuiabá, Mato Grosso, ainda abriga mais de seis mil famílias de não-índios, entre fazendeiros e posseiros. Hoje, apenas 15% dos 165 mil hectares de Marãiwatséde são ocupados pelos Xavante, primeiros habitantes daquela área. Para o cacique Damião Paradzane, é chegada a hora de colocar fim no conflito que seu povo enfrenta há mais de quarenta anos, desde que foi retirado de sua terra em 1966.

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Funai e Seind assinam convênio para atuar conjuntamente entre povos indígenas do Amazonas

O Comitê do Plano de Atuação Integrada entre o governo do Amazonas e a Fundação Nacional do Índio (Funai), cuja criação foi formalizada nesta quarta-feira (06), vai implementar várias ações de atenção aos povos indígenas.

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Conservação da Amazônia é discutida em Rondônia

Porto Velho sediará nos dias 11 e 12 de julho do corrente ano um seminário sobre perspectivas florestais para conservação da Amazônia. Esta é uma iniciativa da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e do Centro de Estudos Rioterra, realizada pelo projeto Semeando Sustentabilidade patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Ambiental. Leia mais »