Povos isolados localizados perto de obras no Rio Madeira

Índios isolados foram localizados pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI) em uma área próxima dos canteiros de obras das hidrelétricas de Jirau e de Santo Antônio, na região Norte do país. O grupo vive na Terra Indígena Katauixi/Jacareúba, no Amazonas, entre os municípios de Lábrea e Canutama, perto da divisa com Rondônia. Continuar lendo Povos isolados localizados perto de obras no Rio Madeira

Governo adquire café de índios Macuxi e Wapixana em Roraima

A Superintendência Regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em Roraima participou da primeira entrega de café adquirido da Comunidade Indígena Mangueira e entregue para o Sesc/Mesa Brasil, no município de Alto Alegre. Continuar lendo Governo adquire café de índios Macuxi e Wapixana em Roraima

Índios mantêm rodovia bloqueada há três dias no Pará

Os índios suruí, que bloquearam na última quarta (25) a rodovia BR-153, no sudeste do Pará, mantiveram o protesto ao longo desta sexta-feira (27). Eles decidiram cortar a estrada, que passa pela reserva indígena Sororó, onde vivem, para protestar contra o impacto que o tráfego de veículos tem causado, como incêndios e lixo. Continuar lendo Índios mantêm rodovia bloqueada há três dias no Pará

No Fórum Social Temático – FST, Greenpeace critica Belo Monte, termoelétricas e novo Código Florestal

O coordenador da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace, Pedro Torres, defendeu hoje (26) a busca por alternativas à chamada economia verde e condenou obras como a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA).

“O capitalismo está em crise e isso é um consenso que nos une a Davos [onde ocorre o Fórum Econômico Mundial], mas a economia verde não é a solução para essa crise”, disse. “Devemos pensar quais são as alternativas, para quem e como”, completou Torres durante evento no segundo dia de debates do Fórum Social Temático (FST) 2012. Continuar lendo No Fórum Social Temático – FST, Greenpeace critica Belo Monte, termoelétricas e novo Código Florestal

Funai delimita terra indígena do povo Suruí/Aikewar, no Pará

Em despacho publicado ontem, 25 de janeiro, o presidente da Funai, Márcio Meira, aprovou Relatório Circunstanciado de Identificação e Delimitação da Terra Indígena (TI) Tuwa Apekuokawera, do povo indígena Suruí/Aikewar. A área delimitada encontra-se nos municípios de Marabá e São Geraldo do Araguaia, no Estado do Pará, e tem 11.764 hectares. Continuar lendo Funai delimita terra indígena do povo Suruí/Aikewar, no Pará

Após avanços, governo ‘mudou de atitude’ sobre Amazônia, diz ‘NYT’

Uma reportagem publicada na edição desta quarta-feira – 25 de janeiro de 2012, pelo jornal americano New York Times afirma que o Brasil teve “grandes avanços” nos últimos anos no combate ao desmatamento da Amazônia, mas que recentemente há sinais de uma “mudança de atitude” do governo. Continuar lendo Após avanços, governo ‘mudou de atitude’ sobre Amazônia, diz ‘NYT’

MMA/ANA – CNRH aprova prioridades do Plano Nacional de Recursos Hídricos

Conselho Nacional de Recursos Hídricos aprovou nessa quarta-feira (14/12) a revisão do Plano Nacional de Recursos Hídricos com 22 prioridades para o quadriênio 2012-2015. É a primeira atualização do plano, lançado em 2006, para fundamentar e orientar a implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e a atuação do Sistema Nacional de Gerenciamento dos Recursos Hídricos (Singreh).

O processo da primeira revisão do Plano objetiva avaliar os avanços e desafios dos primeiros 5 anos de sua implementação (2006-2010), com adequações e correções necessárias para o planejamento nacional da gestão dos recursos hídricos. O documento PNRH – Prioridades 2012-2015, aprovado por unanimidade pelos conselheiros, serviu de base para a elaboração do Plano Plurianual do Governo Federal do próximo quadriênio, definindo uma agenda transversal da água.

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Conflitos indígenas: é hora de reabrir o caso de Roraima

A continuação dos contenciosos envolvendo comunidades indígenas em vários estados indica que o aparato internacional que controla a agenda política indigenista não tem a menor intenção de reduzir a intensidade da sua guerra irregular contra o Brasil. E guerra não é uma descrição exagerada do risco de escalada da campanha indigenista, a julgar pelas declarações de algumas lideranças indígenas das áreas em que ocorrem os contenciosos, que ameaçam “ir à guerra” para expulsar os não índios de terras ocupadas há décadas e para impedir a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. Desafortunadamente, as instâncias superiores do Judiciário têm se deixado contagiar pelo vírus do indigenismo militante nos processos de demarcações de reservas indígenas, adotando um nominalismo legalista que coloca o “cumprimento da lei” acima de qualquer consideração pela paz social ou a integridade territorial do País e, principalmente, tem incentivado o prosseguimento das campanhas indigenistas. Continuar lendo Conflitos indígenas: é hora de reabrir o caso de Roraima

Comissão do Senado autoriza Cotingo

Uma velha discussão pode resultar em novos conflitos envolvendo as comunidades indígenas da região da Raposa Serra do Sol. A construção da hidrelétrica de Cotingo se arrasta há três décadas e já motivou desavenças entre índios e não índios, uso das forças militares e até litígio no âmbito da Justiça.

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Ipea divulga estudo sobre Código, notícias são péssimas para agricultores, Brasil e Mundo

Novos desmatamentos, liberação de carbono e manutenção de sistemas de produção atrasados e concentrados.

Estudo do Ipea mostra que reforma da legislação torna praticamente impossível ao Brasil cumprir suas metas de redução de emissões.

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Parque Nacional do Xingu completa 50 anos

O Parque Nacional do Xingu foi a primeira grande terra indígena demarcada no país. Para celebrar a data, um festival mostra que muito da cultura e da tradição foi preservado.

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Brasileiro diz não à desproteção das florestas

Pesquisa do Datafolha divulgada neste final de semana mostra que a proteção das florestas é sim levada em consideração pela população. O levantamento mostra que dos 1286 entrevistados, 62% acompanharam a votação da nova versão do Código Florestal, que foi aprovada em maio pelo plenário da Câmara e agora aguarda votação no Senado.

Mesmo os que não acompanharam a votação tinham opinião formada sobre o tema: priorizar a proteção de florestas e rios, ainda que isso prejudique a agricultura foi a alternativa escolhida por 85% dos entrevistados. “Primeiro foram os ambientalistas que disseram que o Código Florestal era uma tragédia. Depois a ciência foi contra a mudança, seguida pela OAB e pela CNBB. Agora é a própria população que rejeita o texto dos ruralistas”, afirma Márcio Astrini, responsável pela campanha de Floresta do Greenpeace Brasil.

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Roraima recebe reforço para socorrer vítimas da chuva

A Defesa Civil de Roraima vai receber hoje o reforço de 50 homens do pelotão de Busca e Salvamento de Goiás para ajudar no socorro às vítimas da chuva no Estado. Na manhã de ontem, 35 homens da Força Nacional de Brasília chegaram a Roraima, em um jato da Polícia Federal, para auxiliar nos trabalhos.

Hoje, parte dos bombeiros será enviada para o município de Caracaraí, uma das áreas mais atingidas. A cidade tem 532 desabrigados (pessoas que perderam tudo e precisam dos abrigos públicos) e 350 desalojados (aquelas que podem contar com ajuda de vizinhos e familiares).

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Florestas tropicais são o ar-condicionado do Planeta. Entrevista especial com Paulo Moutinho

O desmatamento é considerado a maior ameaça à sustentabilidade das florestas tropicais, isso porque, segundo Paulo Moutinho, as principais florestas estão localizadas em países em desenvolvimento, que priorizam a agricultura e investimentos em infraestrutura.  Apenas na Amazônia, nos últimos 30 anos, já foram “desmatadas mais de 50 milhões de hectares, o que corresponde a duas vezes ao tamanho do estado de São Paulo”, aponta.

No Brasil, 80% do desmatamento florestal está concentrado nos estados do Pará, Roraima e Mato Grosso, e “70% da remoção das florestas ocorre para o desenvolvimento de outras atividades como a pecuária extensiva de baixa rentabilidade”, informa.  Entre as causas indiretas que levam ao desmatamento, Moutinho assinala “as políticas de fomento ao crédito agrícola ou pecuário e as políticas que envolvem investimentos em grandes empreendimentos de infraestrutura”.

Na entrevista a seguir, concedida por telefone à IHU On-Line, o pesquisador explica que o desmatamento florestal aumenta os efeitos do aquecimento global e que a preservação das florestas é importante porque elas funcionam como um “amortecedor das mudanças impostas pela modificação do clima global.  Se destruirmos as florestas com a velocidade que estamos destruindo nos últimos 20 anos, provavelmente esse amortecedor acabará e teremos grandes secas e riscos de desertificação em áreas da Amazônia”, conclui.

Paulo Moutinho é doutor em Ecologia e atua como professor orientador de pós-graduação na Universidade Federal do Pará.

Confira a entrevista.

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Bolívia teme inundações por usinas brasileiras na Amazônia

A Bolívia teme que as gigantescas represas das usinas de Jirau e Santo Antônio, em construção no Amazônia brasileira, provoquem inundações e causem danos à economia e às populações indígenas bolivianas, afirmou nesta sexta-feira o vice-chanceler Juan Carlos Aldurralde.

Aldurralde afirmou em um seminário que o governo da Bolívia não estava plenamente satisfeito com os relatórios elaborados pelo Brasil em defesa das obras hidrelétricas, que entrarão em operação entre 2012 e 2013, e que esperava mais esclarecimentos e garantias em futuras conversações. Continuar lendo Bolívia teme inundações por usinas brasileiras na Amazônia

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