Seminário do Ministério da Saúde discute coberturas vacinais na Região Norte

Encontro em Rio Branco, no Acre, reuniu especialistas, sociedades médicas e representantes de estados e municípios

Foto: Postada em Ministério da Saúde

Para aumentar as coberturas vacinais contra as principais doenças e evitar a reintrodução de vírus já erradicados no Brasil, o Ministério da Saúde está promovendo ações de incentivo a vacinação em todo país, principalmente na Região Norte. Na última semana, foi a vez de Rio Branco (AC) receber um seminário sobre o tema.

Durante dois dias, nos dias 22 e 23 de agosto, profissionais e gestores da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Secretaria estadual e municipais de saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), especialistas e sociedades médicas, representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) e do Ministério Público e demais atores envolvidos com a temática vacinação estiveram reunidos para propor soluções conjuntas para aumentar a adesão da população à vacinação.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica a baixa cobertura vacinal como uma das dez ameaças globais à saúde, trazendo o risco de reintrodução de doenças imunopreveníveis já eliminadas, como a poliomielite.

O risco do retorno da poliomielite e a alta da prevalência do câncer de colo de útero na região, causado pelo HPV, também foram temas das discussões durante o evento. A coordenadora do PNI, Adriana Lucena, ressaltou a gravidade do cenário. “Estamos falando de doenças que podem trazer consequências graves, mas que têm prevenção por meio da vacina. Precisamos unir esforços para aumentar a adesão da população”, afirmou.

Estratégias conjuntas

O modelo proposto para o seminário reuniu atores de diferentes frentes para propor iniciativas e estratégias conjuntas efetivas e viáveis para enfrentar o cenário de redução nas coberturas vacinais. As discussões do evento consideraram as peculiaridades da região, como os desafios geográficos e as barreiras de acesso às populações isoladas, como os indígenas e as populações ribeirinhas.

Na segunda edição, esse modelo de seminário já ocorreu na região Nordeste, em Recife (PE).

MINISTÉRIO DA SAÚDE

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