A Terceira Margem – Parte CCCLXVI

Epopeia Acreana  1ª Parte – XVIII

Hiram Reis

A Canhoneira U.S.S. Wilmington – II

A Federação, n° 379
Manaus, AM – Sábado, 25.03.1899
Canhoneira Norte-Americana 

[…] Segundo nos consta, vai este navio de guerra até Iquitos, em viagem de instrução. Foi ela construída em New Point, há aproximadamente quatro anos. […] Ontem de manhã a canhoneira salvou o porto, segundo as formalidades de estilo. O Cônsul norte-americano foi a bordo cumprimentar a oficialidade do vaso, sendo recebido como de praxe. S.Ex.ª o Governador do Estado mandou a bordo o seu Ajudante Pessoal fazer as necessárias saudações. (JAF, n° 379)

Diário Oficial, n° 1539
Manaus, AM – Sábado, 25.03.1899
Canhoneira “Wilmington” 

A canhoneira “Wilmington”, da marinha de guerra norte-americana, vinda do porto do Paramaribo, capital da Guiana Holandesa ([1]), tendo passado em Cunani e ultimamente no Pará, fundeou a anteontem no nosso porto às 19h00. A “Wilmington” tomou parte nos ataques às fortificações de Cardenas em Santiago de Cuba pertence a “White-esquadra”, uma das Divisões da marinha de guerra dos E. U. da América.

A “Wilmington” foi construída em 1895; mede 280 pés e 9 polegadas do comprimento, por 40 pés de largura e 88 do pontal; cala 8 pés e 10 polegadas: desloca 1.392 toneladas, suas máquinas tem a força de 1.600 cavalos; é movida a duas hélices e faz 14 nós por hora de velocidade. A sua artilharia compreende: 16 canhões, dos quais dois de Gathirg e 6 de tiro rápido, sendo 8 de 4 polegadas, 2 de 6 libras e 4 de 1 libra. Ontem pela manhã a “Wilmington” salvou a terra. (DOE, n° 1539)

Comércio do Amazonas, n° 426
Manaus, AM – Sábado, 25.03.1899
A “Wilmington” 

Está ancorada em nosso porto a canhoneira “Wilmington”, da esquadrilha norte-americana. É um belo vaso de guerra posto que ainda novo já conta honrosas tradições ganhas na última guerra hispano-americana. A “Wilmington” faz parte da White-esquadra, uma das divisões da marinha de guerra norte-americana. […] A canhoneira “Wilmington” vem do porto de Paramaribo, capital da Guiana Holandesa, tendo passado em Cuanani e Belém, ancorando em nosso porto ao anoitecer de anteontem, conforme noticiou o “Comércio”. Há muitos japoneses na guarnição da “Wilmington”. A “Wilmington” já trabalhou com o seu belo holofote, projetando o aparelho sobre a nossa cidade.

No Pará fizeram-se bonitas festas à oficialidade da canhoneira americana. […] Carta que recebemos do Pará autoriza-nos a noticiar aos leitores do “Comércio” que o governo do Estado vizinho solicitou em telegrama licença do Governo Federal para a canhoneira americana “Wilmington” seguir até Iquitos. Este procedimento tem por fim evitar qualquer embaraço, aliás justo, pois como sabe-se sem licença não podem os navios de guerra estrangeiros fazer tal navegação. (JCA, n° 426)

A Federação, n° 380
Manaus, AM ‒ Domingo, 26.03.1899
Almoço 

Realizou-se ontem, na casa dos Sr. Sears & Ciª, um almoço íntimo oferecido pelo digno gerente dessa casa, o Sr. Almeida Pimentel, à distinta oficialidade da canhoneira “Wilmington”. Tivemos o prazer graças ao convite que nos foi feito, de passar algumas horas alegres. […] Foram feitos diversos brindes do Sr. Pimentel à nação americana; do Comandante da canhoneira “Wilmington” à bela região do Amazonas, em que declarou que, em chegando à sua terra, no seu relatório diria que esta região e a do Pará são dignas dos Norteamericanos empregarem os seus capitais. […] Ontem foi a palácio, acompanhado do Cônsul Norte-americano no Pará, do Vice-cônsul da mesma nação neste Estado, o Comandante da “Wilmington” cumprimentar oficialmente a S. Exª o Governador do Estado. Ontem mesmo, às 16h00, o Sr. Coronel Ramalho Júnior retribuiu a visita, indo acompanhado dos Srs. Dr. Eduardo Ribeiro, Pedro Freire e Dr. Thaumaturgo Vaz a bordo do vaso de guerra da república Norte-Americana.

Mais de espaço narraremos o ocorrido nestas saudações. (JAF, n° 380)

A Federação, n° 384
Manaus, AM – Quinta-feira, 30.03.1899 

Não segue para Iquitos, por não haver obtido licença do Governo da União Brasileira, a canhoneira Norteamericana. (JAF, n° 384)

Correio do Amazonas, n° 431
Manaus, AM – Domingo, 02.04.1899
A “Wilmington” 

Consta que o Governo da República negou licença que o Comandante da canhoneiraWilmington”, pedira para este vaso de guerra seguir até Iquitos. (JCA, n° 431)

Correio do Amazonas, n° 433
Manaus, AM – Quarta-feira, 05.04.1899
A “Wilmington” 

A canhoneira americana “Wilmington” só sairá do nosso porto depois de receber carvão. Logo que esse serviço esteja concluído, zarpará do nosso porto. Conforme já dissemos, não irá à Iquitos. (JCA, n° 433)

A Federação, n° 391
Manaus, AM – Sábado, 08.04.1899
Protesto 

Não segue para Iquitos, por não haver obtido licença do Governo da União Brasileira, a canhoneira Norteamericana Wilmington”. (JAF, n° 391)

República, n° 051
Belém, PA – Domingo, 16.04.1899
 Conflito em Manaus – A Canhoneira “Wilmington” 

Ontem, de tarde, circularam pela cidade boatos cuja inteira veracidade não pudemos verificar, mas que reproduzimos. O vapor nacional Rio Branco, ao chegar, vindo de Iquitos, a Manaus, comunicou que havia encontrado subindo o Solimões, com destino a Iquitos, a canhoneira norteamericanaWilmington”. Esta notícia, rapidamente espalhada pela capital do vizinho Estado, causou grande emoção e alguns indivíduos mais exaltados foram ao edifício do Vice-consulado, que é a casa de negócio de M. Reedman, e aí deram alguns gritos sediciosos. O Sr. Coronel José Ramalho Júnior, Governador do Estado, ao saber do fato deu imediatamente todas as providências para que cessasse a arruaça que realmente nenhuma importância tinha. A ordem restabeleceu-se pronta­mente, nada mais tendo havido. São estes os boatos que ontem circularam.

Sabemos que o Comandante da canhoneira “Wilmington” pedira ao Ministro Norte-americano, no Rio de Janeiro, que obtivesse do nosso governo a necessária autorização para ir até Iquitos. O Governo Federal atendeu, ao que nos consta, à solicitação, chegando aqui segunda-feira a permissão solicitada.

O Cmt da “Wilmington”, porém, não lhe sofreu o ânimo de aguardar em Manaus, e domingo passado pôs-se a caminho de Iquitos. A incorreção e o abuso praticados por aquele oficial da marinha norteamericana, são palpáveis. Abstemo-nos, porém, de comentá-los por hoje.

O Sr. K. Kennedy, Cônsul dos Estados Unidos, nesta capital, viaja a bordo daWilmington”. (JR, n° 051)

O Pará, n° 415
Belém, PA – Terça-feira, 18.04.1899
A “Wilmington” 

[…] A verdade apurada era que o vaso americano seguira em demanda de Iquitos, embora se dissesse, por um lado, que ele levava rumo desconhecido, por outro que a repartição sanitária do porto expedira Carta de Saúde à “Wilmington”, o que era inadmissível, porque na Carta de Saúde tem-se de declarar o porto de destino. Por este fato, o povo de Manaus reuniu-se em “meeting” ([2]) de protesto. (JOP, n° 415)

República, n° 053
Belém, PA – Terça-feira, 18.04.1899
Que Será? – Conflito em Manaus – A Canhoneira “Wilmington” 

Sob estas epígrafes reproduzimos ontem os boatos que no sábado passado aqui correram de que alguns exaltados em Manaus tinham dado gritos sediciosos em frente à casa do Vice-cônsul Norte-americano. Os jornais de Manaus, ontem chegados trazem-nos pormenores desses fatos que fomos os únicos a noticiar.

O “Comércio do Amazonas” diz que no dia 8 teve lugar o “meeting” convocado pelo Sr. Samuel Chaves para protestar contra o insólito procedimento do Comandante da “Wilmington”, singrando as águas do Amazonas não franqueado à navegação, sem licença ou autorização do nosso governo.

Às 4 horas, reunida grande massa popular em frente ao Ginásio Amazonense, subia à tribuna o Sr. Samuel Chaves e, em eloquente e conciso discurso, historiou o fato, verberando-o, convidando em seguida o povo a ir ao Palácio protestar perante o Governo do Estado contra a agressiva altitude dos americanos. Dirigia-se então a multidão ao Palácio onde novamente falou o Sr. Samuel Chaves em nome do povo. Não estando presente o Governador foi por um dos auxiliares do S. Exª explicado que o Governo já havia comunicado o fato ao Governo Federal, solicitando-lhe as necessá­rias providências. Daí dirigia-se a massa popular à Capitania do Porto, onde não encontrou também o chefe da flotilha.

Sempre em ordem, encaminhou-se a multidão a várias casas americanas, à casa do Sr. Boyd, à casa do Cônsul americano, que não foi encontrado e ao Quartel-General, onde protestaram pacificamente, dissolvendo-se em seguida aos brados de:

‒  Viva a República!

‒  Abaixo a ousadia americana!

O Cônsul americano cientificou o Governo do Amazonas de que no dia 8, por ocasião do “meeting”, havia sido apedrejado o escudo americano do consulado. Imediatamente foi mandado abrir rigoroso inquérito para punição dos culpados. […]

A satisfação desse crime, nascido do excesso de amor sacrossanto por este torrão que a todos nos foi berço, será dada, resta saber se a filauciosa ([3]) República de Monroe idêntico procedimento terá para com o sempre heroico e correto Brasil, que, felizmente, não se sujeitará jamais a sorte iníqua imposta, pelo direito da força que vence, mas não convence, à pobre Cuba e às desgraçadas Filipinas. […] (JR, n° 053)

República, n° 056
Belém, PA – Sexta-feira, 21.04.1899
O Caso da “Wilmington” 

[…] Um jornal que recebe do alto as notícias que convém ser publicadas, asseverou ontem que o Governo Federal tinha respondido a um pedido do Governo do Estado, que daria licença à “Wilmington” para ir a Iquitos, se a solicitação fosse do Cônsul Norte-americano.

Não duvidamos que o Governo do Estado tenha pedido ao Governo Federal que deixasse a canhoneira Norte-americana “Wilmington” subir os nossos Rios para ver se havia alguma coisa que pudesse servir à águia americana, ao que parece aliada agora à Bolívia e ao Peru para nos arrancar algum pedaço de território. Não duvidamos disso; o que, porém, não cremos é que o Governo Federal tenha dito que a licença devia ser diretamente solicitada pelo Cônsul “yankee”. A resposta do Governo Federal foi certamente de que a praxe é que os cônsules solicitem dos respectivos Ministros a necessária autorização do Governo Federal para que seus navios sulquem águas não franqueadas à navegação internacional. (JR, n° 056)

A Federação, n° 404a
Manaus, AM – Domingo, 23.04.1899
Regresso da “Wilmington” 

A célebre canhoneira americana, que veio à Amazônia com o firme e inabalável propósito de explorar os nossos Rios ainda não franqueados à navegação estrangeira, surgiu esta madrugada no nosso porto, às 05h30, depois da sua feliz viagem a Iquitos. […]

Logo que tivemos conhecimento do seu regresso, que rapidamente se espalhou por toda a cidade, procu­ramos ir a bordo colher notícias com que pudéssemos saciar a justa ansiedade dos nossos leitores. Quando chegamos à ponte Paes de Carvalho, voltava a lancha a vapor de bordo, conduzindo o Dr. Nemésio Quadros, médico interino da Capitania do Porto, que fora satisfazer a visita de saúde à canhoneira, e o Vice-cônsul americano do Pará, que também havia seguido para Iquitos.

Tomando um bote, dirigimo-nos para bordo do glorio­so vaso de guerra, em cujo portaló ([4]) nos recebeu um oficial, a quem manifestamos o desejo de falar com o nobre e delicado Sr. Chapman Todd, digno e corretís­simo (???) Comandante da “Wilmington”. Introduzi­dos na sua câmara, luxuosa e confortável, e feitos os cumprimentos de estilo no nosso mau inglês, porque o ilustre e ilustrado oficial desconhece qualquer outra língua, entramos breve no assunto do nosso “Inter­view”, que resumiremos em poucas palavras, pois que não nos foi possível obter explicação plausível a algumas das nossas perguntas. A canhoneira seguira, efetivamente, para Iquitos, em viagem de “instrução” (???), nos disse o Sr. Todd. Tocou em Itapexuna ([5]), Maturá ([6]) e fronteira de Letícia, na ida, e em Tabatinga, e Codajás na volta. Em Codajás, quando o comissário, o intérprete e outros tripulantes tentaram saltar em terra, foram impedidos pelo Sargento e 3 praças da força ali destacada, que os intimaram a voltar para bordo. Em Iquitos, aonde a canhoneira chegou a 12, se demorou 5 dias; e não quis a Providência que algum desses nossos dedicados amigos por lá ficasse com febres, ‒ o que seria realmente uma pena. Com particular interesse nos perguntou o Sr. Chapman se havia em terra alguma novidade importante transmitida pelo telégrafo. Respondemos que a novidade mais importante era a chegada da sua bela canhoneira, depois de haver zarpado deste porto sem ao menos nos dizer no sonoro idioma bretão ‒ Good Bye! Aqui o Sr. Comandante franziu o sobrolho ([7]), cofiou a loira barba e explicou:

‒  Que tinha ordem do seu governo para fazer aquela viagem, mesmo à socapa ([8]), e que não pretendera ofender os nossos brios patrióticos.

No Pará lhe afirmaram que o Governo da União concederia a licença para esse fim impetrada, e como ela não chegou… Mais lhe perguntamos quando tencionava vir a terra, e se pensava em procurar o Sr. Governador do Estado.

‒  Yes! I will go at four o’clock, this afternoon. ([9])

Mas não veio o ilustre e pontualíssimo Sr. Todd, e assim ficou o Sr. Governador dispensado de oferece-lhe o clássico “five clock’s tea” ([10]). Os práticos que guiaram o navio na sua viagem, um pouco amedrontados com a nossa presença, explicaram ‒ que nada sabiam, julgavam que a canhoneira recebera licença de partir… Vieram para terra ontem às 11h00, foram à “Amazon Company” receber o seu cobre, 9:000$000 réis para os dois, sendo-lhes paga a metade desta quantia em moedas de ouro de 20 dólares.

À noite conseguimos entrevistar um dos práticos, Eugênio de Souza Martins, que nos afirmou ter sido contratado à última hora, para pilotar a canhoneira, quando já se encontrava a bordo o seu companheiro Antonio Collares, que dias antes já havia sido “arreglado” ([11]) para aquela viagem. A “Wilmington” tem feito aprovisionamento de víveres e carvão, e destinase ao Rio Madeira, segundo nos afirmou o Sr. Todd. […] (JAF, n° 404a)

Por Hiram Reis e Silva (*), Bagé, 14.12.2021 – um Canoeiro eternamente em busca da Terceira Margem.

Bibliografia  

DOE, n° 1539. Canhoneira “Wilmington” – Brasil – Manaus, AM – Diário Oficial, n° 1539, 25.03.1899.

JAF, n° 379. Canhoneira Norte-Americana – Brasil – Manaus, AM – A Federação, n° 379, 25.03.1899.

JAF, n° 380. Almoço – Brasil – Manaus, AM – A Federação, n° 380, 26.03.1899.

JAF, n° 384. Wilmington – Brasil – Manaus, AM – A Federação, n° 384, 30.03.1899.

JAF, n° 391. Protesto – Brasil – Manaus, AM – A Federação, n° 391, 08.04.1899.

JAF, n° 404a. Regresso da “Wilmington” – Brasil – Manaus, AM – A Federação, n° 404a, 23.04.1899.

JCA, n° 426. A “Wilmington” – Brasil – Manaus, AM – Comércio do Amazonas, n° 426, 25.03.1899.

JCA, n° 431. A “Wilmington” – Brasil – Manaus, AM – Comércio do Amazonas, n° 431, 02.04.1899.

JCA, n° 433. A “Wilmington” – Brasil – Manaus, AM – Comércio do Amazonas, n° 433, 05.04.1899.

JOP, n° 415. A “Wilmington” – Brasil – Belém, PA – O Pará, n° 415, 18.04.1899.

JR, n° 051. Conflito em Manaus – A Canhoneira “Wilmington” – Brasil – Belém, PA – República, n° 051, 16.04.1899.

JR, n° 053. Conflito em Manaus – A Canhoneira “Wilmington” – Brasil – Belém, PA – República, n° 053, 18.04.1899.

JR, n° 056. O Caso da “Wilmington” – Brasil – Belém, PA – República, n° 056, 21.04.1899.  

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;  

  • Campeão do II Circuito de Canoagem do Mato Grosso do Sul (1989)
  • Ex-Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) (2000 a 2012);
  • Ex-Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);
  • Ex-Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM – RS);
  • Ex-Membro do 4° Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul (CMS)
  • Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);
  • Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);
  • Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS – RS);
  • Membro da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER – RO)
  • Membro da Academia Vilhenense de Letras (AVL – RO);
  • Comendador da Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Sul (AMLERS)
  • Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).
  • Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).
  • E-mail: hiramrsilva@gmail.com.

[1]   Guiana Holandesa: Suriname.

[2]   Meeting: reunião, encontro, assembleia.

[3]   Filauciosa: presunçosa.

[4]   Portaló: abertura na borda ou no constado de um navio, para entrada de carga ou pessoal.

[5]   Itapexuna: ??? – existe uma Ipixuna, cidade do Amazonas que fica às margens do Rio Juruá.

[6]   Maturá: Amaturá.

[7]   O sobrolho: as sobrancelhas.

[8]   Socapa: sorrateiramente.

[9]   Yes! I will go at four o’clock, this afternoon: Sim! Eu irei às quatro horas, desta tarde.

[10]  Five clock’s tea: chá das cinco.

[11]  Arreglado: contratado.

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