A Terceira Margem – Parte CCXXXIV

Expedição Centenária Roosevelt-Rondon 1ª Parte – XIV  

Forte Bourbon, Paraguai.

Porto Murtinho ‒ Forte Olimpo – II  

Fuerte Olympo

MAGALHÃES: Forte Bourbon (Borbón) 

13.12.1913: Durante o trajeto para Corumbá, a mais ampla cordialidade orientou a nossa ação relativamente ao Ex-presidente e sua comitiva. No dia 13 às 09h15, ancoramos ao lado da canhoneira defronte ao Forte Olimpo, onde o Governo do Paraguai mantém uma guarnição militar. Em retribuição à visita que vos foi feita em nome do Sr. Coronel Crisóstomo Machucas, Comandante dessa guarnição, a este fui levar pessoalmente os agradecimentos apresentando-lhe os vossos cumprimentos cordialíssimos, bem como os da Comissão Brasileira sob vossa chefia. (MAGALHÃES, 1916)

Reporta-nos María Teresa Gaona do International Scientific Committee on Cultural Routes (CIIC): sob o título “El Fuerte de Borbón” ([1]):

Antecedentes  

Por volta de 1750 a 1792, os bandeirantes paulistas e mamelucos, cheios de audácia e armas, marcharam lenta, mas progressivamente para as regiões do Alto Paraguai, Mojos e Chiquitos, forçando a migração da população ali existente para Assunção. O Tribunal de Madri tentou impedir esse avanço através de Tratados de Limites Definitivos.

Descripción de la Nueva Provincia.

No entanto, o Tratado de 1750 deu ganho de causa às pretensões portuguesas acarretando uma derrota moral para a Espanha. Por isso, o demarcador espanhol Manuel A. Flores, recomendou em seu relatório ao Marquês de Valdelirios que deveria fortalecer militarmente a Província do Paraguai. Como a Coroa Espanhola ignorasse esses apelos, as autoridades coloniais tomaram a iniciativa de estabelecer novas estratégias de defesa em torno de Assunção, através de uma série de Fortins e Fortes cujas construções tiveram curta duração, em decorrência da precariedade dos materiais empregados, da própria estratégia de defesa de fronteiras que exigia uma mudança constante de posição e, mais tarde, com o fim das ameaças. Para salvaguardar as fronteiras do país, especialmente ao Norte, no século XVIII, foi decidido estruturar um sistema defensivo-ofensivo à montante ([2]) do Rio Paraguai para barrar o ataque dos índios Mbya. Em 1763, o Governador Martinez Fontes preparou a defesa do território em ambas as margens do Rio Paraguai. Em 1773, o Governador Don Agustín de Pinedo, não conseguiu materiais ou elementos para a criação de novos Fortes e fundou apenas a Vila Real de Nossa Senhora da Conceição. No Governo de Melo e Alós, aparecem integrados ao sistema “Costa-arriba” as guardas sediadas nas cidades de Kuarepotí, Yguamandiyú e Concepción, bem como a nova prisão de Ypytá. Em 1790, o Governador Joaquín Alós y Brú organiza as milícias em quatro Regimentos: Regimento de Dragões de Quyquyó, Regimento de Dragões de Tapuá; Regimento de Dragões da Cidade de Assunção e Regimento de Dragões de Cavalaria. Aparentemente, o Governador considerou que essa organização não era suficiente e decidiu criar uma série de Fortes no Rio Paraguai até Coimbra.

Em 1791, a Carta Real determinava ao Vice-rei de Buenos Aires que criasse estabelecimentos de defesa nas margens do Paraguai, por meio de guardas de Coimbra à Vila Real de la Concepción. Os Fortes, presídios e cidades que formavam a linha defensiva estavam localizados ao longo do Rio Paraguai e Apa. Neste Rio, um dos primeiros e mais importantes Fortes foi o Forte de San Carlos. Em 1792, foi fundado o Forte de Borbón, que fazia parte da linha defensiva na margem esquerda do Rio Paraguai, na região do Chaco, no Paraguai.

Fuerte Borbón (BOSSI)

Fundação do Forte de Borbón  

O Governador Joaquín Alós y Brú nomeou, em 27.11.1791, o Tenente-coronel José Antonio Zavala y Delgadillo, Superintendente e Comandante-chefe do Regimento dos Dragões do Paraguai, responsável por uma Expedição encarregada de construir os novos estabelecimentos de defesa da Banda Ocidental do Rio Paraguai. A Expedição subiu o Rio primeiramente até a Latitude 19°58’, mas, em decorrência das dificuldades apresentadas pelo terreno, optaram por um sítio na região denominada “Tres Hermanas” considerando que as pequenas colinas seriam imunes às inundações do Rio. Em 25.09.1792, as obras do Forte de Borbón, um pouco abaixo do Rio Branco, a 21°01’39” S ([3]), foram concluídas, e José Antonio Zavala y Delgadillo designou José de Isasi como o primeiro Comandante do Forte. A aprovação real desta fundação foi efetivada em 27.02.1793.

Aspectos Históricos do Forte de Borbón  

O Forte de Borbón, sob a invocação da Virgem de Dolores, assim nomeado pela a Dinastia Real da Espanha, é um dos Fortes mais importantes da Região Ocidental do Paraguai. Localizado no topo de uma colina foi criado com o objetivo de proteger a Fronteira Norte do Vice-reinado do Rio de Prata contra os ataques dos portugueses de Mato Grosso e as invasões dos índios do Chaco, que nos primeiros anos tinham sido considerados amigos e aliados. Mas, devido aos assaltos constantes e para tomar posse das escassas provisões do Forte foram declarados, a maioria deles, inimigos, punindo culpados e inocentes. A partir da leitura dos documentos do Governador Joaquín Alós y Brú, pode-se deduzir que esta proteção de fronteira visava permitir o acesso ao Peru. Desde a sua fundação esteve subordinado à Real Vila da Concepción e, durante os últimos 18 anos de dominação espanhola, este Forte cumpriu um duplo papel, o de Presídio e o de Fortaleza. Era uma base obrigatória tanto para as campanhas contra os índios Chamacocos e de defesa contra as invasões paulistas e, também, contra a Expedição de Don Lázaro de Rivera, no início do século XIX.

Forte Bourbon, Paraguai

Finalmente, em 1810, quando chegaram à Assunção notícias da Revolução de maio contra os realistas no Paraguai, coincidindo com a da Argentina, o Governador Velasco sufocou essa tentativa e capturou muitos cidadãos que foram enviados para o Forte de Borbón. Em 24.07.1810, um congresso reunido, em Assunção, ante a iminente invasão dos argentinos solicita aos Comandantes dos Fortes de S. Carlos e Borbón que enviassem armas e soldados para reforçar a defesa da Capital. Mais tarde, o Forte de Borbón é abandonado, talvez por falta de provisões, e o lugar é ocupado pelos Payaguaes, que foram, mais tarde, despejados pelos portugueses, que mais uma vez tentaram invadir o território do Chaco por Fuerte Olimpo e Salinas e foram expulsos, com ajuda dos indígenas, pelas tropas paraguaias que o ocuparam de novo.

Poucos dias após a sua nomeação como Ditador Supremo da República do Paraguai, o Dr. Francia nomeou novas autoridades para o Forte. Durante seu Governo, embora não tenha se preocupado com a assinatura de Tratados, Francia defendeu e cuidou com obstinação das fronteiras do Paraguai.

Forte Bourbon, Paraguai

Monitorou constantemente todo o curso do Rio Paraguai, não descuidando dos Fortes, Fortins e de sua guarnição, conseguindo com isso, manter os invasores à distância. Em 1820, o Dr. Francia proibiu a guarnição do Forte de negociar com os portugueses. Em 25.12.1823, o Dr. Francia alterou o nome do Forte de Borbón para Forte Olimpo com a finalidade de demonstrar claramente a independência da Espanha.

Don José León Oliden, cita o Forte Olimpo na descrição da viagem que ele fez ao longo do Rio Paraguai, entre agosto de 1837 e fevereiro de 1838. A Viagem é registrada em carta dirigida ao Dr. Francia que não foi recebida por este. Em 1840, o Comandante do Forte Olimpo, Manuel Antonio Delgado, em um ofício dirigido aos conselheiros, informou sobre os limites do Paraguai com o Brasil ante as demandas do Cônsul brasileiro Correa Câmara, destacando a importância do mesmo neste aspecto.

O geógrafo E. Mouches, Capitão da Marinha francesa, foi encarregado pelo seu Governo de elaborar um mapa do Paraguai e do Brasil e no relatório apresentado, no dia 06.05.1862, ante a Sociedade Geográfica Francesa, considerou como fronteira entre os dois países o Forte Olimpo, construído pelos espanhóis às margens do Rio Paraguai (231°). […]

Bougarde, em 1889, produziu um Mapa do Paraguai no qual o Forte aparece, sem deixar de mencionar o Tratado da Tríplice Aliança.

Em uma carta enviada ao Dr. Pinilla, Embaixador de Negócios Interinos da Bolívia, e datada de 03.11.1888, defendendo os direitos paraguaios sobre o Chaco consta que o Governador Joaquín de Alós y Brú, no ano de 1792, decretou o estabelecimento de uma fortaleza na fronteira Norte do território paraguaio, na parte Ocidental do Rio, não apenas para monitorar e conter qualquer avanço ou usurpação do território, mas também para indicar e marcar de forma fixa e permanente que o direito do Rio pertencia ao Paraguai de fato e de direito. No século XX, o Forte continua sendo citado constantemente, especialmente nos documentos submetidos à delimitação dos limites com a Bolívia, após a Guerra do Chaco, 1932-1935, como um bastião de direitos e defesa do território Chaco. Também aparece em obras como o Mapa Cleto Romero, de 1904; o mapa da Missão Peña − Machaín, de 1930. Em um livro de Geografia do Paraguai, de acordo com Amarilla, em 1928, a escola ao lado do Forte tinha 128 alunos.

Descrição do Forte de Borbón   

O projeto desta fortaleza é do famoso Azara, e foi executado pelo Comandante José Antonio Zavala e Delgadillo, por ordem do Governador Alós e Brú. No mesmo ano foi concluído e ocupado por uma guarnição paraguaia, com soldos pagos. Este pagamento fazia parte de um projeto do Governo de criar empregos de acordo com um relatório do tesoureiro do final do século XVIII. O principal objetivo desta base foi a defesa da fronteira Norte. Uma descrição do engenheiro Julio Ramón de Cesar e um desenho do Forte de “Bourbon” mostra a precariedade dos meios tecnológicos. Ele disse a construção era de pau a pique, coberta de palhas que tocam o chão, ideia infeliz do construtor, de acordo com Cesar, sem o menor conhecimento de tais obras.

A fortaleza é formada por um quadrilátero de arquitetura modesta e pequena elevação, cujos ângulos são defendidos por um bastião semicircular com várias seteiras e um abrigo para a sentinela correspondente. A presença de apenas três bastiões ou cotovelos em que os canhões estão localizados atraem a atenção. Dentro do layout retangular havia várias cabanas internas para armazéns, cozinhas, banheiros, alojamentos, prisões e gabinete do Comando.

Em 1801, Don Pedro Antonio de Mier informa ao Governador Intendente Don Lázaro de Rivera que o Forte de Borbón como sistema de defesa deixa muito a desejar porque as fundações estavam totalmente podres, o vento dobra as estacas, como se fossem juncos, os armazéns estavam quase todos derruídos e a guarnição deixava muito a desejar.

Em 23.09.1817, o Dr. Francia ordenou a reforma do aquartelamento, porque se os portugueses fortificaram Coimbra “yo también”, diz o Dr. Francia me atrevo a fortalecer Bourbon com o emprego de cal, com boas muralhas e baluartes, pois há pedras em abundância na colina.

Com esta decisão, o Forte deixa de ter como muralha, uma estacada de carandás, material precário. Na primeira etapa, deverá ser construído com pedras e cal como cimento, sem que se altere o projeto original. As muralhas do Forte são reparadas bem como os telhados e outras dependências.

As obras foram concluídas, em 1818, de acordo com uma comunicação do então Comandante de Concepción ao Ditador. Em 1823, o Dr. Francia voltou a enviar pedreiros, tijolos e cal para realizar melhorias no Forte. […]

Na Praça de Armas da Fortaleza havia uma pedra de granito gravada: “Este Forte Olimpo foi restaurado em 31.08.1856 sob o comando dos cidadãos Marcelino Antonio Coronel e José Manuel Gimenez”. A única notícia que se tem, depois disso, sobre as reparações do Forte Olimpo, é de 1932. As obras ficaram a cargo do Sr. Rodríguez Alcalá que colocou uma placa comemorativa. (GAONA, 2002)

Relatos Pretéritos: Forte Borbón 

Forte Bourbon, Paraguai

José Leon Oliden (1837-1838)  

[…] continuamos Rio baixo, avistando logo em seguida o Forte de Borbón, aonde chegamos duas horas depois. Saudamos a Fortaleza como é de costume com alguns tiros de fuzil, mas não fomos correspondidos. Assim que aportamos apareceu um soldado pelo qual enviei meus cumprimentos ao Comandante pedindo permissão para ir até a Fortaleza cumprimentá-lo.

O soldado retornou com a autorização e me levou até o Comandante do Forte. Este solicitou meu passaporte que lhe apresentei imediatamente. Disse-lhe que tinha algumas cartas particulares para serem entregues à Sua Excelência o Ditador Supremo do Estado, ao que ele respondeu que não podia permitir sem a devida permissão do mesmo. Solicitei então que me permitisse ir a Assunção, entregá-las pessoalmente, e ele respondeu negativamente à esta proposta também. Tendo em vista o insucesso de minhas demandas, despedi-me e retornei à minha embarcação enquanto aguardava a devolução do passaporte.

O Forte de Borbón, chamado hoje de Olimpo, é uma excelente Fortificação. Mantém uma centena de homens entre artilheiros e fuzileiros, é um povo bonito, alto e bem conformado, com uma fisionomia expressiva, branco e muito educado, falam guarani e castelhano. Eles me deram de presente erva-mate, da Vila Real de Concepción e folha de tabaco, e eu, em contrapartida, dei-lhes pólvora, palha de milho e outras bagatelas, o que os deixou muito felizes. O Forte tem doze peças de ferro, mas as pessoas estão maltrapilhas e esfomeadas, porque raramente lhes chegam provisões da Vila Real e ali não têm absolutamente nada, porque não podem se afastar cem passos da Fortaleza sem serem perseguidos pelos índios Guaicurus. A Fortaleza está localizada a meio quarteirão da margem do Rio em uma colina, e o campo no seu entorno é muito bonito. O Capitão Comandante do Forte é um homem velho que deve ter quase cem anos e que raramente se afasta da cama. Ele tem tanta confiança em seus soldados que não há um único fuzil deixado fora da sala d’armas, exceto aquele que carrega a sentinela postada no portão do Forte. Alguns sargentos e outros militares vieram até minha canoa conversar, mas não se arriscaram a falar muito, nem de seu Governo nem da situação de seu país, embora eu os provocasse; até que me fizeram ver que havia dois homens mais velhos que o Comandante enviara, para nos observar e ouvir o que falávamos. Eu notei, entre outras coisas, uma muito estranha – quando o nome do Ditador Supremo era pronunciado, todos retiravam a cobertura, dando uma demonstração cabal do estado de desesperança e submissão em que se encontram. Chegaram dois homens decentes e idosos, e um deles se aproximou de mim e me perguntou sobre uma determinada família da cidade de Oruro na Bolívia, ao que eu lhe respondi que, por esse nome, conhecera um Sargento-major do exército, e ele me disse que essa era sua família e se retirou.

Não há uma única mulher em Borbón, há 15 anos estes militares estão nesta guarnição e me disseram que o tempo de permanência neste destacamento era de vinte e cinco anos. Quatro horas depois, o Comandante devolveu meu passaporte, me dizendo que eu podia me retirar o que fiz retrocedendo Rio acima. (OLIDEN)

Forte Bourbon, Paraguai

Bartolomé Bossi (1862)  

Sobre la costa del Chaco en la latitud 21°01’ Sud, longitud 60°15’ Oeste, se halla el Fuerte Olimpo, ocupado por una guarnición paraguaya, ultima guardia de esa Republica en el territorio de su jurisdicción. Ese Fuerte fue construido por los españoles. Los Guaycurús lo atacaron diversas ocasiones y lo tomaron a los Paraguayos, que actualmente y como una justa precaución conservan fondeada una balandra de guerra para refugiarse en caso de un nuevo contraste. Este Fuerte bajo la autoridad española se llamó Fuerte Borbón. El vapor fondea breves momentos para llenar una formalidad de uso. (BOSSI)

Alfred Louis Hubert Ghislain Gray (1862)

Las montañas de Olympo están formadas de seis colinas principales, todas próximas al río. Las tres primeras, que son las más altas, se llaman “Las Tres Hermanas”; están después dos más bajas, sobre una de las cuales está edificado el Fuerte, y la sexta, Cerro del Norte, está separada de las precedentes por una bahía en que corre un brazo del río que se separa arriba de la embocadura del Rio Blanco. El Fuerte Olimpo, a catorce leguas del Pan de Azúcar, está construido con pedazos de la roca que forma esas montañas, unidas entre sí por cimientos de cal.

El fuerte es muy conveniente, pero el terreno de la costa cultivado para el alimento de la guarnición, no está al abrigo de las inundaciones. De la parte del Chaco, la vista se ex tiende sobre un vasto campo muy bajo, sembrado de palmeras, y la costa Oriental presenta una sucesión de terrenos bajos, cortados por pequeños ríos que forman gran número de islas y de lagos. La bahía que separa el Cerro del Norte de la colina en que está edificado el fuerte, deja descubiertas, en la estación en que bajan las aguas, playas en que se producen eflorescencias de sal de muy buena calidad. Las montañas de Olimpo, aunque poco abundantes en maderas de buena calidad, suministran el guayacán, y no lejos se encuentra un árbol cuya fruta es una calabaza y que se conoce bajo el nombre guaraní de Ibirá-acá-jyá. (GRAY)

Filmete:  https://www.youtube.com/watch?v=_fCg7y98JIU

Por Hiram Reis e Silva (*), Bagé, 09.06.2021 – um Canoeiro eternamente em busca da Terceira Margem.

Bibliografia 

BOSSI, Bartolomé. Viage pintoresco por los rios Parana, Paraguay, San Lorenzo, Cuyaba y el Arino… ‒ França ‒ Paris ‒ Dupray de la Mahérie, 1863.

GAONA, María Teresa. El patrimonio intangible y otros aspectos relativos a los itinerarios culturales: congreso internacional del Comité Internacional de Itinerarios Culturales [CIIC] de ICOMOSEl ‒ Fuerte de Borbón (páginas ‒ 429 a 438) ‒ Espanha ‒ Madri ‒ Gobierno de Navarra, Institución Príncipe de Viana, 2002.

GRAY, Alfred Louis Hubert Ghislain Marbais du. La República Del Paraguay – França – Paris – Imprenta de José Jacquin, 1862.

MAGALHÃES, Amílcar A. Botelho de. Anexo n° 5 – Relatório Apresentado ao Sr. Coronel Cândido Mariano da Silva Rondon – Chefe da Comissão Brasileira – Brasil – Rio de Janeiro, RJ – Papelaria Macedo, 1916.

OLIDEN, Don José León. Descripción de la Nueva Provincia de Otuquis en Bolivia ‒ Argentina ‒ Buenos Aires ‒ Imprenta Argentina, 1843.  

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;

  • Campeão do II Circuito de Canoagem do Mato Grosso do Sul (1989)
  • Ex-Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) (2000 a 2012);
  • Ex-Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);
  • Ex-Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM – RS);
  • Ex-Membro do 4° Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul (CMS)
  • Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);
  • Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);
  • Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS – RS);
  • Membro da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER – RO)
  • Membro da Academia Vilhenense de Letras (AVL – RO);
  • Comendador da Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Sul (AMLERS)
  • Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).
  • Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).
  • E-mail: hiramrsilva@gmail.com.  

[1]    Tradução livre do autor.

[2]    À montante: “Costa-arriba”.

[3]    21°01’39” de Latitude Sul: 21°02’11,91” S / 57°52’10.75” O.

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