Desmatamento na Amazônia é ideológico, diz economista Ricardo Abramovay

Entre 1 de agosto de 2018 e 31 de julho de 2019 foram desmatados 9.762 km² na Amazônia Legal, segundo levantamento do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

O desmatamento e as mudanças climáticas podem afetar a regeneração das áreas afetadas pelo fogo – Imagem: Getty Images

O índice é o maior em dez anos e representa alta de 29,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. O recorde de desmatamento é alcançado no mesmo ano em que outras duas tragédias ambientais chocaram o país: o rompimento das barragens em Brumadinho (MG) e o surgimento de enormes manchas de óleo no mar, que se espalharam pelo litoral nordestino.

O governo federal ainda foi criticado por barrar negociações na Cúpula do Clima, viu as verbas internacionais do Fundo Amazônia serem paralisadas, atacou cientistas como Ricardo Galvão (ex-diretor do Inpe e eleito um dos principais nomes da ciência em 2019 pela revista Nature), além de ONGs e ativistas ambientais, como Leonardo DiCaprio e Greta Thunberg (eleita personalidade do ano pela revista Time).

Kaluan Bernardo

Do TAB

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