Desmatamento em ‘terra de ninguém’ na Amazônia sobe para média de 11,5%

Áreas não designadas na Amazônia somam 70 milhões de hectares. Para especialista, destinar essas terras para usos sustentáveis é fundamental para acabar com a derrubada na floresta

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Grupo de Estudos Estratégicos Amazônicos do Inpa debate Terra-Preta-de-Indio

Este tipo especial de solo apresenta propriedades físicas, químicas e biológicas muito especiais e podem contribuir para resolver alguns problemas básicos da agricultura na Amazônia.                  Continuar lendo Grupo de Estudos Estratégicos Amazônicos do Inpa debate Terra-Preta-de-Indio

Ibama combate desmatamento e garimpo de cassiterita na TI Tenharim do Igarapé Preto (AM)

Agentes do Ibama desativam garimpo na Terra Indígena Tenharim do Igarapé Preto, no Amazonas

Foto: Ibama

Foto: Ibama

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Consultar indígenas antes de obras não viola autonomia de Roraima, defende AGU no STF

A Advocacia-Geral da União (AGU) defende, no Supremo Tribunal Federal (STF), que a consulta prévia a povos indígenas para execução de obras públicas em terras ocupadas por eles não viola a autonomia do Estado de Roraima, tampouco afronta a Constituição Federal. 

Foto: mt.gov.br

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Um quilômetro quadrado desmatado na Amazônia equivale a 27 novos casos de malária – Incidência da doença é maior em pequenos focos de desmatamento próximos a assentamentos rurais

Cada quilômetro quadrado de floresta tropical nativa derrubado na Amazônia está associado a 27 novos casos de malária por ano, no período entre 2009 e 2015, revela pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. A comparação da incidência da doença com dados sobre áreas impactadas pelo homem também mostra que a ocorrência é maior quando há abundância de pequenas áreas devastadas, detectadas por imagens de satélite. O risco é aumentado pela capacidade do mosquito vetor da malária se adaptar às áreas impactadas, aliada à maior presença tanto de pessoas suscetíveis como infectadas pelo parasita que causa a doença. A essa situação podem se somar as condições precárias de vida da população, baixo nível educacional, desconhecimento sobre a transmissão da infecção e difícil acesso aos serviços de saúde.

Maior incidência de malária está associada a áreas de floresta nativa devastadas com menos de 5 km2 de extensão – Foto: cedida pela pesquisadora

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Equipes do Inventário Florestal Nacional coletam dados sobre as condições das florestas

(Antonio Cruz/Agência Brasil)

Os profissionais estão indo a campo para medir as árvores, analisar sua saúde e vitalidade, coletar amostras do solo e de material botânico.

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Concessões florestais serão monitoradas por drones

Drones: auxílio no monitoramento – Divulgação SFB

Equipe do Serviço Florestal responsável pelo monitoramento das concessões foi capacitada para usar a tecnologia. O órgão já possui o equipamento.

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Índios Waimiri Atroari repudiam “emendas jabutis” do Linhão de Tucuruí

Os indígenas Waimiri Atroari divulgaram nesta sexta-feira (25) nota repudiando a intenção do governo federal de construir a linha de transmissão dentro de seu território sem que sejam ouvidos. Intitulada “Diga ao Mundo que Nós Vivemos” a nota é assinada pela Associação Comunidade Waimiri Atroari e por Mario Parwe, principal liderança da etnia. 

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Parceria marca a gestão do Parna Pico da Neblina – Mais de 70% da área da unidade apresenta sobreposição a terras indígenas

Parque Nacional do Pico da Neblina – ICMBio

O Parque Nacional do Pico da Neblina apresenta mais de 70% de sua área com sobreposição a Terras Indígenas: TI Balaio, TI Cué-Cué Marabitanas, TI Médio Rio Negro II e TI Yanomami. Por isso, são imprescindíveis os trabalhos em conjunto das instituições que atual na região e os povos indígenas. O esforço no fortalecimento das parcerias do ICMBio com as populações indígenas e instituições como a Fundação Nacional do Índio – FUNAI, Federação das Associações Indígenas do Rio Negro – FOIRN e Instituto Socioambiental – ISA, são contínuos. 

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Funai debate garantia do direito ao registro de nascimento

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Na foto, a Coordenadora-Geral de Promoção dos Direitos Sociais da Funai, Priscila Ribeiro [com o microfone], fala aos participantes da audiência. Foto: Arildo Xavier/Funai

Ontem (24), a Funai participou de audiência na Câmara dos Deputados sobre a erradicação do sub-registro de nascimento. O debate promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias também contou com a participação de representantes da Defensoria Pública, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cáritas Brasileira. 

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A área mais ameaçada da Amazônia brasileira

Pesquisadores propõem a formalização do Mosaico Gurupi e o reconhecimento do Corredor Ecológico da Amazônia Maranhense para defender de constantes crimes ambientais e violações aos direitos humanos o maior contínuo florestal do Centro de Endemismo Belém, região localizada entre o leste do Pará e o oeste do Maranhão.

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¿Cómo acabar con la Amazonia en cinco pasos simples?

Foto: Diego Pérez  Foto: Diego Pérez

Los agronegocios se expanden en zonas ambiental y socialmente sensibles: bosques primarios, territorios indígenas, áreas en las que avanza el narcotráfico. ¿Qué puede ocurrir con nuestra Amazonia si el cultivo de palma a gran escala sigue creciendo como hasta ahora? En el marco del Foro internacional: Agronegocios, Medio ambiente y Derechos Humanos, Actúa.pe entrevistó a Juan Luis Dammert, investigador de Oxfam en Perú.     Continuar lendo ¿Cómo acabar con la Amazonia en cinco pasos simples?

Desmatamento Zero na Amazônia é urgente e possível até antes de 2030

Reprodução/WWF Brasil/Peter Muller

O fim do desmatamento na Amazônia, algo que há alguns anos parecia irrealizável, hoje é possível e pode ser conquistado antes de 2030, para quando foi estabelecido o compromisso do Brasil para atingir a meta. Essa é uma das conclusões do relatório “Desmatamento zero na Amazônia: como e por que chegar lá” apresentado na manhã dessa quinta-feira (24) em seminário realizado em São Paulo por oito organizações ambientalistas: Greenpeace Brasil, ICV, Imaflora, Imazon, IPAM, Instituto Socioambiental, WWF-Brasil e TNC Brasil.

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ANA – Instituições parceiras do Projeto Amazonas discutem planejamento das atividades deste ano

A Agência Nacional de Águas (ANA) sediou, em Brasília, a 2ª Reunião do Comitê Diretor do Projeto Amazonas: Ação Regional na Área de Recursos Hídricos – Fase 2 para apresentar as atividades implementadas em 2017 pela iniciativa e o plano de trabalho para este ano. O evento aconteceu na tarde desta terça-feira, 22 de maio, e contou com a participação de representantes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e da ANA. 

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