O velho e o novo de um Brasil florestal

Em artigo exclusivo para o Mídia e Amazônia sobre economia florestal, a diretora de Infraestrutura Sustentável para a América Latina da The Nature Conservancy, Ana Cristina Barros, defende a importância de recompensar o produtor pela preservação investindo em tecnologias para reduzir os custos de preservação das áreas. 

“Os dados do Cadastro Ambiental Rural – CAR, com a cobertura florestal de cada imóvel, infelizmente ainda não revelam essa riqueza natural. A preocupação ainda está no número de cadastros, nas suas sobreposições na malha fundiária, no desmatamento ilegal, enquanto o grande ativo florestal fica em segundo plano. Mas isso virá! Aquela área de “mato” das fazendas vai ser cuidada. Mais que cumprimento da lei, é água, é carbono no chão, é bicho correndo, abelha polinizando, produtividade aumentando. Ruralistas e ambientalistas reconhecem que essa conservação que todo e cada produtor rural tem que fazer tem valor. Uma forma rápida de recompensá-lo por isso é também reduzir os custos de manter essas áreas, gerar empregos, testar e disseminar técnicas e tecnologias de um novo setor da economia associado à produção agropecuária, voltado para cuidar das florestas em pé e dos seus serviços. O Brasil agro vai se descobrir floresta”.

 

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O velho e o novo de um Brasil florestal  

 

FONTE:   http://midiaeamazonia.andi.org.br/   

 

 

 

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