RR – H1N1 entre os Yanomami

Roraima identifica caso suspeito de gripe suína

A Secretaria Estadual de Saúde Roraima (Sesau) enviou ontem, 02, ao Instituto Evandro Chagas (IEC), uma amostra de caso suspeito de H1N1. A medida é necessária, pois o Ministério da Saúde preconiza que todos os casos de influenza A sejam ancaminhados ao laboratório de referência regional para identificarem o sorotipo do vírus. O IEC dará previsão para a emissão do resultado.

Segundo a responsável pelas amostras de influenza do Lacen, Márcia Brazão, o resultado deve ser emitido o mais breve possível. O Laboratório Central de Roraima (Lacen) recebeu 50 amostras de pacientes da Terra Indígena Yanomami do lado do Amazonas. Dessas, foi identificado um caso suspeito para H1N1.

Para oferecer mais segurança à população, a Sesau faz o monitoramento rotineiro de doenças respiratórias para identificar os vírus circulantes. Por isso, desde 2004, o Lacen recebe semanalmente amostras de unidades sentinelas para analisar o material e emitir o diagnóstico.

Hospital da Criança Santo Antônio (HCSA), Casa de Saúde do Índio (Casai) e Policlínica Cosme e Silva (PCS) são as unidades que realizam as coletas dos casos de síndrome gripal com agravamento de sintomas. Em Roraima, é feita a análise de vírus do tipo adenovírus, sincicial respiratório, parainfluenza 1, 2 e 3 e influenza A e B. Os casos de influenza A são enviados para o IEC para identificarem o sorotipo do vírus.

Os casos estão sendo monitorados pelo DSEI Yanomami e pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica. A equipe do Comitê Emergencial do Centro Estadual de Informações Estratégias de Vigilância em Saúde (CIEVS) já esteve reunida. O Estado está pronto para garantir suporte laboratorial e hospitalar aos indígenas, se necessário.

RECOMENDAÇÕES

O Ministério da Saúde fornece medidas simples que podem evitar a transmissão de gripes e resfriados, como lavar as mãos frequentemente com água e sabão, antes e após contato com pacientes contaminados; evitar exposição e mudança brusca de temperatura e contaminantes ambientais; não compartilhar alimento, copo, prato, cobertor, manter ambientes arejados, ensolarados; manter limpos os objetos de uso comum, entre outras.

FONTE: http://www.fontebrasil.com.br/site/index.php?p=noticias&secao=noticias&id=13062

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