Organização do Tratado de Cooperação Amazônica

19 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho
A Comissão Mista Permanente de Mudanças Climáticas (CMMC) e a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) realizam audiência pública conjunta, na próxima quarta-feira (23), às 14h, para debater a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). Leia mais »

Rio+20 – Jorgen Randers debate cenário global de mudanças climáticas

18 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

A Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, a ser realizada em junho no Rio de Janeiro, voltou a ser tema de debate no Senado. O estudioso norueguês Jorgen Randers, professor de Estratégia Climática da BI Norwegian Business School, apresentou uma análise geral para o cenário de mudanças no clima da Terra, tendo como pano de fundo sua visão de sustentabilidade. Ele é o autor do livro The Limits to Growth (Os Limites para o Crescimento, de 1972), que tem sido atualizado desde sua primeira publicação. Leia mais »

PA – Cheias no oeste do Pará afetam milhares de pessoas

17 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

A Defesa Civil Estadual (DCE) informou na tarde desta quarta-feira (16) que o número de pessoas afetadas diretamente pela enchente no oeste do estado do Pará aumentou e já ultrapassa 115 mil pessoas encontradas em situação de emergência. Leia mais »

83% do Amazonas sofre as consequências da maior cheia da história

17 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

Dos 62 municípios, 52 já decretaram estados de emergência. No total, 77 mil famílias no Amazonas já sofrem com a cheia dos rios. O fenômeno trouxe prejuízos de R$ 60 milhões para o Estado

No Amazonas, 83% dos municípios foram afetados pela cheia dos rios. O número representa aproximadamente 3,3 milhões de pessoas em todo o Estado. O fenômeno já trouxe prejuízos de R$ 60 milhões devido a queda da produção agrícola dos municípios. Leia mais »

Críticas a teoria do aquecimento global

17 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

O climatologista Ricardo Augusto  Felício, da Universidade de São Paulo (USP), em entrevista a programa de televisão critíca a hipótese do aquecimento global como um risco para a humanidade. 

http://programadojo.globo.com/videos/v/o-aquecimento-global-e-uma-mentira-e-o-que-afirma-o-climatologista-ricardo-augusto/1930554/

A entrevista de Ricardo Augusto gerou uma série de comentários prós e contra os conceitos emitidos pelo professor às vesperas da Rio+20. Ouça e faça sua própria avaliação.

AM – Com 29,78 m, Rio Negro tem novo recorde e ultrapassa cheia de 2009

17 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

Em 2009, cota do rio Negro chegou a 29,77 m; marca histórica foi batida. CPRM diz que ritmo de subida do rio deve diminuir nos próximos dias.

O nível do rio Negro bateu, nesta quarta-feira (16), o recorde da maior cheia registrada nos últimos cem anos, de acordo com a Superintendência de Navegação, Portos e Hidrovias do Amazonas (SNPH). A cota chegou a 29,78 m, superando em 1cm a cota registrada em 2009, quando o nível do rio chegou a 29,77 m, o maior registro até então. Leia mais »

DF – Parlamentares ligados à agricultura defendem Código Florestal

16 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

A defesa do Código Florestal aprovado pelo Congresso no último mês dominou os debates na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural nesta quarta-feira. A maioria dos parlamentares questionou a legitimidade do Movimento “Veta, Dilma”, que, pelas redes sociais, pede o veto total ao código. Leia mais »

AM – Rio Negro tem novo recorde e ultrapassa cheia de 2009 – Nivel da água chegou a 29,78 metros, um centímetro a mais que há três anos

16 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

O rio Negro, em Manaus, superou nesta quarta-feira a cheia histórica registrada em 2009 ao atingir nível de 29,78 m, superando em 1cm o recorde anterior de 29,77 m. A maioria dos picos da cheia acontece no mês de junho, 19% em julho e apenas 6% em maio, de acordo com dados do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). É a maior cheia em 110 anos, desde quando começou a ser feita a medição no porto de Manaus, em 1902.

Antes de 2009, o recorde de cheia foi registrado em junho de 1953, quando o rio Negro atingiu 26,69 metros. Na avaliação do chefe de Hidrologia do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Daniel Oliveira, as cheias são fenômenos naturais e ocorrem em maior ou menor magnitude devido a precipitação que ocorre em toda a bacia hidrográfica. “No caso de 2009 e deste ano, tivemos o fenômeno La Niña, que provocou maiores precipitações na Amazônia”.

Mais de 10 mil famílias, em 11 bairros de Manaus, foram atingidas pela subida do nível do Negro. Entre os locais mais afetados está o centro da cidade, incluindo o prédio da Receita Federal e a alfândega portuária, onde um trecho da avenida Eduardo Ribeiro foi fechado pelo instituto de trânsito municipal, e bairros como Raiz, Educandos e Glória.

FONTE : http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/am/2012-05-16/rio-negro-tem-novo-recorde-e-ultrapassa-cheia-de-2009.html

PA – Cheias em Santarém afetam 20 mil pessoas

13 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, foi nesta sexta-feira (11/05) analisar de perto os efeitos das cheias em Santarém (PA). Cerca de 20 mil pessoas foram afetadas com o aumento do nível dos rios Tapajós e Amazonas. A Secretaria Nacional de Defesa Civil analisa o pedido de situação de emergência do município. Leia mais »

Cientistas desconhecem dimensão da cheia no Amazonas – Estudos estão concentrados no fenômeno da vazante da bacia amazônica, mas frequência de subida das águas preocupa

8 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

A comunidade científica está “perplexa” com um evento climático extremo que vem se repetido em tão pouco tempo na bacia amazônica. A avaliação é do hidrólogo e pesquisador Javier Tomasella, conhecido por seus estudos sobre a seca na Amazônia, desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em parceria com José A. Marengo.
 
Se uma vazante pronunciada na bacia amazônica causa impacto na sociedade, incluindo a comunidade acadêmica, somente a partir de agora é que a maioria das pesquisas deverá direcionar esforços para compreender o que está resultando na ocorrência de uma cheia de grande magnitude apenas três anos após a de 2009 (a maior em cem anos), segundo Tomasella.
 
“A cheia recorde aconteceu nos anos 50 e foi batida quase 60 anos depois. Se bater novamente, será um evento extremo. É preciso aprender mais com extremos. A gente não sabe se o que ocorre é uma resposta da natureza à ação humana, mas, independente disso, vai exigir um esforço de todas as esferas do governo para responder a isso”, comentou.
 
No Amazonas, um dos raros estudos que tem a cheia como recorte vem sendo desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em parceria com o Instituto Max Plant de Química, da Alemanha.
 
O modelo que pretende fazer uma reconstrução climática na Amazônia, de 400 anos, já apresentou alguns resultados. Um deles aponta que nos últimos 25 anos aumentou a frequência e a intensidade dos eventos extremos – vazante e enchente – na bacia amazônica e está associado aos fenômenos La Niña (resfriamento do Oceano Atlântico) e El Niño (aquecimento do Oceano Atlântico).
 
Outro resultado indica que no final do século 19, a bacia amazônica já havia registrado um período de enchente pronunciada. Segundo o estudo, entre os anos 1850 e 1880, os rios Solimões e Negro também registraram cotas elevadas para a média do período e também estava relacionado ao “La Niña”.
 
O coordenador da pesquisa, Jochen Schöngart, explica que o modelo cronológico dos cientistas consiste em analisar as camadas de crescimento do ciclo de vida das árvores das planícies alagadas (várzea e igapó) durante a fase não alagada. “O ritmo das árvores é controlado pelo ciclo hidrológico. Isto é registrado nos anéis de crescimento”. Como estes eventos extremos estão se repetindo desde o final do século 20, os cientistas ainda batem a cabeça para apontar as causas: isso seria consequência da variabilidade natural do clima e do ciclo hidrológico ou resultado das mudanças climáticas pelas interferências do homem? Ou as duas situações juntas? “Seja qual for a resposta, isso já deveria estar incorporado ao planejamento do poder público para evitar que, a cada situação extrema, as ações sejam tomadas de forma improvisada e sempre em cima da hora”, alerta Schöngart.
 
Enquanto o cenário do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (mais conhecido pela sua sigla em inglês, IPCC) aponta que eventos extremos climáticos vão aumentar, a comunidade científica reconhece que é preciso criar modelos mais avançados para prever situações como a cheia pronunciada de 2012 da bacia amazônica. Estas pesquisas são necessárias, sobretudo, para que as políticas públicas tomem decisões a tempo de preparar a população.
 
“Precisamos de mais pesquisa para responder de forma mais evidente. É preciso criar modelos para prever para cada ano. Todos sabem, por exemplo, que os bairros de Manaus vão sofrer com a cheia. Se já se sabe, a partir de março, já se pode começar a atuar. Não precisa esperar o rio atingir o nível crítico. É preciso começar muito mais cedo, já que a burocracia dificulta as ações emergenciais”, diz Schöngart.
 
O cientista sugere a criação de uma plataforma ou um fórum no qual se discuta os prognósticos e os tomadores de decisão planejem ações antecipadas. “O conhecimento é importante para se fazer previsões. Sem isso, os modelos de cenários futuros são fracos. Por isso que nossa meta é chegar a 400 anos atrás. A medição de cem anos da cota é importante e algo excepcional, mas não é suficiente”, disse.
 
Prejuízos com fenômenos das águas
 
A previsão do Inpa/Max Plant para a cheia do rio Negro este ano será de 29,67m (margem de erro de 29,29m-30,05m).
 
Mais do que a seca, é a cheia que realmente preocupa a população amazônicaAlém dos problemas de moradias, a cheia causa prejuízo na atividade econômica: agricultura, pecuária e pesca´.
 
A única atividade beneficiada é a extração de madeira, porque as toras são arrastadas na água.
 
Cheia e seca afetam os serviços públicos, sobretudo escolas e hospitais.
 
A cheia de 2012 se distingue da de 2009 pelo período em que começou a ficar mais pronunciada. Schöngart diz que a de 2012 começou “de um nível normal”, mas já em março, passou as marcas de 2009. Em 12 de março, o Inpa/Max Plant divulgou nota afirmando essa tendência, mesmo dia em que A CRÍTICA publicou matéria com base em dados do CPRM.

FONTE : A Crítica – http://acritica.uol.com.br/amazonia/Cientistas-desconhecem-dimensao-cheia-AM-Manaus-Amazonas-Amazonia_0_696530347.html

Pesquisadores do Brasil e da França vão estudar as chuvas na Bacia Amazônica nos últimos 10 milhões de anos

6 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

Cerca de 30 pesquisadores do Laboratório Misto Internacional Franco-Brasileiro Observatório das Mudanças Climáticas (LMI-OCE) vão participar do projeto Clim-Amazon para conhecer o regime de chuvas na Bacia do Rio Amazonas nos últimos 10 milhões de anos. O estudo, que vai durar quatro anos e é financiado exclusivamente pela União Europeia (€ 2 milhões), vai observar os sedimentos encontrados no leito e no fundo de várias partes do Rio Amazonas, desde a nascente nos Andes até a foz no Oceano Atlântico. Leia mais »

RR – Nível do Rio Branco está dois metros acima do registrado no ano passado

6 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

Depois de passar pela maior cheia do rio Branco no ano passado, tudo indica que em 2012 esses níveis poderão ser ultrapassados. De acordo com a medição feita pela Companhia de Águas e Esgotos de Roraima (CAER), em 2011 os níveis começaram a subir no meio do mês de maio, diferente deste ano, que no dia 22 de abril a régua já registrava 4,10 metros. Para se ter uma ideia, em abril do ano passado os níveis não ultrapassaram 3,80 metros.  Leia mais »

Fortes chuvas e cheia no Amazonas deixam o Estado de Roraima em alerta

5 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

Em maio, tradicionalmente começam as chuvas em Roraima. E o nível do rio Branco começa a subir. Ontem a régua da Companhia de Água e Esgoto de Roraima (Caerr), que mede o nível do rio Branco, registrou a marca de 4,34 metros, a maior do ano. No dia 04 de maio do ano passado, essa marca era de 2,32. Esses números mostram que a cheia pode ser igual ou maior do que ocorreu no ano passado e que pode também vir antes mesmo do mês de junho, período de chuvas intensas. Leia mais »

Senadores defendem plantio de cana-de-açucar na Amazônia e no Pantanal

4 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

Os senadores Waldemir Moka (PMDB-MS), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Sérgio Souza (PMDB-PR) e Ivo Cassol (PP-RO) querem a liberação do cultivo de cana-de-açúcar na Amazônia e no Pantanal e devem solicitar ao governo o zoneamento agroecológico nesses biomas, para indicar áreas aptas ao plantio da cultura. Já o senador Delcídio Amaral (PT-MS) recomendou cautela e apontou o risco de a medida resultar em barreira ambiental ao etanol brasileiro. Leia mais »

AM – Cheia de rios e igarapés atinge 61 mil famílias

3 de maio de 2012  - Jaime de Agostinho

A cheia do rio Amazonas afeta mais de 61 mil famílias em todo o Estado. Dos 62 municípios amazonenses, 36 já decretaram situação de emergência. Na capital, Manaus, a situação começou a piorar nas últimas 24 horas. A cheia no rio Negro invadiu 3.278 casas situadas nas margens dos três maiores igarapés que cortam a cidade. Pelos cálculos da Defesa Civil municipal, mais de 16 mil pessoas estão sofrendo com a elevação do nível do rio que, nesta quinta-feira, atingiu a marca de 29,3 m (relativos ao nível do mar). Leia mais »